Daniel 6:25
Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada.
Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada.
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1O rei Nabucodonosor, a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: paz vos seja multiplicada;
6Teor da carta que Tatenai, o governador além do rio, e Setar-Bozenai, e seus companheiros os afarsaquitas, que estavam além do rio, enviaram ao rei Dario.
7Enviaram-lhe uma carta, e assim estava escrito nela: Toda a paz ao rei Dario.
5Então esses homens disseram: Não acharemos acusação alguma contra este Daniel, a não ser se a acharmos contra ele na lei de seu Deus.
6Então esses supervisores e governadores foram juntos ao rei, e lhe disseram assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
7Todos os supervisores do reino, os prefeitos, governadores, conselheiros e capitães, concordaram em sugerir a promulgação de um decreto real, e estabelecer um estatuto forte, que qualquer um que, no intervalo de trinta dias, fizer alguma petição a qualquer deus ou humano, a não ser a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
8Agora, ó rei, confirma o decreto, e assina a escritura, para que não se mude, conforme à lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
9Por esta causa o rei Dario assinou o decreto por escrito.
10E Daniel, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa, e com as janelas de seu quarto abertas, voltadas para Jerusalém, punha-se de joelhos três vezes ao dia, e orava, e confessava diante de seu Deus, assim como costumava fazer antes.
11Então aqueles homens se juntaram, e encontraram Daniel orando e suplicando diante de seu Deus.
12Então se aproximaram e falaram diante do rei acerca do decreto real: Por acaso não assinaste o decreto que todo aquele que pedir a qualquer deus ou humano no intervalo de trinta dias, a não ser a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões? O rei respondeu: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
13Então disseram diante do rei: Daniel, que é um dos cativos de Judá, não respeitou a ti, ó rei, nem ao decreto que assinaste; em vez disso três vezes ao dia ele faz sua oração.
26De minha parte é feito um decreto, que em todo o domínio de meu reino, [todos] tremam e temam a presença do Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivente, que permanece para sempre; seu reino não se pode destruir, e seu domínio [dura] até o fim.
27Ele resgata e livra, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou a Daniel do poder dos leões.
28E este Daniel foi próspero no reino de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.
11Também é dada por mim ordem, que qualquer um que mudar este decreto, um madeiro de sua casa seja derrubado, levantado, e nele seja empalado; e sua casa se torne um amontoado por causa disso.
12E o Deus que fez habitar ali seu nome, derrube a todo rei e povo que estenderem sua mão para mudar ou destruir esta casa de Deus, que está em Jerusalém. Eu, Dario, fiz o decreto; apressadamente se cumpra.
13Então Tatenai, o governador dalém do rio, e Setar-Bozenai, e seus companheiros, assim fizeram apressadamente, conforme o que o rei Dario havia mandado.
1Pareceu bem a Dario constituir sobre o reino cento vinte governadores que estivessem em todo o reino.
2E sobre eles três supervisores, dos quais Daniel era um, a quem estes governadores deviam prestar contas, para que o rei não sofresse dano.
20E chegando perto da cova, chamou a Daniel com voz triste; e o rei falou a Daniel: Daniel, servo do Deus vivente! O teus Deus, a quem tu continuamente serves, pôde te livrar dos leões?
21Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
15Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram ao rei: Sabe, ó rei, que é a lei dos medos e dos persas, que nenhum decreto um ordenança que o rei estabeleceu pode ser mudada.
16Então o rei mandou trazerem a Daniel, e [o] lançaram na cova dos leões. E o rei falou a Daniel: O teu Deus, a quem tu serves continuamente, ele te livre.
17E foi trazida uma pedra, e foi posta sobre a abertura da cova, a qual o rei selou com seu anel, e com o anel de seus grandes, para que a sentença acerca de Daniel não fosse mudada.
1Então o rei Dario deu ordem, e buscaram nos arquivos da tesouraria na Babilônia.
23Então o rei se alegrou muito por causa dele, e mandou tirar a Daniel da cova; assim Daniel foi tirado da cova, e nenhum dano se achou nele, pois havia confiado em seu Deus.
24Então o rei mandou trazerem aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos, e suas mulheres; e nem sequer haviam chegado ao fundo da cova, quando os leões os tomaram, e quebraram todos os seus ossos.
4E o arauto proclamava em alta voz: Manda-se a vós, ó povos, nações, e línguas,
14E foi lhe dado domínio, honra, e reino, de modo que todos os povos, nações e línguas lhe serviram; seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e seu reino não será destruído.
17[Então] o rei enviou [esta] resposta a Reum, o comandante, e a Sinsai, o escrivão, e aos demais de seus companheiros que habitam em Samaria, como também aos demais da parte além do rio: Paz.
22Então enviou cartas a todas a províncias do rei, a cada província segundo sua escrita, e a cada povo segundo sua língua, que todo homem fosse senhor em sua casa, e falasse isto conforme a língua de cada povo.
12Artaxerxes, rei de reis, ao sacerdote Esdras, escriba da perfeita Lei de Deus do céu. Paz.
29Portanto eu faço um decreto, que todo povo, nação, e língua, que disser blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque, e Abednego, seja despedaçado, e sua casa seja se torne um amontoado de entulhos; pois não há outro deus que possa livrar como este.
30E foram enviadas cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do rei Assuero, com palavras de paz e de verdade,
37Tu, ó rei, és rei de reis; pois o Deus do céu te deu o reino, poder, força, e majestade.
6E dizei-lhe assim: Que vivas e seja paz a ti, e paz à tua família, e paz a tudo quanto tens.
17Então Daniel respondeu, e disse diante do rei: Fiquem contigo tuas dádivas, e dá teus presentes a outro; contudo lerei a escritura ao rei, e lhe farei saber a interpretação.
18Quanto a ti, ó rei, o Deus Altíssimo deu a teu pai Nabucodonosor o reino, a grandeza, a glória, e a majestade;
19E pela grandeza que ele lhe deu, todos os povos, nações, e línguas tremiam e temiam diante dele. Ele matava a quem queria, e concedia vida a quem queria; ele engrandecia a quem queria, e abatia a quem queria.
28PERES: Dividido foi teu reino, e entregue aos a medos e aos persas.
24Então dele foi enviada aquela parte da mão que esculpiu esta escritura.
9Eles falaram ao rei Nabucodonosor: Ó rei, vive para sempre!
48Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitos e grandes presentes, e o pôs por governador de toda a província da Babilônia, e por príncipe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia.
13Então Daniel foi trazido diante do rei. E o rei disse a Daniel: És tu aquele Daniel dos cativos de Judá, que meu pai trouxe de Judá?
21E Daniel esteve até o primeiro ano do rei Ciro.
31Enquanto a palavra ainda estava na boca do rei, uma voz caiu do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: perdeste o teu reino,
16E Daniel entrou, e pediu ao rei que lhe desse tempo para que ele mostrasse a interpretação ao rei.
19E o rei falou com eles, e entre todos eles não foi achado [alguém] como Daniel, Ananias, Misael, e Azarias; e assim se tornaram assistentes diante do rei.
18Para que pedissem misericórdia do Deus do céu sobre este mistério, e que Daniel e seus companheiros não perecessem juntamente com os demais sábios da Babilônia.