Isaías 24:11
Um clamor de lamento por causa do vinho [se ouve] nas ruas; toda a alegria se escureceu; o prazer da terra sumiu.
Um clamor de lamento por causa do vinho [se ouve] nas ruas; toda a alegria se escureceu; o prazer da terra sumiu.
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12[Só] restou assolação na cidade; o portão foi feito em ruínas.
13Porque assim será por entre a terra, e no meio destes povos; como quando se sacode a oliveira, [e] como as uvas que sobram depois de terminada a vindima.
7O suco de uva chora, a vinha se enfraquece; todos os alegres de coração [agora] suspiram.
8A alegria dos tamborins parou, acabou o ruído dos que saltavam de prazer; a alegria da harpa parou.
9Não beberão vinho com canções; a bebida alcoólica será amarga aos que a beberem.
10A cidade da confusão está quebrada; todas as casas estão fechadas; ninguém pode entrar.
10E foram tirados a alegria e o prazer do campo frutífero; e nas vinhas não se canta, nem grito de alegria se faz; o pisador não pisará as uvas nos lagares; eu pus fim aos clamores de alegria.
5Despertai, vós bêbados, e chorai; gemei todos vós que bebeis vinho, por causa do suco de uva, porque foi tirado de vossa boca.
33Assim foram tirados a alegria e o regozijo dos campos férteis, e da terra de Moabe: pois fiz cessar o vinho dos lagares; já não pisarão [uvas] com júbilo; o grito não será de júbilo.
9As ofertas de cereais e de bebidas se acabaram da casa do SENHOR; os sacerdotes, servos do SENHOR, estão de luto.
10O campo foi assolado, a terra está de luto; porque o trigo foi destruído, o suco de uva se secou, o azeite está em falta.
11Envergonhai-vos, trabalhadores; gemei, plantadores de vinhas, pelo trigo e pela a cevada; porque a colheita do campo pereceu.
12A vide se secou, a figueira definhou, assim como a romeira, a palmeira, e a macieira; todas as árvores do campo se secaram; por isso a alegria se secou entre os filhos dos homens.
11Entre suas paredes espremem o azeite; pisam os lagares, e [ainda] têm sede.
12Desde a cidade as pessoas gemem, e as almas dos feridos clamam; Mas Deus não dá atenção ao erro.
15Acabou a alegria de nosso coração; nossa dança se tornou em luto.
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
16Portanto assim diz o SENHOR Deus dos exércitos, o Senhor: Em todas as praças haverá pranto, e em todas as ruas dirão: Ai! ai! E chamarão o lavrador ao choro, e os que sabem prantear ao lamento.
17E em todas as vinhas haverá pranto, porque passarei por meio de ti,diz o SENHOR.
21Portanto agora ouve isto, ó oprimida e embriagada, mas não de vinho:
11Para buscarem a prostituição, o vinho, e o mosto, que tiram o entendimento.
12Lamentai-vos batendo em vossos peitos por causa dos campos agradáveis e das vides frutíferas;
13Por causa da terra do meu povo, [na qual] espinhos e cardos crescerão; e por causa das casas de alegria [na] cidade alegre.
4A terra chora [e] se murcha; o mundo enfraquece [e] se murcha; estão enfraquecidos os mais elevados do povo da terra;
34E farei cessar das cidades de Judá e da ruas de Jerusalém a voz de júbilo e voz de alegria, voz de noivo e voz de noiva; porque a terra se tornará desolação.
9Parai, e maravilhai-vos; cegai-vos, e sede cegos! Estão bêbados, mas não de vinho; cambaleiam, mas não por bebida alcoólica.
10Ela está esvaziada, devastada e arruinada; os corações desmaiam, os joelhos tremem, os lombos doem, e os rostos deles todos ficam abatidos.
22Tua prata se tornou em escórias; teu vinho se misturou com água.
10Dia e noite cercam sobre seus muros; perversidade e opressão há dentro dela.
11Coisas destrutivas [estão] dentro dela; e a falsidade e o engano não sai de suas praças.
16Por acaso não foi tirado o alimento de diante de nossos olhos, a alegria e o prazer da casa de nosso Deus?
17As sementes se apodreceram debaixo de seus torrões, os celeiros foram assolados, os depósitos foram derrubados; porque o trigo se secou.
6Dai bebida alcoólica aos que estão a ponto de morrer, e vinho que têm amargura na alma,
10E eliminarei dentre eles a voz de júbilo e voz de alegria, voz de noivo e voz de noiva, o ruído das pedras de moer, e a luz de lâmpada.
11Ai dos que se levantam cedo pela manhã, para buscarem bebida alcoólica, [e] continuam até a noite, [até que] o vinho os esquente.
4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.
1O vinho é zombador, a bebida forte é causadora de alvoroços; e todo aquele que errar por causa deles não é sábio.
8Porque o pranto rodeia aos limites de Moabe; até Eglaim chega seu grito de lamento, e até Beer-Elim sua lamentação.
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
11Lamentai, vós moradores do vale, porque todo o povo mercador está destruído; todos os que pesavam dinheiro são exterminados.
20A terra balançará como um bêbado; e será abalada como uma choupana; e sua transgressão pesará sobre ela; cairá, e nunca mais se levantará.
25Nas trevas andam apalpando, sem terem luz; e os faz cambalear como a bêbados.
13E eis aqui alegria e festejo, matando vacas e degolando ovelhas, comendo carne, bebendo vinho, [e dizendo] : Comamos e bebamos, porque amanhã morreremos!
7A Babilônia era um copo de ouro na mão do SENHOR, que embriagava toda a terra; de seu vinho beberam as nações; por isso as nações se enlouqueceram.
11Tornaram-no em desolação, e lamenta a mim, desolado; toda a terra está desolada, porque ninguém há que pense [nisso] no coração.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
12[Eles dizem] : Vinde, trarei vinho, e nos encheremos de bebida alcoólica; e o dia de amanhã será como hoje, e muito melhor!
2A eira e o lagar não os manterão; e o suco de uva lhes faltará.
3Eles se vestem de sacos em suas ruas; em seus terraços, e em suas praças todos andam gritando de lamento, [e] descem chorando.
19E eles lançaram pó em suas cabeças, e clamaram, chorando e lamentando, dizendo: Ai, ai daquela grande cidade, em que todos os que tinham barcos no mar se enriqueceram da opulência dela! Porque em uma hora ela foi assolada.