2 Crônicas 32:3
Teve seu conselho com seus príncipes e com seus valentes, sobre fechar as fontes das águas que estavam fora da cidade; e eles lhe apoiaram.
Teve seu conselho com seus príncipes e com seus valentes, sobre fechar as fontes das águas que estavam fora da cidade; e eles lhe apoiaram.
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4Juntou-se, pois, muito povo, e fecharam todas as fontes, e o ribeiro que derrama por em meio do território, dizendo: Por que devem achar os reis de Assíria muitas águas quando vierem?
5Encorajou-se assim Ezequias, e edificou todos os muros caídos, e fez erguer as torres, e outro muro por de fora: fortificou também a Milo na cidade de Davi, e fez muitas espadas e paveses.
6E pôs capitães de guerra sobre o povo, e os fez reunir assim na praça da porta da cidade, e falou ao coração deles, dizendo:
7Esforçai-vos e confortai-vos; não temais, nem tenhais medo do rei da Assíria, nem de toda sua multidão que com ele vem; porque mais são com nós que com ele.
8Com ele está a força da carne, mas conosco está o SENHOR nosso Deus para ajudar-nos, e lutar nossas batalhas. E firmou-se o povo sobre as palavras de Ezequias rei de Judá.
9Depois disto Senaqueribe rei dos assírios, estando ele sobre Laquis e com ele toda sua potência, enviou seus servos a Jerusalém, para dizer a Ezequias rei de Judá, e a todos os de Judá que estavam em Jerusalém:
10Assim disse Senaqueribe rei dos assírios: Em quem confiais vós para estar cercados em Jerusalém?
11Não vos engana Ezequias para entregar-vos à morte, à fome, e à sede, dizendo: o SENHOR nosso Deus nos livrará da mão do rei da Assíria?
29Fez para si também cidades, e rebanhos de ovelhas e de vacas em grande quantidade; porque Deus lhe havia dado muito riqueza.
30Este Ezequias tapou os mananciais das águas de Giom a de acima, e encaminhou-as abaixo ao ocidente da cidade de Davi. E foi próspero Ezequias em tudo o que fez.
31Porém no dos embaixadores dos príncipes de Babilônia, que enviaram a ele para saber do prodígio que havia acontecido naquela terra, Deus o deixou, para provar-lhe, para fazer conhecer tudo o que estava em seu coração.
1Depois destas coisas e desta fidelidade, veio Senaqueribe rei dos assírios, entrou em Judá, e assentou campo contra as cidades fortes, e determinou de entrar nelas.
2Vendo, pois, Ezequias a vinda de Senaqueribe, e seu aspecto de combater a Jerusalém,
22Assim salvou o SENHOR a Ezequias e aos moradores de Jerusalém das mãos de Senaqueribe rei da Assíria, e das mãos de todos: e preservou-os de todas as partes.
16Então desmontou Ezequias as portas do templo do SENHOR, e as dobradiças que o mesmo rei Ezequias havia coberto de ouro, e deu-o ao rei da Assíria.
17Depois o rei da Assíria enviou ao rei Ezequias, desde Laquis contra Jerusalém, a Tartã e a Rabe-Saris e a Rabsaqué, com um grande exército: e subiram, e vieram a Jerusalém. E havendo subido, vieram e pararam junto ao aqueduto do tanque de acima,
18Chamaram logo ao rei, e saiu a eles Eliaquim filho de Hilquias, que era mordomo, e Sebna escriba, e Joá filho de Asafe, chanceler.
1E aconteceu no décimo quarto ano do rei Ezequias, que Senaqueribe, rei da Assíria, subiu contra todas as cidades fortificadas de Judá, e as tomou.
2Então o rei da Assíria enviou a Rabsaqué, de Laquis a Jerusalém, ao rei Ezequias, com um grande exército; e ele parou junto ao duto do tanque superior, junto ao caminho do campo do lavandeiro.
20Os demais dos feitos de Ezequias, e todo o seu vigor, e como fez o tanque, e o aqueduto, e meteu as águas na cidade, não está escrito no livro das crônicas dos reis de Judá?
16Não escuteis a Ezequias; porque assim diz o rei da Assíria: fazei as pazes comigo, e saí até mim; e cada um com de sua vide, e de sua figueira, e cada um beba a água de sua [própria] cisterna;
25Eu cavei, e bebi as águas; e com as plantas dos meus pés secarei todos os rios do Egito.
30E não vos faça Ezequias confiar no SENHOR, dizendo: De certo nos livrará o SENHOR, e esta cidade não será entregue em mão do rei da Assíria.
31Não ouçais a Ezequias, porque assim diz o rei da Assíria: Fazei comigo paz, e saí a mim, e cada um comerá de sua vide, e de sua figueira, e cada um beberá as águas de seu poço;
16E outras coisas falaram seus servos contra o Deus o SENHOR, e contra seu servo Ezequias.
17Além de tudo isto escreveu cartas em que blasfemava ao SENHOR o Deus de Israel, e falava contra ele, dizendo: Como os deuses das nações dos países não puderam livrar seu povo de minhas mãos, tampouco o Deus de Ezequias livrará ao seu das minhas mãos.
18E clamaram a grande voz em judaico ao povo de Jerusalém que estava nos muros, para espantá-los e pôr-lhes temor, para tomar a cidade.
20Mas o rei Ezequias, e o profeta Isaías filho de Amoz, oraram por isto, e clamaram ao céu.
21Então Isaías, filho de Amós, mandou dizer a Ezequias: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Quanto ao que me pediste sobre Senaqueribe, rei da Assíria,
9E vistes as brechas [dos muros] da cidade de Davi, que eram muitas; e ajuntastes águas no tanque de baixo.
5E os servos do rei vieram até Isaías,
8E Ezequias e os príncipes vieram a ver os amontoados, e bendisseram ao SENHOR, e a seu povo Israel.
15Então Ezequias orou ao SENHOR, dizendo:
14Depois disto edificou o muro de fora da cidade de Davi, ao ocidente de Giom, no vale, à entrada da porta do peixe, e cercou a Ofel, e levantou-o muito alto; e pôs capitães de exército em todas as cidades fortes por Judá.
20Dizes, (por certo palavras de lábios): Tenho conselho e esforço para a guerra. Mas em que confias, que te rebelaste contra mim?
6Dado que este povo rejeitou as águas de Siloé, que correm calmamente, e se alegrou com Resim e com o filho de Remalias,
7Por isso eis que o Senhor fará subir sobre eles as águas do rio fortes e impetuosas: [que é] o rei da Assíria com todo o sua glória; e subirá sobre todas as suas correntes de águas, e transbordará por todas as suas margens;
26Porém Ezequias, depois de haver-se orgulhado seu coração, se humilhou, ele e os moradores de Jerusalém; e não veio sobre eles a ira do SENHOR nos dias de Ezequias.
27E teve Ezequias riquezas e glória muito em grande maneira; e fez-se de tesouros de prata e ouro, de pedras preciosas, de aromas, de escudos, e de todas as joias valiosas;
18Que Ezequias não vos engane, dizendo: O SENHOR nos livrará; por acaso os deuses das nações livraram cada um sua terra das mãos do rei da Assíria?
13Então Rabsaqué se pôs de pé, clamou em alta voz na língua judaica, e disse: Ouvi as palavras do grande rei, o rei da Assíria!
13Não sabeis o que eu e meus pais fizemos a todos os povos da terra? Puderam os deuses das nações das terras livrar sua terra de minha mão?
8E todos conspiraram entre si para virem guerrear contra Jerusalém, e causarem confusão nela.
5Eu, de fato, digo, que [teus] conselhos e poder de guerra são apenas palavras vazias. Em quem, pois, confias, para te rebelares contra mim?
13E aos catorze anos do rei Ezequias, subiu Senaqueribe rei da Assíria contra todas as cidades fortes de Judá, e tomou-as.
24Eu cavei e bebi as águas alheias, e sequei com as plantas de meus pés todos os rios de lugares bloqueados.
33Portanto assim diz o SENHOR quanto ao rei da Assíria: Ele não entrará nesta cidade, nem lançará flecha nela; nem também virá diante dela com escudo, nem levantará cerco contra ela.
32Portanto, o SENHOR diz assim do rei da Assíria: Não entrará nesta cidade, nem lançará flecha nela; nem virá diante dela escudo, nem será lançado contra ela baluarte.
9E ele, ao ouvir dizer que Tiraca, rei de Cuxe, tinha saído para fazer guerra contra ele, então, após ouvir, enviou mensageiros a Ezequias, dizendo: