Eclesiastes 1:7
Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar onde os ribeiros correm, para ali eles voltam a correr.
Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar onde os ribeiros correm, para ali eles voltam a correr.
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4Geração vai, e geração vem; porém a terra permanece para sempre.
5O sol nasce, e o sol se põe; e se apressa ao seu lugar onde nasceu.
6O vento vai ao sul, e rodeia para o norte; continuamente o vento vai rodeando e voltando aos lugares onde circulou.
8Todas [estas] coisas são [tão] cansativas, que ninguém consegue descrever; os olhos não ficam satisfeitos de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
9O que foi, isso será; e o que se fez, isso será feito; de modo que nada há de novo abaixo do sol.
10Existe algo que se possa dizer: Vê isto, que é novo?Isso já existia nos tempos passados, que foram antes de nós.
11As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca.
8Então me disse: Estas águas saem para a região do oriente, descem à planície, e entram no mar: e quando saem para o mar, as águas se tornam saudáveis.
9E será que toda alma vivente que se move por onde quer que estes dois ribeiros passarem, viverá; e haverá muitíssimos peixes por ali terem passado estas águas, e ficarão saudáveis; e tudo viverá por onde quer que este este ribeiro passar.
10Por isso seu povo volta para cá, e as águas lhes são espremidas por completo.
7E o pó volte à terra, assim como era; e o espírito volte a Deus, que o deu.
8Coisas inúteis e mais inúteis!- diz o pregador - Tudo é inútil.
7Ele junta as águas do mar como se estivessem empilhadas; aos abismos ele põe como depósitos de tesouros.
15Eis que, [quando] ele detém as águas, elas se secam; [quando] ele as deixa sair, elas transtornam a terra.
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
27Ele traz para cima as gotas das águas, que derramam a chuva de seu vapor;
20Todos vão a um [mesmo] lugar; todos vieram do pó [da terra] , e todos voltarão ao pó.
33Ele torna os rios em deserto, e as saídas de águas em terra seca.
7Então eu me voltei, e vi uma coisa inútil abaixo do sol:
7Faça barulho o mar com sua plenitude; o mundo com os que nele habitam.
14Vi todas as obras que são feitas abaixo do sol, e eis que tudo é inutilidade e aflição de espírito.
15O que é torto não pode ser endireitado; o que está em falta não pode ser contado.
9Tu [lhes] puseste um limite, que não ultrapassarão; não voltarão mais a cobrir a terra.
10Ele envia fontes aos vales, para que corram por entre os montes.
16Derramar-se-iam por fora tuas fontes, [e] pelas ruas os ribeiros de águas?
16De modo que isto também é um mal causador de sofrimentos, que exatamente como veio, assim se vai; e que proveito ele teve em trabalhar para o vento?
3Se as nuvens estiverem cheias, há chuva sobre a terra; e se a árvore cair, seja para ou sul ou seja para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ela ficará.
4Ele repreende o mar, e o faz secar; e deixa secos todos os rios. Basã e o Carmelo se definham, e a flor do Líbano murcha.
16Não tem fim todo o povo, todo o que houve antes deles; assim como também os descendentes não se alegrarão por ele, de modo que isto também é inútil [como] perseguir o vento.
10Porque tal como a chuva e a neve desce dos céus, e para lá não volta, mas rega a terra, e a faz produzir, brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come;
10Ele determinou limite à superfície das águas, até a fronteira entre a luz e as trevas.
11Por acaso [alguma] fonte jorra da mesma abertura a [água] doce e a amarga?
11Ele tapa os rios desde suas nascentes, e faz o oculto sair para a luz.
9Sua medida é mais comprida que a terra, e mais larga que o mar.
16Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo?
1[Como] ribeiros de águas é o coração do rei na mão do SENHOR, ele o conduz para onde quer.
5E as águas do mar se acabarão; e o rio se esvaziará e se secará.
14O abismo diz: Não está em mim; E o mar diz: Nem comigo.
8De modo que [os moradores de] duas ou três cidades perambulavam até uma cidade para beberem água, mas não se saciavam; contudo não vos convertestes a mim,diz o SENHOR.
5O que houve, ó mar, que fugiste? Ó Jordão, que recuaste?
25Este grande e vasto mar, nele há inúmeros seres, animais pequenos e grandes.
16Quando ele dá sua voz, há um grande estrondo de águas no céu, e faz subir as nuvens desde os confins da terra; ele faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento de seus tesouros.
17Então vi toda a obra de Deus, que o homem não pode compreender a obra que é feita abaixo do sol; mesmo que o homem trabalhe para a buscar, ele não a encontrará; ainda que o sábio diga que a conhece, ele não pode compreendê [-la] .
2Coisas inúteis e mais inúteis!,- diz o Pregador - Coisas inúteis e mais inúteis! Tudo é inútil!
1Lança teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias tu o encontrarás.
1Para todas as coisas há um tempo determinado, e todo propósito abaixo do céu [tem seu] tempo.
32Ressoe o mar, e a plenitude dela: Alegre-se o campo, e todo o que contém.
14Porque a terra se encherá de conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar.