1 Reis 3:21
E quando eu me levantei pela manhã para dar o peito a meu filho, eis que que estava morto: mas observei-lhe pela manhã, e vi que não era meu filho, que eu havia dado à luz.
E quando eu me levantei pela manhã para dar o peito a meu filho, eis que que estava morto: mas observei-lhe pela manhã, e vi que não era meu filho, que eu havia dado à luz.
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17E disse a uma mulher: Ah, senhor meu! Eu e esta mulher morávamos em uma mesma casa, e eu pari estando com ela na casa.
18E aconteceu ao terceiro dia depois que eu dei à luz, que esta deu à luz também, e morávamos nós juntas; ninguém de fora estava em casa, a não ser nós duas na casa.
19E uma noite o filho desta mulher morreu, porque ela se deitou sobre ele.
20E levantou-se à meia noite, e tomou a meu filho de junto a mim, estando eu tua serva dormindo, e o pôs a seu lado, e pôs a meu lado seu filho morto.
22Então a outra mulher disse: Não; meu filho é o que vive, e teu filho é o morto. E a outra voltou a dizer: Não; teu filho é o morto, e meu filho é o que vive. Assim falavam diante do rei.
23O rei então disse: Esta disse: Meu filho é o que vive, e teu filho é o morto: e a outra disse: Não, mas o teu é o morto, e meu filho é o que vive.
24E disse o rei: Trazei-me uma espada. E trouxeram ao rei uma espada.
25Em seguida o rei disse: Parti por meio o menino vivo, e dai a metade à uma, e a outra metade à outra.
26Então a mulher cujo era o filho vivo, falou ao rei (porque suas entranhas se lhe comoveram por seu filho), e disse: Ah, senhor meu! Dai a esta o menino vivo, e não o mateis. Mas a outra disse: nem a mim nem a ti; parti-o.
27Então o rei respondeu, e disse: Dai a aquela o filho vivo, e não o mateis: ela é sua mãe.
28E disse-lhe o rei: Que tens? E ela respondeu: Esta mulher me disse: Dá aqui o teu filho, e o comamos hoje, e amanhã comeremos o meu.
29Cozinhamos, pois, meu filho, e o comemos. O dia seguinte eu lhe disse: Dá aqui o teu filho, e o comamos. Mas ela escondeu seu filho.
30E quando o rei ouviu as palavras daquela mulher, rasgou suas roupas, e passou assim pelo muro: e chegou a ver o povo o saco que trazia interiormente sobre sua carne.
18E quando o menino foi grande, aconteceu que um dia saiu a seu pai, aos ceifeiros.
19E disse a seu pai: Minha cabeça, minha cabeça! E ele disse a um criado: Leva-o a sua mãe.
20E havendo-lhe ele tomado, e trazido-o a sua mãe, esteve sentado sobre seus joelhos até meio dia, e morreu-se.
17Depois destas coisas aconteceu que caiu enfermo o filho da ama da casa, e a enfermidade foi tão grave, que não restou nele respiração.
18E ela disse a Elias: Que tenho eu contigo, homem de Deus? Vieste a mim para trazer em memória minhas iniquidades, e para fazer-me morrer meu filho?
19E ele lhe disse: Dá-me aqui teu filho. Então ele o tomou de seu colo, e levou-o à câmara de onde ele estava, e pôs-lhe sobre sua cama;
20E clamando ao SENHOR, disse: SENHOR Deus meu, ainda à viúva em cuja casa eu estou hospedado afligiste, matando-lhe seu filho?
21E ele se estendeu sobre o menino três vezes, e clamou ao SENHOR, e disse: SENHOR Deus meu, rogo-te que volte a alma deste menino a suas entranhas.
5E o rei disse: Que tens? E ela respondeu: Eu à verdade sou uma mulher viúva e meu marido é morto.
6E tua serva tinha dois filhos e os dois brigaram no campo; e não havendo quem os separasse, feriu o um à outra, e o matou.
7E eis que toda a parentela se levantou contra tua serva, dizendo: Entrega ao que matou a seu irmão, para que lhe façamos morrer pela vida de seu irmão a quem ele matou, e tiremos também o herdeiro. Assim apagarão a brasa que me restou, não deixaram a meu marido nome nem remanescente sobre a terra.
21E disseram-lhe seus servos: Que é isto que fizeste? Pelo menino, vivendo ainda, jejuavas e choravas; e ele morto, levantaste-te e comeste pão.
22E ele respondeu: Vivendo ainda o menino, eu jejuava e chorava, dizendo: Quem sabe se Deus terá compaixão de mim, por maneira que viva o menino?
23Mas agora que já é morto, para que tenho de jejuar? Poderei eu fazer-lhe voltar? Eu vou a ele, mas ele não voltará a mim.
18E ao sétimo dia morreu o menino; mas seus servos não ousavam fazer-lhe saber que o menino era morto, dizendo entre si: Quando o menino ainda vivia, lhe falávamos, e não queria ouvir nossa voz: pois quanto mais mal lhe fará, se lhe dissermos que o menino está morto?
19Mas Davi vendo a seus servos falar entre si, entendeu que o menino era morto; pelo que disse Davi a seus servos: É morto o menino? E eles responderam: Morto é.
2O que [posso te dizer] , meu filho, ó filho do meu ventre? O que [te direi] , filho de minhas promessas?
11Disse ela então: Rogo-te, ó rei, que te lembres do SENHOR teu Deus, que não deixes ao vingador do sangue aumentar o dano em destruir meu filho. E ele respondeu: Vive o SENHOR, que não cairá nem um cabelo da cabeça de teu filho em terra.
30E disse a mãe do menino: Vive o SENHOR, e vive tua alma, que não te deixarei.
31Ele então se levantou, e seguiu-a. E Geazi havia ido diante deles, e havia posto o bordão sobre o rosto do menino, mas nem tinha voz nem sentido; e assim se havia voltado para encontrar a Eliseu; e declarou-o a ele, dizendo: O jovem não desperta.
32E vindo Eliseu à casa, eis que o menino que estava estendido morto sobre sua cama.
20E ao tempo em que morria, diziam-lhe as que estavam junto a ela: Não tenhas medo, porque deste à luz um filho. Mas ela não respondeu, nem deu atenção.
12E tu levanta-te, e vai-te à tua casa; que em entrando teu pé na cidade, morrerá o jovem.
16Quando fizerdes o parto das hebreias, e olhardes os assentos, se for filho, matai-o; e se for filha, então viva.
17Por ele não ter me matado no ventre, de modo que minha mãe teria sido minha sepultura, e o ventre uma gravidez perpétua.
11Por que eu não morri desde a madre, ou perdi a vida ao sair do ventre?
12Por que joelhos me receberam? E por que seios me amamentaram?
23Tomando logo Elias ao menino, trouxe-o da câmara à casa, e deu-o à sua mãe, e disse-lhe Elias: Olha, teu filho vive.
17Então a mulher de Jeroboão se levantou, e se foi, e veio a Tirsa: e entrando ela pelo umbral da casa, o jovem morreu.
18E falei ao povo pela manhã, e minha mulher morreu à tarde; e pela manhã fiz como me fora mandado.
21E mataste meus filhos, e os entregastes a elas para que passassem pelo [fogo] .
3Para não acontecer que eu a deixe nua, e a ponha como no dia em que nasceu, e a faça como um deserto, e a deixe como terra seca, e a mate de sede.
8E depois de haver desmamado a Não-Amada, ela concebeu e deu à luz um filho.
36Então ele chamou a Geazi, e disse-lhe: Chama a esta sunamita. E ele a chamou. E entrando ela, ele lhe disse: Toma teu filho.