Atos dos Apóstolos 23:12
E tendo vindo o dia, alguns dos judeus fizeram uma conspiração, e prestaram juramento sob pena de maldição, dizendo que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem a Paulo.
E tendo vindo o dia, alguns dos judeus fizeram uma conspiração, e prestaram juramento sob pena de maldição, dizendo que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem a Paulo.
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13E eram mais de quarenta os que fizeram este juramento.
14Os quais foram até os chefes dos sacerdotes e os anciãos, [e] disseram: Fizemos juramento sob pena de maldição, de que nada experimentaremos enquanto não matarmos a Paulo.
15Agora vós, então, juntamente com o Supremo Conselho, fazei saber ao comandante que amanhã ele o traga a vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, nós estamos prontos para o matar.
20E ele disse: Os judeus combinaram de te pedirem que amanhã tu leves a Paulo ao Supremo Conselho, como se fosse para que lhe perguntem mais detalhadamente;
21Porém tu, não acredites neles; porque mais de quarenta homens deles estão lhe preparando cilada, os quais sob pena de maldição fizeram juramento para não comerem nem beberem enquanto não o tiverem matado; e eles já estão preparados, esperando de ti a promessa.
33E até enquanto o dia estava vindo, Paulo exortava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: Hoje já é o décimo quarto dia, em que estais esperando, continuando sem comer, nada tendo experimentado.
23E passados vários dias, os judeus tiveram conselho entre si para o matarem.
24Mas as ciladas deles foram conhecidas por Saulo; e eles vigiavam as portas, tanto de dia como de noite, para poderem matá-lo.
17E aconteceu que, três dias depois, Paulo chamou juntos os chefes dos judeus; e ao se reunirem, disse-lhes: Homens irmãos, tendo eu nada feito contra o povo, ou contra os costumes dos pais, [mesmo assim] eu vim preso desde Jerusalém, entregue em mãos dos romanos.
18Os quais, tendo me investigado, queriam [me] soltar, por não haver em mim nenhum crime de morte.
30E [n] o [dia] seguinte, querendo saber corretamente a causa de por que ele era acusado pelos judeus, ele o soltou das correntes, e mandou vir aos chefes dos sacerdotes e todo o Supremo Conselho deles; e tendo trazido a Paulo, apresentou [-o] diante deles.
21Por causa disto os judeus me pegaram no Templo, e procuravam [me] matar.
27E tendo os sete dias quase quase completados, os judeus da Ásia, vendo-o, tumultuaram a todo o povo, e lançaram as mãos sobre ele [para o deterem] ,
24Porém os homens de Israel foram postos em apuros aquele dia; porque Saul havia conjurado ao povo, dizendo: Qualquer um que comer pão até a tarde, até que tenha tomado vingança de meus inimigos, seja maldito. E todo o povo não havia provado pão.
2E o sumo sacerdote e os líderes dos judeus compareceram diante dele contra Paulo, e lhe rogaram;
3Pedindo favor contra ele, para que o fizesse vir a Jerusalém, preparando cilada para o matarem no caminho.
11E ele, tendo vindo a nós, e tomando a cinta de Paulo, e atando-se os pés e as mãos, disse: Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus em Jerusalém atarão ao homem a quem [pertence] esta cinta, e o entregarão nas mãos dos gentios.
12E nós, tendo ouvido isto, rogamos a ele, tanto nós como os que eram daquele lugar, que ele não subisse a Jerusalém.
13Mas Paulo respondeu: O que vós estais fazendo, ao chorarem e afligirem o meu coração? Porque eu estou pronto, não somente para ser atado, mas até mesmo para morrer em Jerusalém, pelo nome do Senhor Jesus.
30E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.
31Tendo então os soldados tomado a Paulo, assim como lhes tinha sido ordenado, trouxeram-no durante a noite a Antipátride.
10E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.
11E [n] a noite seguinte o Senhor, aparecendo-lhe, disse: Tem bom ânimo, Paulo! Porque assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim é necessário que tu dês testemunho também em Roma.
30E toda a cidade se tumultuou, e houve um ajuntamento do povo; e tendo detido a Paulo, trouxeram-no para fora do Templo; e logo as portas foram fechadas.
31E eles, procurando matá-lo, a notícia chegou ao comandante e aos soldados, de que toda Jerusalém estava em confusão.
32O qual, tendo tomado logo consigo soldados e centuriões, correu até eles. E eles, vendo ao comandante e aos soldados, pararam de ferir a Paulo.
1Vinda a manhã, todos os chefes dos sacerdotes e anciãos do povo juntamente se aconselharam contra Jesus, para o matarem.
42Então o conselho dos soldados foi de que matassem aos presos, para que nenhum [deles] fugisse a nado.
15Por causa do qual, estando eu em Jerusalém, os chefes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus compareceram [a mim] , pedindo julgamento contra ele.
7E tendo ele vindo, os judeus que haviam descido de Jerusalém [o] rodearam, trazendo contra Paulo muitas e graves acusações, que não podiam provar.
18E tendo disto isto, apenas detiveram as multidões de que não fizessem sacrifícios a eles.
19Mas vieram [alguns] judeus de Antioquia, e de Icônio, e persuadiram a multidão; e apedrejando a Paulo, arrastaram [-no] para fora da cidade, pensando que ele estivesse morto.
4E conversaram a fim de, usando mentira, prenderem Jesus, e [o] matarem.
11Pois tu podes entender que há não mais que doze dias, eu tinha subido a Jerusalém para adorar.
12O grupo de soldados pois, e o comandante, e os oficiais dos judeus juntamente tomaram a Jesus, e o amarraram.
12Mas sendo Gálio o procônsul da Acaia, os judeus se levantaram em concordância contra Paulo, e o trouxeram ao tribunal,
23E ele, chamando a si certos dois dos centuriões, disse: Aprontai duzentos soldados para irem até Cesareia; e setenta cavaleiros, e duzentos arqueiros, a partir das terceira hora da noite.
45Mas os Judeus, ao verem as multidões, ficaram cheios de inveja, e falavam contrariamente ao que Paulo dizia, falando contrariamente e blasfemando.
23E ele mandou ao centurião que guardassem a Paulo, e estivesse com [alguma] liberdade, e impedir a ninguém dos seus [amigos] lhe prestasse serviço, ou vir até ele.
3E vendo que isto agradava aos judeus, ele fez ainda mais, para também prender a Pedro (e eram os dias dos [pães] sem fermento).
11E [voltou] a subir, e tendo partido e experimentado o pão, ele falou longamente até o nascer do dia; e assim ele partiu.
7E no primeiro [dia] da semana, tendo os discípulos se reunido para partir o pão, Paulo discutia com eles, estando para partir no dia seguinte; e ele estendeu a discussão até a meia noite.
9E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo [os] exortava,
30E tendo ele dito isto, o rei se levantou, e [também] o governador, Berenice, e os que estavam sentados com eles.
31E reunindo-se à parte, falavam uns aos outros, dizendo: Este homem nada faz [que seja] digno de morte ou de prisões.
9E os judeus também concordaram, dizendo serem estas coisas assim.
30E Paulo, querendo sair ao povo, os discípulos não o permitiram.
1E Paulo, olhando fixamente a [os d] o Supremo Conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.
53Então desde aquele dia se aconselhavam juntos para o matarem.
12Eles então lhe disseram: Nós viemos para prender-te, e entregar-te em mão dos filisteus. E Sansão lhes respondeu: Jurai-me que vós não me matareis.