Atos dos Apóstolos 21:3
E tendo Chipre à vista, e deixando-a à esquerda, navegamos para a Síria, e viemos a Tiro; porque o navio tinha de deixar ali sua carga.
E tendo Chipre à vista, e deixando-a à esquerda, navegamos para a Síria, e viemos a Tiro; porque o navio tinha de deixar ali sua carga.
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1E quando aconteceu de termos saído deles, e navegado, percorremos diretamente, e viemos a Cós, e [n] o [dia] seguinte a Rodes, e dali a Pátara.
2E tendo achado um navio que passava para a Fenícia, nós embarcamos nele, e partimos.
2E embarcando [-nos] em um navio adramitino, estando a navegar pelos lugares [costeiros] da Ásia, nós partimos, estando conosco Aristarco, o macedônio de Tessalônica.
3E no [dia] seguinte, chegamos a Sídon; e Júlio, tratando bem a Paulo, permitiu [-lhe] que fosse aos amigos, para [receber] cuidado [deles] .
4E tendo partido dali, nós fomos navegando abaixo do Chipre, porque os ventos estavam contrários.
5E tendo passado ao longo do mar da Cilícia e Panfília, viemos a Mira em Lícia.
6E o centurião, tendo achado ali um navio de Alexandria, que estava navegando para a Itália, nos fez embarcar nele.
7E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo [continuar por ali] , navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.
8E tendo com dificuldade percorrido sua costa, chegamos a um certo lugar, chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.
4E nós ficamos ali por sete dias; e achamos aos discípulos, os quais diziam pelo Espírito a Paulo, que não subisse a Jerusalém.
5E tendo passado [ali] aqueles dias, nós saímos e seguimos nosso caminho, acompanhando-nos todos com [suas] mulheres e filhos até fora da cidade; e postos de joelhos na praia, oramos.
6E saudando-nos uns aos outros, subimos ao navio; e eles voltaram para as [casas] deles.
7E nós, acabada a navegação de Tiro, chegamos a Ptolemaida; e tendo saudado aos irmãos, ficamos com eles por um dia.
10Os quais nos honraram com muitas honras; e estando [nós] para navegar, [nos] entregaram as coisas necessárias.
11E três meses depois, nós partimos em um navio de Alexandria, que tinha passado o inverno na ilha; o qual tinha como símbolo os gêmeos Castor e Pólux.
12E chegando a Siracusa, ficamos [ali] três dias.
13De onde, tendo indo ao redor da costa, chegamos a Régio; e um dia depois, ventando ao sul, viemos o segundo dia a Putéoli.
14Onde, tendo achado [alguns] irmãos, eles nos rogaram que ficássemos com eles por sete dias; e assim viemos a Roma.
13E nós, tendo ido adiante ao navio, navegamos até Assôs, onde estaríamos para receber a Paulo, porque assim ele tinha ordenado; e ele ia a pé.
14E quando ele se encontrou conosco em Assôs, nós o tomamos, e fomos a Mitilene.
15E navegando dali, chegamos no [dia] seguinte em frente a Quios; e no outro dia aportamos em Samos; e ficando em Trogílio, no dia seguinte viemos a Mileto.
16Porque Paulo tinha decidido navegar [desviando-se] de Éfeso, para não lhe haver de gastar tempo na Ásia; porque ele se apressava para estar em Jerusalém do dia de Pentecostes, caso lhe fosse possível.
5Estes, indo adiante, nos esperaram em Trôade.
6E depois dos dias dos [pães] não fermentados, nós navegamos de Filipos, e em cinco dias viemos até eles, onde ficamos por sete dias.
10E quando ele viu a visão, logo procuramos partir para a Macedônia, concluindo que o Senhor estava nos chamando para anunciarmos o Evangelho a eles.
11Então, tendo navegado desde Trôade, viemos correndo caminho direto a Samotrácia, e no [dia] seguinte a Neápolis.
12E dali a Filipos, que é a primeira cidade desta parte da Macedônia, [e é] uma colônia; e estivemos naquela cidade [por] alguns dias.
13E tendo partido de Pafo, Paulo e os que estavam com ele foram a Perges, [cidade] da Panfília. Mas João, separando-se deles, voltou a Jerusalém.
4Portanto estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia, e dali navegaram para o Chipre.
15E depois daqueles dias, nós nos arrumamos, e subimos a Jerusalém.
16E foram também conosco [alguns] dos discípulos de Cesareia, trazendo [consigo] a um certo Mnáson, cipriota, discípulo antigo, com o qual íamos nos hospedar.
12E não sendo aquele porto adequado para passar o inverno, a maioria preferiu partir dali, para ver se podiam chegar a Fênix, que é um porto de Creta, voltada para o lado do vento sudoeste e noroeste, para ali passarem o inverno.
13E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.
3E ficando [ali] por três meses, e havendo contra ele uma cilada posta pelos judeus quando ele estava a ponto de navegar para a Síria, ele decidiu voltar pela Macedônia.
18E sendo muito afligidos pela tempestade, no [dia] seguinte jogaram a carga para fora [do navio] .
19E no terceiro [dia] , com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.
21Depois fui para as regiões da Síria e da Cilícia.
22E tendo vindo a Cesareia, subiu e, saudando à igreja, desceu a Antioquia.
30E [quando] os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,
39E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.
40E tendo levantado as âncoras, deixaram [-no] ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando [-o] à praia.
41Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.
8E tendo passado por Mísia, desceram a Trôade.
1Portanto, não podendo mais aguentar, pareceu-nos bem ficarmos sozinhos em Atenas;
15E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados [por ele] .
16E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;
26Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.
27E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no [mar] Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra [firme] .
1E tendo sobrevivido, então souberam que a ilha se chamava Malta.
26E dali navegaram para Antioquia, onde tinham sido encomendados à graça de Deus para a obra que eles [já] tinham cumprido.