Daniel 1:14
E ele consentiu-lhes nisto, e fez teste com eles por dez dias.
E ele consentiu-lhes nisto, e fez teste com eles por dez dias.
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15E ao fim dos dez dias foi visto que eles estavam com rostos de melhor aparência e mais bem nutridos que os outros rapazes que comiam da porção de alimento do rei.
16Foi assim que Melsar lhes tirou a porção de alimento deles, e o vinho que deviam beber, e continuou a lhes dar legumes.
17Quanto a estes quatro rapazes, Deus lhes deu conhecimento e inteligência em todas as letras e sabedoria; Daniel, porém, teve entendimento em toda visão e sonhos.
18E quando terminaram os dias dos quais o rei tinha dito que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe diante de Nabucodonosor.
19E o rei falou com eles, e entre todos eles não foi achado [alguém] como Daniel, Ananias, Misael, e Azarias; e assim se tornaram assistentes diante do rei.
20E em todo negócio de sabedoria [e] inteligência que o rei lhes demandou, achou-os dez vezes melhores que todos os magos e astrólogos que havia em todo o seu reino.
3E o rei disse a Aspenaz, chefe de seus eunucos, que trouxesse [alguns] dos filhos de Israel, da família real, e dos príncipes,
4Rapazes em quem não houvesse defeito físico algum, de boa aparência, entendidos em toda sabedoria, sábios em conhecimento, de boa inteligência, e que tivessem habilidade em prestar assistência no palácio do rei; e que os ensinassem as letras e a língua dos caldeus.
5E o rei lhes determinou uma porção diária de alimento, da comida do rei, e do vinho que bebia; e que [assim] fossem tratados por três anos, para que ao fim eles estivessem diante do rei.
6E foram entre eles, dos filhos de Judá, Daniel, Ananias, Misael e Azarias,
7Aos quais o chefe dos eunucos pôs [outros] nomes: a Daniel, Beltessazar; a Ananias, Sadraque; a Misael, Mesaque; e a Azarias, Abednego.
8E Daniel propôs em seu coração de não se contaminar com a porção diária de alimento da comida do rei, nem no vinho que ele bebia; então pediu ao chefe dos eunucos para não se contaminar.
9(Pois Deus concedeu a Daniel o agrado e o favor do chefe dos eunucos.)
10E disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo de meu senhor o rei, que determinou vossa comida e vossa bebida; pois, e se ele perceber que vossos rostos estão com pior aparência que os dos rapazes que são semelhantes a vós? Assim poríeis minha cabeça em risco diante do rei.
11Então disse Daniel a Melsar, a quem o chefe dos eunucos havia ordenado sobre Daniel, Ananias, Misael, e Azarias:
12Faze um teste, eu te peço, com teus servos por dez dias, e dê-nos legumes para comer, e água para beber.
13Então se vejam diante de ti nossos rostos, e os rostos dos rapazes que comem da porção de alimento da comida do rei; e faze com teus servos conforme o que vires.
4Para mostrar as riquezas da glória de seu reino, e o esplendor de sua majestosa grandeza, por muitos dias: cento e oitenta dias.
5E acabados aqueles dias, o rei fez um banquete a todo o povo que se achava na fortaleza de Susã, desde o maior até o menor, durante sete dias, no pátio do jardim do palácio real.
13Então o rei perguntou aos sábios que entendiam dos tempos (porque assim era o costume do rei para com todos os que sabiam a lei e o direito;
14E os mais próximos dele eram Carsena, Setar, Adamata, Társis, Meres, Marsena, e Memucã, sete príncipes da Pérsia e da Média, que viam o rosto do rei, e se sentavam nas [posições] principais do reino)
2Naqueles dias eu, Daniel, me entristeci durante três semanas completas.
3Não comi alimento agradável, nem carne nem vinho entrou em minha boca, nem me untei com unguento, até que se completassem três semanas.
10No sétimo dia, quando o coração do rei estava alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar, e Carcas, sete eunucos que serviam diante do rei Assuero,
16E Daniel entrou, e pediu ao rei que lhe desse tempo para que ele mostrasse a interpretação ao rei.
7E aconteceu que ao fim de dez dias veio a palavra do SENHOR a Jeremias.
12Então se aproximaram e falaram diante do rei acerca do decreto real: Por acaso não assinaste o decreto que todo aquele que pedir a qualquer deus ou humano no intervalo de trinta dias, a não ser a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões? O rei respondeu: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
13Então disseram diante do rei: Daniel, que é um dos cativos de Judá, não respeitou a ti, ó rei, nem ao decreto que assinaste; em vez disso três vezes ao dia ele faz sua oração.
14Quando o rei ouviu isso, pesou-lhe muito, e tentou pensar em como livrar Daniel; e até o pôr do sol trabalhou para livrá-lo.
21E esta palavra foi do agrado dos olhos do rei e dos príncipes, e o rei fez conforme o que Memucã havia dito;
7Todos os supervisores do reino, os prefeitos, governadores, conselheiros e capitães, concordaram em sugerir a promulgação de um decreto real, e estabelecer um estatuto forte, que qualquer um que, no intervalo de trinta dias, fizer alguma petição a qualquer deus ou humano, a não ser a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
23E toda aquela multidão determinou que celebrassem outros sete dias; e celebraram outros sete dias com alegria.
21Ordenando-lhes que comemorassem o décimo quarto [dia] do mês de Adar, e o décimo quinto do mesmo, todos os anos.
7E dava-se de beber em taças de ouro, e as taças eram diferentes umas das outras; e havia muito vinho real, conforme a generosidade do rei.
10A rainha, por causa das palavras do rei e de seus maiorais, entrou na casa do banquete. A rainha disse: Ó rei, vive para sempre! Não te perturbem teus pensamentos, nem se mude teu semblante.
17[Sucedeu isto] no [dia] treze do mês de Adar; e repousaram no [dia] catorze do mesmo, e fizeram dele um dia de banquetes e de alegria.
8E que de todo aquele que não viesse em três dias, segundo o conselho dos príncipes e dos anciãos, fosse tomada toda a sua riqueza, e ele fosse separado da comunidade dos transportados.
2Então os servos do rei, que lhe serviam, disseram: Busquem-se ao rei moças virgens de boa aparência;
10E a comida que comerás será do peso de vinte siclos cada dia; de tempo em tempo a comerás.
4E a moça que agradar aos olhos do rei, reine em lugar de Vasti.E isto foi do agrado dos olhos do rei, e ele assim fez.
1Pareceu bem a Dario constituir sobre o reino cento vinte governadores que estivessem em todo o reino.
10Para que ofereçam sacrifícios de aroma suave ao ao Deus dos céus, e orem pela vida do rei e de seus filhos.
17E juntou-os no cárcere por três dias.
18Para que pedissem misericórdia do Deus do céu sobre este mistério, e que Daniel e seus companheiros não perecessem juntamente com os demais sábios da Babilônia.
9E a moça foi do agrado de seus olhos, e alcançou favor diante dele; por isso ele se apressou em [lhe dar] seus enfeites e suas porções de alimento, dando-lhe também sete moças escolhidas da casa do rei; e ele a passou com suas moças ao melhor [lugar] da casa das mulheres.
18E o que se preparava para cada dia era um boi, [e] seis ovelhas escolhidas; também preparavam aves para mim, e cada dez dias todas as variedades de muito vinho; e nem por isso exigi o pão do governador, porque a servidão deste povo era grave.
34E continuamente foi-lhe dada provisão pelo rei da Babilônia, uma porção diária, até o dia de sua morte, por todos os dias de sua vida.
30E foi-lhe diariamente dada sua comida da parte do rei de contínuo, todos os dias de sua vida.
4Isto agradou ao rei e a toda a multidão.