2 Reis 7:18
Aconteceu, pois, da maneira que o homem de Deus havia falado ao rei, dizendo: Duas medidas de cevada por um siclo, e a medida de flor de farinha será vendida por um siclo amanhã a estas horas, à porta de Samaria.
Aconteceu, pois, da maneira que o homem de Deus havia falado ao rei, dizendo: Duas medidas de cevada por um siclo, e a medida de flor de farinha será vendida por um siclo amanhã a estas horas, à porta de Samaria.
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1Disse então Eliseu: Ouvi palavra do SENHOR: Assim disse o SENHOR: Amanhã a estas horas valerá a medida de flor de farinha um siclo, e duas medidas de cevada um siclo, à porta de Samaria.
2E um príncipe sobre cuja mão o rei se apoiava, respondeu ao homem de Deus, e disse: Se o SENHOR fizesse agora janelas no céu, seria isto assim? E ele disse: Eis que tu o verás com teus olhos, mas não comerás disso.
15E eles foram, e seguiram-nos até o Jordão: e eis que, todo o caminho estava cheio de roupas e utensílios que os sírios haviam lançado com a pressa. E voltaram os mensageiros, e fizeram-no saber ao rei.
16Então o povo saiu, e saquearam o campo dos sírios. E foram vendidos uma medida de flor de farinha por um siclo, e duas medidas de cevada por um siclo, conforme a palavra do SENHOR.
17E o rei pôs à porta a aquele príncipe sobre cuja mão ele se apoiava: e atropelou-lhe o povo à entrada, e morreu, conforme o que havia dito o homem de Deus, o que falou quando o rei desceu a ele.
19Ao qual aquele príncipe havia respondido ao homem de Deus, dizendo: Ainda que o SENHOR fizesse janelas no céu, poderia ser isso? E ele disse: Eis que tu o verás com teus olhos, mas não comerás disso.
20E veio-lhe assim; porque o povo lhe atropelou à entrada, e morreu.
41Ele então disse: Trazei farinha. E espalhou-a na caçarola, e disse: Dá de comer à gente. E não houve mais mal na caçarola.
42Veio então um homem de Baal-Salisa, o qual trouxe ao homem de Deus pães de primícias, vinte pães de cevada, e trigo novo em sua espiga. E ele disse: Da ao povo, para que comam.
43E respondeu seu servente: Como porei isto diante de cem homens? Mas ele voltou a dizer: Da ao povo para que comam, porque assim disse o SENHOR: Comerão, e sobrará.
22E a despensa de Salomão era cada dia trinta coros de farinha refinada, e sessenta coros de farinha comum;
10E vieram, e deram vozes aos guardas da porta da cidade, e declararam-lhes, dizendo: Nós fomos ao campo dos sírios, e eis que não havia ali homem, nem voz de homem, a não ser cavalos atados, asnos também atados, e o campo como se estava.
11E os porteiros deram vozes, e declararam-no dentro, no palácio do rei.
12E levantou-se o rei de noite, e disse a seus servos: Eu vos declararei o que nos fizeram os sírios. Eles sabem que temos fome, e saíram das tendas e esconderam-se no campo, dizendo: Quando houverem saído da cidade, os tomaremos vivos,
24Depois disto aconteceu, que Ben-Hadade rei da Síria juntou todo seu exército, e subiu, e pôs cerco a Samaria.
25E houve grande fome em Samaria, tendo eles cerco sobre ela; tanto, que a cabeça de um asno era vendida por oitenta peças de prata, e a quarta parte de uma porção de esterco de pombas por cinco peças de prata.
26E passando o rei de Israel pelo muro, uma mulher lhe deu vozes, e disse: Socorro, rei senhor meu.
6Além disso, amanhã a estas horas enviarei eu a ti meus servos, os quais vasculharão a tua casa, e as casas de teus servos; e tomarão com suas mãos, e levarão tudo o que for precioso que tiveres.
10Então ele se levantou, e se foi a Sarepta. E quando chegou à porta da cidade, eis que uma mulher viúva que estava ali colhendo gravetos; e ele a chamou, e disse-lhe: Rogo-te que me tragas um pouco de água em um vaso, para que beba.
11E indo ela para trazê-la, ele a voltou a chamar, e disse-lhe: Rogo-te que me tragas também um bocado de pão em tua mão.
12E ela respondeu: Vive o SENHOR Deus teu, que não tenho pão cozido; que somente um punhado de farinha tenho no jarro, e um pouco de azeite em uma botija: e agora cozia dois gravetos, para entrar-me e prepará-lo para mim e para meu filho, e que o comamos, e morramos.
28E disse-lhe o rei: Que tens? E ela respondeu: Esta mulher me disse: Dá aqui o teu filho, e o comamos hoje, e amanhã comeremos o meu.
16Antes que fossem estas coisas, vinham ao amontoado [de grão] de vinte [medidas] , e obtinham [somente] dez; vinham ao lagar para tirar cinquenta [vasos] do lagar, mas obtinham [somente] vinte.
15Depois lhe disse: Aproxima o lenço que trazes sobre ti, e segura-o. E enquanto ela o segurava, ele mediu seis medidas de cevada, e as pôs às costas: e veio ela à cidade.
15Agora, pois, enviará meu senhor a seus servos o trigo e cevada, e azeite e vinho, que disse;
16E o jarro da farinha não esvaziou, nem minguou a botija do azeite, conforme à palavra do SENHOR que havia dito por Elias.
14Porque o SENHOR Deus de Israel disse assim: O jarro da farinha não esvaziará, nem se diminuirá a botija do azeite, até aquele dia que o SENHOR dará chuva sobre a face da terra.
7Veio ela logo, e contou-o ao homem de Deus, o qual disse: Vai, e vende o azeite, e paga a teus credores; e tu e teus filhos vivei do que restar.
5Dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o alimento? E o sábado, para abriremos os depósitos de trigo, e diminuirmos a medida, aumentarmos o preço, e fraudarmos com balanças enganosas,
6Para comprarmos os pobres por dinheiro, e os necessitados por um par de sapatos, e venderemos os refugos do trigo?
7E o rei disse ao homem de Deus: Vem comigo à casa, e comerás, e eu te darei um presente.
8Mas o homem de Deus disse ao rei: Se me desses a metade de tua casa, não iria contigo, nem comeria pão nem beberia água neste lugar;
1E falou Eliseu àquela mulher a cujo filho havia feito viver, dizendo: Levanta-te, vai-te tu e toda tua casa a viver de onde puderes; porque o SENHOR chamou a fome, a qual virá também sobre a terra sete anos.
2Então a mulher se levantou, e fez como o homem de Deus lhe disse: e partiu-se ela com sua família, e viveu em terra dos filisteus sete anos.
3E quando foram passados os sete anos, a mulher voltou da terra dos filisteus: depois saiu para clamar ao rei por sua casa, e por suas terras.
32Porque sem dúvida virá o que ele disse a vozes por palavra do SENHOR contra o altar que está em Betel, e contra todas as casas dos altos que estão nas cidades de Samaria.
6E perguntando o rei à mulher, ela lhe contou. Então o rei lhe deu um eunuco, dizendo-lhe: Faze-lhe voltar todas as coisas que eram suas, e todos os frutos das terras desde o dia que deixou o país até agora.
7Eliseu se foi logo a Damasco, e Ben-Hadade rei da Síria estava enfermo, ao qual deram aviso, dizendo: O homem de Deus veio aqui.
6E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, dizendo: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques ao azeite e ao vinho.
10E a comida que comerás será do peso de vinte siclos cada dia; de tempo em tempo a comerás.
7E Saul respondeu a seu criado: Vamos agora: mas que levaremos ao homem? Porque o pão de nossos alforjes se acabou, e não temos que presentear ao homem de Deus: que temos?
8Então voltou o criado a responder a Saul, dizendo: Eis que se acha em minha mão a quarta parte de um siclo de prata: isto darei ao homem de Deus, porque nos declare nosso caminho.
8E foi a ele palavra do SENHOR, dizendo:
2Foi, pois, Elias a mostrar-se a Acabe. Havia naquele tempo grande fome em Samaria.
16Então me disse: Filho do homem, eis que destruirei o sustento do pão em Jerusalém, e comerão o pão por peso, e com angústia; e beberão a água por medida, e com espanto.
31O linho, pois, e a cevada foram feridos; porque a cevada estava já espigada, e o linho em flor.
10E eis que para os operários teus servos, cortadores da madeira, ei dado vinte mil coros de trigo em grão, e vinte mil coros de cevada, e vinte mil batos de vinho, e vinte mil batos de azeite.
17E tirou espigas no campo até à tarde, e debulhou o que havia colhido, e foi como um efa de cevada.
31E ele disse: Assim me faça Deus, e assim me acrescente, se a cabeça de Eliseu filho de Safate restar sobre ele hoje.
13Esta será a oferta que oferecereis: a sexta parte de um efa de ômer do trigo; também dareis a sexta parte de um efa de ômer da cevada.