Isaías 16:3
Toma conselho, faze juízo, põe tua sombra no pino do meio dia como a noite; esconde aos exilados, [e] não exponhas os fugitivos.
Toma conselho, faze juízo, põe tua sombra no pino do meio dia como a noite; esconde aos exilados, [e] não exponhas os fugitivos.
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
4Habitem entre ti teus prisioneiros, Moabe; sê tu refúgio para eles da presença do destruidor, porque o opressor terá fim, a destruição terminará, e os esmagadores serão consumidos de sobre a terra.
5Porque o trono se firmará em bondade, e sobre ele no tabernáculo de Davi em verdade se sentará um que julgue, e busque o juízo, e se apresse para a justiça.
2Pois será que, como o pássaro vagueante, lançado do ninho, assim serão as filhas de Moabe junto aos vaus de Arnom.
2Esconde-me do grupo dos malignos, e do ajuntamento dos praticantes de maldade,
6E ele manifestará tua justiça como a luz; e teu direito como o sol do meio-dia.
15Ai dos que querem se esconder do SENHOR, encobrindo [suas] intenções; e fazem suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? Quem nos conhece?
16Dai glória ao SENHOR vosso Deus, antes que ele faça escurecer, e antes que vossos pés tropecem nos montes no meio da escuridão, e espereis luz, e ele a torne em sombra de morte e cause trevas.
4Preparai guerra contra ela; levantai-vos e subamos até o meio-dia! Ai de nós! que vai caindo já o dia, que as sombras da tarde já estão se estendendo.
5Levantai-vos, e subamos de noite, e destruamos seus palácios.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
3Mas que fareis no dia da visitação e da assolação, [que] virá de longe? A quem recorrereis por socorro? E onde deixareis vossa glória?
14Nem devias ter ficado parado nas encruzilhadas, para exterminar os que dela escapassem; nem devias ter entregue os sobreviventes no dia da angústia.
14De dia eles se encontram com as trevas, e ao meio-dia andam apalpando como de noite.
3Planejam astutos conselhos contra teu povo, e se reúnem para tramar contra teus preciosos.
4Torne-se aquele dia em trevas; Deus não lhe dê atenção desde acima, nem claridade brilhe sobre ele.
5Reivindiquem-no para si trevas e sombra de morte; nuvens habitem sobre ele; a escuridão do dia o espante.
6Tome a escuridão aquela noite; não seja contada entre os dias do ano, nem faça parte do número dos meses.
3Assim diz o SENHOR: Fazei juízo e justiça, e livrai a vítima de roubo da mão do opressor, e não oprimais, nem façais violência contra o estrangeiro, o órfão, ou à viúva, nem derrameis sangue inocente neste lugar.
6E haverá uma tenda para sombra contra o calor do dia, e para refúgio e abrigo contra a tempestade e contra a chuva.
14Ao tempo da tarde eis que há pavor; [mas] antes que amanheça não há mais: Esta é a parte daqueles que nos despojam, e o futuro reservado para aqueles que nos saqueiam.
3[Parece] -te bem que [me] oprimas, que rejeites o trabalho de tuas mãos, e favoreças o conselho dos perversos?
15O olho do adúltero aguarda o crepúsculo, dizendo: Olho nenhum me verá; E esconde seu rosto.
16Nas trevas vasculham as casas, de dia eles se trancam; não conhecem a luz.
17Porque a manhã é para todos eles como sombra de morte; pois são conhecidos dos pavores de sombra de morte.
22Ouçam-se gritos de suas casas, quando tu trouxeres tropas contra eles de repente; pois cavaram uma cova para me prender, e armaram laços para meus pés.
23Mas tu, SENHOR, conheces todo o plano deles contra mim para me matar; não perdoes sua maldade, nem apagues o pecado deles de diante de tua presença, e tropecem diante de ti; faze [assim] com eles no tempo de tua ira.
17Mas tu estás cheio do julgamento do perverso; o julgamento e a justiça te tomam.
9Dai asas a Moabe, para que ele saia voando; pois suas cidades se tornarão desertas até não restar quem more nelas.
2E [cada] homem será como um abrigo contra o vento, e refúgio contra a tempestade; como ribeiros de águas em lugares secos, como a sombra de uma grande rocha num lugar deserto.
12Casa de Davi, assim diz o SENHOR: Julgai de manhã com justiça, e livrai a vítima de roubo da mão do opressor; para que minha ira não saia como fogo, e incendeie de modo que não haja quem apague, por causa da maldade de vossas ações.
6Portanto se vos fará noite por causa da profecia, e trevas por causa da adivinhação; e o sol se porá sobre estes profetas, e o dia se escurecerá sobre eles.
9Por isso o juízo está longe de nós, nem a justiça nos alcança; esperamos luz , [porém] eis que há [somente] trevas; [esperamos] brilho, [porém] andamos às escuras.
13Esconde-os juntamente no pó; ata seus rostos no oculto.
6Fugi, livrai vossa vida, e sereis como um arbusto no deserto.
5Tal como o calor em lugar seco, assim tu abaterás o ímpeto dos estrangeiros; tal como uma espessa nuvem [diminui] o calor, assim será humilhada a canção dos violentos.
17Aprendei a fazer o bem; procurai o que é justo; ajudai ao oprimido; fazei justiça ao órfão; defendei a causa da viúva.
3Vós que pensais estar distante o dia mau, e aproximais o assento da violência;
3Fazei justiça ao pobre e ao órfão; defendei o afligido e o pobre.
6Vós envergonhais os planos do humilde, mas o SENHOR é o refúgio dele.
29E apalparás ao meio-dia, como apalpa o cego na escuridão, e não serás próspero em teus caminhos: e nunca serás a não ser somente oprimido e roubado todos os dias, e não haverá quem te salve.
45Os que fugiam da força, paravam à sombra de Hesbom; porém fogo saiu de Hesbom, e labareda do meio de Seom, e queimou a testa de Moabe, e o topo da cabeça dos filhos do tumulto.
20Vai, ó povo meu; entra em teus quartos, e fecha tuas portas ao redor de ti; esconde-te por um momento, até que a ira tenha passado.
28Deixai as cidades, e habitai em rochedos, ó moradores de Moabe; e sejais como a pomba que faz ninho nas brechas da boca da caverna.
15Tu, perverso, não espies a habitação do justo, nem assoles seu quarto;
16E o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil.
20No esconderijo de tua presença tu os escondes das arrogâncias dos homens; em [tua] tenda tu os encobres da rivalidade das línguas.
6Eles se reúnem e se escondem; eles espiam os meus passos, como que esperando a [morte] de minha alma.
9Escureçam-se as estrelas de sua manhã; espere a luz, e não venha, e as pálpebras não vejam o amanhecer;
11De ti saiu um que trama o mal contra o SENHOR, um conselheiro maligno.
19Para-te no caminho, e olha, ó moradora de Aroer; pergunta ao que vai fugindo, e à que escapou, dize: O que aconteceu?