Atos dos Apóstolos 19:40
Porque corremos perigo de que hoje sejamos acusados de rebelião, tendo causa nenhuma para dar como explicação para este tumulto.
Porque corremos perigo de que hoje sejamos acusados de rebelião, tendo causa nenhuma para dar como explicação para este tumulto.
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36Portanto, sendo que estas coisas não podem ser contraditas, vós deveis vos acalmar, e nada façais precipitadamente;
37Porque vós trouxestes [aqui] estes homens, que nem são sacrílegos, nem blasfemam de vossa deusa.
38Então se Demétrio e os artesãos que estão com ele tem algum assunto contra ele, os tribunais estão abertos, e há procônsules; que se acusem uns aos outros.
39E se procurais alguma outra coisa, será decidido em uma reunião legalizada.
41E tendo dito isto, despediu o ajuntamento.
32Então gritavam, [alguns de uma maneira] , outros de outra [maneira] ; porque o ajuntamento [de pessoas] era confuso; e a maioria não sabia por que causa estavam juntos.
33E tiraram da multidão a Alexandre, os judeus o pondo para a frente. E Alexandre, acenando com a mão, queria [se] defender ao povo.
18N [isto] , tendo eu me purificado, nem com multidões, nem com tumulto, alguns judeus da Ásia me acharam,
19Os quais era necessário que estivessem [aqui] presentes diante de ti, se tivessem alguma coisa contra mim.
20Ou digam estes mesmos, se eles acharam alguma má ação em mim quando eu estava perante o Supremo Conselho;
21A não ser somente esta palavra com que, quando eu estava entre eles, clamei, que pela ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado hoje por vós.
15E mandando-os saírem fora do Conselho, discutiam entre si,
16Dizendo: O que faremos a estes homens? Porque um sinal notório foi feito por eles, manifesto a todos os que habitam em Jerusalém, e não podemos negar.
6O qual também tentou profanar o Templo; ao qual também prendemos, e quisemos julgar conforme a nossa Lei.
7Mas tendo vindo sobre [nós] o comandante Lísias, com grande violência, tirou [-o] das nossas mãos;
8investigando-o tu mesmo, poderás entender todas estas coisas das quais o acusamos.
21Mas eles lhe disseram: Nós nem recebemos cartas da Judeia relacionadas a ti, nem algum dos irmãos, tendo vindo aqui, tem nos informado ou falado de ti algum mal.
22Mas nós queríamos ouvir de ti o que tu pensas; porque, quanto a esta seita, conhecemos que em todo lugar [há quem] fale contra ela.
15Agora vós, então, juntamente com o Supremo Conselho, fazei saber ao comandante que amanhã ele o traga a vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, nós estamos prontos para o matar.
34E na multidão clamavam [uns de uma maneira] , e outros de outra maneira; mas [como] ele não podia saber com certeza por causa do tumulto, ele mandou que o levassem para a área fortificada.
20E apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens perturbam nossa cidade, sendo judeus;
21E eles anunciam costumes que não nos é lícito receber, nem fazer; pois somos romanos.
22E a multidão se levantou juntamente contra eles; e os oficiais, rasgando suas roupas, mandaram que fossem açoitados.
23Mas naquele tempo aconteceu um não pequeno alvoroço quanto ao caminho [de Jesus] .
20Porque tu trazes coisas estranhas aos nossos ouvidos; então queremos saber o que isto quer dizer.
28E eles, ao ouvirem [estas coisas] , encheram-se de ira, e clamaram, dizendo: Grande é a Diana dos efésios!
29E toda a cidade se encheu de tumulto, e em concordância eles invadiram ao teatro, tomando consigo a Gaio e a Aristarco, macedônios, companheiros de Paulo na viagem.
37Mas Paulo lhes disse: Eles nos açoitaram publicamente, e sem sermos sentenciados, sendo nós homens romanos, lançaram-nos na prisão, e agora nos lançam fora às escondidas? [Assim] não! Mas que eles mesmos venham e nos tirem.
38E os guardas voltaram para dizer aos magistrados estas palavras; e eles temeram ao ouvirem que eram romanos.
8E eles tumultuaram a multidão, e às autoridades da cidade, que ouviam estas coisas.
16Aos quais eu respondi não ser costume dos romanos entregar a algum homem à morte, antes que o acusado tenha seus acusadores face a face, e tenha oportunidade para se defender da acusação.
17Portanto, tendo eles se reunido aqui, fazendo nenhum adiamento, no [dia] seguinte, estando eu sentado no tribunal, mandei trazer ao homem.
20Porque nós não podemos deixar de falar daquilo que temos visto e ouvido.
21Mas eles, tendo os ameaçado ainda mais, nada acharam [de motivo] para os castigar, e os deixaram ir por causa do povo; porque todos glorificavam a Deus pelo que tinha acontecido.
28E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao Supremo Conselho deles.
29O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.
23Dizendo: Nós achamos a prisão fechada, em toda segurança, e com os guardas que estavam fora junto às portas; mas quando [as] abrimos, a ninguém achamos dentro.
17E aconteceu que, três dias depois, Paulo chamou juntos os chefes dos judeus; e ao se reunirem, disse-lhes: Homens irmãos, tendo eu nada feito contra o povo, ou contra os costumes dos pais, [mesmo assim] eu vim preso desde Jerusalém, entregue em mãos dos romanos.
18Os quais, tendo me investigado, queriam [me] soltar, por não haver em mim nenhum crime de morte.
19Mas os judeus, dizendo em contrário, eu fui forçado a apelar a César; [mas] não como que eu tenha que acusar a minha nação.
2E sendo chamado, Tértulo começou a acusá [-lo] , dizendo:
9E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.
10E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.
12E nem me acharam falando com alguém no Templo, nem incitando ao povo, nem nas sinagogas, nem na cidade.
30E toda a cidade se tumultuou, e houve um ajuntamento do povo; e tendo detido a Paulo, trouxeram-no para fora do Templo; e logo as portas foram fechadas.
31E eles, procurando matá-lo, a notícia chegou ao comandante e aos soldados, de que toda Jerusalém estava em confusão.
14E, se isto for ouvido pelo governador, nós o persuadiremos, e vos manteremos seguros.
36Porque a multidão do povo [o] seguia, gritando: Tragam-no para fora!
25Aos quais, tendo os reunido com os trabalhadores de semelhantes coisas, ele disse: Homens, vós sabeis que deste ofício temos nossa prosperidade.
30Por que também nós à toda hora estamos em perigo?