Gênesis 37:21
E quando Rúben ouviu isto, livrou-o de suas mãos e disse: Não o matemos.
E quando Rúben ouviu isto, livrou-o de suas mãos e disse: Não o matemos.
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22E disse-lhes Rúben: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cisterna que está no deserto, e não ponhais mão nele; para livrá-lo assim de suas mãos, para fazê-lo virar a seu pai.
18E quando eles o viram de longe, antes que perto deles chegasse, tramaram contra ele para matar-lhe.
19E disseram um ao outro: Eis que vem o sonhador;
20Agora, pois, vinde, e o matemos e o lancemos em uma cisterna, e diremos: Alguma fera selvagem o devorou: e veremos que serão seus sonhos.
37E Rúben falou a seu pai, dizendo: Podes matar meus dois filhos, se eu não o devolver a ti; entrega-o em minha mão, que eu o devolverei a ti.
38E ele disse: Não descerá meu filho convosco; que seu irmão é morto, e ele somente restou; e se lhe acontecer algum desastre no caminho por onde vades, fareis descer minhas cãs com dor ao mundo dos mortos.
20Porém haveis de trazer-me a vosso irmão mais novo, e serão comprovadas vossas palavras, e não morrereis. E eles o fizeram assim.
21E diziam um ao outro: Verdadeiramente pecamos contra nosso irmão, que vimos a angústia de sua alma quando nos rogava, e não o ouvimos; por isso veio sobre nós esta angústia.
22Então Rúben lhes respondeu, dizendo: Não vos falei eu e disse: Não pequeis contra o jovem; e não escutastes? Eis que também o sangue dele é requerido.
23E eles não sabiam que os entendia José, porque havia intérprete entre eles.
6Viva Rúben, e não morra; E sejam seus homens em número.
29E Rúben voltou à cisterna, e não achou a José dentro, e rasgou suas roupas.
30E voltou a seus irmãos e disse: O jovem não aparece; e eu, aonde irei eu?
26Então Judá disse a seus irmãos: Que proveito há em que matemos a nosso irmão e encubramos sua morte?
27Vinde, e o vendamos aos ismaelitas, e não seja nossa mão sobre ele; que nosso irmão é nossa carne. E seus irmãos concordaram com ele.
7E eles lhe responderam: Por que diz meu senhor tais coisas? Nunca tal façam teus servos.
10E contou-o a seu pai e a seus irmãos: e seu pai lhe repreendeu, e disse-lhe: Que sonho é este que sonhaste? Viremos eu e tua mãe, e teus irmãos, a nos inclinarmos a ti em terra?
11E seus irmãos lhe tinham inveja, mas seu pai guardava isso em mente.
1Quanto aos filhos de Rúben, primogênito de Israel (porque ele era o primogênito, mas como profanou a cama de de seu pai, seu direito de primogenitura foi dado aos filhos de José, filho de Israel; e não foi contado por primogênito.
4Mas Jacó não enviou a Benjamim irmão de José com seus irmãos; porque disse: Não seja acaso que lhe aconteça algum desastre.
7E eles responderam: Aquele homem nos perguntou expressamente por nós, e por nossa parentela, dizendo: Vive ainda vosso pai? Tendes outro irmão? E lhe declaramos conforme estas palavras. Podíamos nós saber que havia de dizer: Fazei vir a vosso irmão?
8Então Judá disse a Israel seu pai: Envia ao jovem comigo, e nos levantaremos e iremos, a fim que vivamos e não morramos nós, e tu, e nossos filhos.
32E enviaram a roupa de cores e trouxeram-na a seu pai, e disseram: Achamos isto, reconhece agora se é ou não a roupa de teu filho.
24E tomaram-no, e lançaram-lhe na cisterna; mas a cisterna estava vazia, não havia nela água.
17E ele respondeu: Nunca eu tal faça: o homem em cujo poder foi achado o copo, ele será meu servo; vós ide em paz a vosso pai.