Eclesiastes 4:6
É melhor uma mão cheia [com] descanso, do que ambas as mãos cheias [com] trabalho e perseguição ao vento.
É melhor uma mão cheia [com] descanso, do que ambas as mãos cheias [com] trabalho e perseguição ao vento.
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1Melhor é um pedaço seco de comida com tranquilidade, do que uma casa cheia de carne com briga.
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
8Porque que vantagem tem o sábio sobre o tolo? E o que [mais] tem o pobre, em saber andar perante os vivos?
9Melhor é a vista dos olhos do que o vaguear da cobiça; também isto é inútil [como] perseguir o vento.
3E melhor que estes ambos, é aquele que ainda não existe; que não viu as más obras, que são feitas abaixo do sol.
4Também vi eu que todo o trabalho, e toda a habilidade em obras, [causa] ao homem a inveja de seu próximo; também isto é inútil [como] perseguir o vento.
5O tolo junta suas mãos, e come sua [própria] carne.
16Melhor é o pouco tendo o temor ao SENHOR, do que um grande tesouro tendo em si inquietação.
20Por isso eu fiz meu coração perder a esperança de todo o meu trabalho em que trabalhei abaixo do sol.
21Porque há [um tipo de] homem que trabalha com sabedoria, conhecimento e habilidade; porém deixará tudo como herança a um [outro] homem que não trabalhou naquilo; também isto é inútil e muito desagradável.
22Pois que [proveito] o homem tem por todo o seu trabalho e cansaço de seu coração em que ele trabalha abaixo do sol?
23Porque todos os seus dias são dores, e aflição [é] sua rotina; até de noite seu coração não descansa; também isto é inútil.
24Não há nada melhor ao homem do que comer, beber, e fazer sua alma se alegrar de seu trabalho; eu também vi que isto vem da mão de Deus.
25(Pois quem [melhor] comeria ou teria pressa, a não ser eu mesmo?)
26Porque ao homem bom perante sua face, [Deus] dá sabedoria, conhecimento e alegria; porém ao pecador ele dá trabalho cansativo, para juntar e recolher, para o dar ao bom perante sua face; também isto é inútil [como] perseguir o vento.
7Então eu me voltei, e vi uma coisa inútil abaixo do sol:
8Havia um que era sozinho, sem filho, nem irmão; e seu trabalho não tem fim, nem seus olhos se fartam de riquezas; nem [diz] : Para quem eu estou trabalhando, e privando minha [própria] alma daquilo que é bom?
9Dois são melhores do que um, porque eles têm melhor recompensa por seu trabalho.
10E tudo quanto meus olhos desejaram, eu não lhes neguei; nem privei meu coração de alegria alguma, pois meu coração se alegrou de todo o meu trabalho; e esta foi minha parte [que obtive] de todo o meu trabalho.
11E eu olhei para todas as obras que minhas mãos fizeram, como também para o trabalho ao qual me dispus a trabalhar; e eis que tudo era inútil [como] perseguir o vento, e que não havia proveito algum abaixo do sol.
8Melhor é o pouco com justiça, do que a abundância de rendas com injustiça.
11A riqueza [ganha] sem esforço será perdida; mas aquele que a obtém pelas próprias mãos terá cada vez mais.
4Aquele que trabalha com mão preguiçosa empobrece; mas a mão de quem trabalha com empenho enriquece.
4Não trabalhes exaustivamente para ser rico; modera-te por meio de tua prudência.
10Aquele que amar o dinheiro, nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a riqueza, nunca [se fartará] com [seus] bens; isto também é inútil.
11Onde os bens se multiplicam, ali se multiplicam também os que a comem; e que proveito pois tem seus donos, a não ser somente ver [a riqueza] com seus olhos?
12Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco, quer muito; porém a fartura do rico não o deixa dormir.
9Que proveito tem o trabalhador naquilo em que ele trabalha?
10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
6Certamente o homem anda pela aparência, certamente se inquietam em vão; ajuntam [bens] , e não sabem que [os] levará.
16O pouco que o justo [tem] é melhor do que a riqueza de muitos perversos.
33Um pouco de sono, cochilando um pouco, cruzando as mãos por um pouco de tempo deitado,
17As palavras dos sábios devem ser ouvidas em quietude, mais do que o grito daquele que domina sobre os tolos.
7Com que o ceifeiro não enche sua mão, nem o braço daquele que amarra os molhos.
11Porque quanto mais palavras há, mais elas se tornam inúteis; e que proveito tem homem [com elas] ?
17E dei meu coração para entender sabedoria, e para entender loucuras e tolices; e percebi que também isto era aflição.
14Porque as mesmas riquezas se perdem com negócios malsucedidos; e quando gera algum filho, nada lhe fica em sua mão.
17Por isso detestei a vida, porque a obra que é feita abaixo do sol me faz sofrer; pois tudo é inútil [como] perseguir o vento.
8Todas [estas] coisas são [tão] cansativas, que ninguém consegue descrever; os olhos não ficam satisfeitos de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
16De modo que isto também é um mal causador de sofrimentos, que exatamente como veio, assim se vai; e que proveito ele teve em trabalhar para o vento?
14Vi todas as obras que são feitas abaixo do sol, e eis que tudo é inutilidade e aflição de espírito.
3Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho que ele trabalha abaixo do sol?
2Porque comerás do trabalho de tuas mãos; tu serás bem-aventurado, e bem lhe [sucederá] .
6Pela manhã semeia tua semente, e à tarde não retires tua mão; pois tu não sabes qual [tentativa] dará certo, se uma, se outra, ou se ambas [as tentativas] serão boas.
29Aquele que perturba sua [própria] casa herdará vento; e o tolo será servo do sábio de coração.
5Os planos de quem trabalha com empenho somente [levam] à abundância; mas [os de] todo apressado somente à pobreza.
23Em todo trabalho cansativo há proveito, mas o falar dos lábios só [leva] à pobreza.
24É melhor morar num canto do terraço do que com uma mulher briguenta numa casa espaçosa.
2Inutilmente levantais de madrugada [e] descansais tarde, para comerdes o pão de dores; [porque] assim ele dá sono a quem ele ama.
18Eis o que eu vi, algo bom e belo: comer, beber, e experimentar o que é bom de todo o seu trabalho em que trabalhou abaixo do sol, durante os dias de sua vida, que Deus lhe deu; porque isto é a parte que lhe pertence.