Gênesis 41:6
E que outras sete espigas miúdas e abatidas do vento oriental, saíam depois delas:
E que outras sete espigas miúdas e abatidas do vento oriental, saíam depois delas:
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17Então Faraó disse a José: Em meu sonho parecia-me que estava à beira do rio:
18E que do rio subiam sete vacas de gordas carnes e bela aparência, que pastavam entre os juncos:
19E que outras sete vacas subiam depois delas, magras e de muito feio aspecto; tão abatidas, que não vi outras semelhantes em toda a terra do Egito em feiura:
20E as vacas magras e feias devoravam as sete primeiras vacas gordas:
21E entravam em suas entranhas, mas não se conhecia que houvesse entrado nelas, porque sua aparência era ainda má, como de antes. E eu despertei.
22Vi também sonhando, que sete espigas subiam em uma mesma haste, cheias e belas;
23E que outras sete espigas miúdas, definhadas, abatidas do vento oriental, subiam depois delas:
24E as espigas miúdas devoravam as sete espigas belas: e disse-o aos magos, mas não há quem o interprete a mim.
25Então respondeu José a Faraó: O sonho de Faraó é um mesmo: Deus mostrou a Faraó o que vai fazer.
26As sete vacas belas são sete anos, e as espigas belas são sete anos; o sonho é um mesmo.
27Também as sete vacas magras e feias que subiam atrás elas, são sete anos; e as sete espigas miúdas e definhadas do vento oriental serão sete anos de fome.
28Isto é o que respondo a Faraó. O que Deus vai fazer, mostrou-o a Faraó.
29Eis que vêm sete anos de grande fartura toda a terra do Egito:
30E se levantarão depois eles sete anos de fome; e toda a fartura será esquecida na terra do Egito; e a fome consumirá a terra;
31E aquela abundância não mais será vista por causa da fome seguinte, a qual será gravíssima.
7E as sete espigas miúdas devoravam as sete espigas espessas e cheias. E despertou Faraó, e eis que era sonho.
8E aconteceu que à manhã estava movido seu espírito; e enviou e fez chamar a todos os magos do Egito, e a todos os seus sábios: e contou-lhes Faraó seus sonhos, mas não havia quem a Faraó os interpretasse.
1E aconteceu que passados dois anos teve Faraó um sonho: Parecia-lhe que estava junto ao rio;
2E que do rio subiam sete vacas, belas à vista, e muito gordas, e pastavam entre os juncos:
3E que outras sete vacas subiam depois delas do rio, de feia aparência, e magras de carne, e pararam perto das vacas belas à beira do rio;
4E que as vacas de feia aparência e magras de carne devoravam as sete vacas belas e muito gordas. E despertou Faraó.
5Dormiu de novo, e sonhou a segunda vez: Que sete espigas cheias e belas subiam de uma só haste:
6E ele lhes disse: Ouvi agora este sonho que sonhei:
7Eis que atávamos feixes no meio do campo, e eis que meu feixe se levantava, e estava em pé, e que vossos feixes estavam ao redor, e se inclinavam ao meu.
10Mas eis que, [mesmo] estando plantada, terá ela sucesso? Por acaso, quando o vento oriental a tocar, ela não se secará por completo? Nos canteiros de seus renovos se secará.
36E esteja aquela provisão em depósito para o país, para os sete anos de fome que serão na terra do Egito; e o país não perecerá de fome.
47E fez a terra naqueles sete anos de fartura a amontoados.
54E começaram a vir os sete anos de fome, como José havia dito: e houve fome em todos os países, mas em toda a terra do Egito havia pão.
7Porque semearam vento, colherão tempestade; não haverá colheita, nem a produção dará farinha; mesmo se a der, estrangeiros a tragarão.
10E na vide três sarmentos; e ela como que brotava, e surgia sua flor, vindo a amadurecer seus cachos de uvas:
17As sementes se apodreceram debaixo de seus torrões, os celeiros foram assolados, os depósitos foram derrubados; porque o trigo se secou.
1Assim o Senhor DEUS me fez ver: eis que ele formava gafanhotos, no começo do crescimento da plantação tardia; e eis que era a plantação tardia, depois da colheita do rei.
7E outra [parte] caiu entre espinhos, e nascendo, os espinhos juntamente a sufocaram.
6Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.
31O linho, pois, e a cevada foram feridos; porque a cevada estava já espigada, e o linho em flor.
6Que já houve dois anos de fome em meio da terra, e ainda restam cinco anos em que nem haverá arada nem colheita.
27Por isso os moradores delas, com as mãos impotentes, ficaram atemorizados e envergonhados; eram [como] a erva do campo, e a grama verde, o capim dos telhados e o trigo queimado antes de crescer.
6Mas, quando saiu o sol, queimou-se; e porque não tinha raiz, secou-se.