Isaías 22:5
Pois foi dia de alvoroço, de atropelamento, e de confusão, proveniente do Senhor DEUS dos exércitos, no vale da visão; [dia] de muros serem derrubados, e de gritarem ao monte.
Pois foi dia de alvoroço, de atropelamento, e de confusão, proveniente do Senhor DEUS dos exércitos, no vale da visão; [dia] de muros serem derrubados, e de gritarem ao monte.
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
1Revelação sobre o vale da visão:O que há contigo, agora, para que tenhas subido toda aos terraços?
14Perto está o grande dia do SENHOR; perto está, e com muita pressa se aproxima; a voz do Dia do SENHOR; ali o guerreiro gritará amargamente.
15Aquele dia será dia de fúria; dia de angústia e de aflição, dia de devastação e de ruína; dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de espessa obscuridade.
16Dia de trombeta e de alarme contra as cidades forte e contra as torres as altas.
17E angustiarei as pessoas, que andarão como cegas, porque pecaram contra o SENHOR; e o sangue delas será derramado como pó, e sua carne será como esterco.
10E naquele dia,diz o SENHOR, haverá voz de clamor desde a porta dos peixes, lamentação desde a segunda parte [da cidade] , e grande quebrantamento desde os morros.
4Por isso eu disse: Desviai vossa vista de mim, [pois] chorarei amargamente; não insistais em me consolar pela destruição da filha do meu povo.
12E naquele dia o Senhor DEUS dos exércitos chamou ao choro, ao lamento, ao raspar de cabelos, e ao vestir de saco.
15Ai daquele dia! Porque perto está o dia do SENHOR, e virá do Todo-Poderoso como destruição.
11No dia em que teus muros forem reconstruídos, naquele dia as fronteiras se ampliarão para longe.
7A manhã vem para ti, ó morador da terra; o tempo vem, chegado é o dia [em que haverá] desespero, e não gritos de alegria sobre os montes.
25E em todo monte alto e todo morro elevado haverá ribeiros e correntes de águas, no dia da grande matança, quando as torres caírem.
7O Senhor rejeitou seu altar, detestou seu santuário, entregou na mão do inimigo os muros de seus palácios; levantaram gritaria na casa do SENHOR como em dia de festa.
8O SENHOR determinou destruir o muro da filha de Sião; estendeu o cordel, não deteve sua mão de destruir; tornou em lamento o antemuro e o muro; juntamente foram destruídos.
9Suas portas foram lançadas por terra, destruiu e quebrou seus ferrolhos; sua rei e seus príncipes estão entre as nações onde não há a Lei; nem seus profetas acham visão alguma do SENHOR.
16Portanto assim diz o SENHOR Deus dos exércitos, o Senhor: Em todas as praças haverá pranto, e em todas as ruas dirão: Ai! ai! E chamarão o lavrador ao choro, e os que sabem prantear ao lamento.
6E Elão tomou a aljava, [e] houve homens em carruagens, e cavaleiros. Quir descobriu os escudos.
1Tocai a trombeta em Sião, e alertai em alta voz no meu santo monte; perturbem-se todos os moradores do país; porque o dia do SENHOR vem, porque perto está.
2Dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e densas trevas, como a madrugada espalhada sobre os montes; um povo grande e poderoso, como nunca houve desde a antiguidade, nem depois dele jamais haverá, de geração em geração.
10Dia e noite cercam sobre seus muros; perversidade e opressão há dentro dela.
30E bramarão contra ela naquele dia como o bramido do mar; então olharão para a terra, e eis que há trevas [e] aflição; e a luz se escurecerá em suas nuvens.
2Uma visão terrível me foi informada: o enganador engana, e o destruidor destrói. Levanta-te, Elão! Faze o cerco, Média! [Pois] estou pondo fim em todos os gemidos que ela [causou] .
12Portanto por causa de vós Sião será arada como campo, e Jerusalém se tornará um amontoado de pedras, e o monte do templo como os lugares altos de um bosque.
7Naquele tempo, será trazido um presente ao SENHOR dos exércitos por um povo alto e de pele lisa, e um povo temível desde seus territórios afora; uma nação dominadora e esmagadora, cuja terra rios dividem, ao lugar que pertence ao nome do SENHOR dos exércitos, ao monte de Sião.
6Pois haverá dia [em que] os vigilantes no monte de Efraim gritarão: Levantai-vos, e subamos a Sião, ao SENHOR nosso Deus!
7Ai! Pois aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; é tempo de angústia para Jacó; porém será livrado dela.
17Portanto tu lhes dirás esta palavra: Corram meus olhos em lágrimas noite e dia, e não cessem; porque a virgem filha de meu povo está quebrada de grande quebrantamento, [de] praga muito dolorosa.
22Há barulho de guerra na terra, e de grande destruição.
14Multidões! Multidões no vale da decisão! Porque perto está o dia do SENHOR no vale da decisão.
18Ai dos que desejam o dia do SENHOR! Para que quereis este dia do SENHOR? Será trevas, e não luz.
4E os montes debaixo dele se derreterão, e os vales se fenderão como a cera diante do fogo, como as águas se derramam por um precipício.
4Naquele tempo surgirá um provérbio sobre vós, e se lamentará um pranto de lamentação, dizendo: Fomos arruinados por completo; trocada foi a porção de meu povo. Como fomos saqueados! Nossos campos foram repartidos, passados a outros.
6Porque assim diz o SENHOR dos exércitos: Cortai árvores, e levantai cercos junto a Jerusalém; esta é a cidade que tem de ser punida; opressão há no meio dela.
7Porque a vinha do SENHOR dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são suas plantas agradáveis; porém ele esperava juízo, e eis aqui opressão; [ele esperava] justiça, e eis aqui clamor.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
12Por acaso não vos [comove] , todos vós que passais pelo caminho? Olhai, e vede se há dor como a minha dor que me veio, com que o SENHOR me tem afligiu no dia do ardor de sua ira.
5Seus nobres são convocados, porém tropeçam enquanto marcham; eles se apressam ao seu muro, e a proteção é preparada.
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
17Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
10Sobre os montes levantarei choro e pranto, e lamentação as moradas do deserto; porque foram desoladas até não haver quem [por ali] passe, nem [ali] se ouve bramido de gado; desde as aves do céu e até os animais da terra fugiram, e foram embora.
12[Só] restou assolação na cidade; o portão foi feito em ruínas.
12E lançará abaixo as fortalezas de teus muros; ele [as] abaterá e derrubará até o chão, ao pó.
13Por isso esta maldade vos será como uma rachadura, prestes a cair, que já encurva um alto muro, cuja queda será repentina e rápida.
13Eis que eu [sou] contra ti, ó moradora do vale, da rocha do planalto, diz o SENHOR; [contra] vós que dizeis: Quem descerá contra nós? E quem entrará em nossas moradas?
1Eis que vem o dia do SENHOR, e teus despojos serão repartidos no meio de ti.
6Gritai lamentando, pois o dia do SENHOR está perto; vem como assolação pelo Todo-Poderoso.
26Por isso seus rapazes cairão em suas ruas, e todos os homens de guerra serão mortos naquele dia,diz o SENHOR dos exércitos.
25Naquele dia, - diz o SENHOR dos exércitos, - o prego fincado em lugar firme será tirado; e será cortado, e cairá; e a carga que nele está será cortada; porque [assim] o SENHOR disse.
25Por isso se acendeu a ira do SENHOR contra seu povo, e estendeu sua mão contra ele, e o feriu; e as montanhas tremeram, e seus cadáveres foram como lixo no meio das ruas; com tudo isto ele não retrocedeu sua ira; ao contrário, sua mão ainda está estendida.
15Porque uma voz se anuncia desde Dã, e fala de calamidade desde o monte de Efraim: