Isaías 38:18
Porque o mundo dos mortos não te louvará, [nem] a morte te glorificará; nem esperarão em tua fidelidade os que descem a cova.
Porque o mundo dos mortos não te louvará, [nem] a morte te glorificará; nem esperarão em tua fidelidade os que descem a cova.
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19O vivente, o vivente, esse é o que te louvará, tal como hoje eu faço; o pai ensinará aos filhos tua fidelidade.
5Porque na morte não há lembrança de ti; no mundo dos mortos quem te louvará?
17Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio.
18Porém nós bendiremos ao SENHOR, desde agora e para sempre. Aleluia!
9[Dizendo] : Que proveito [há] em meu sangue, [ou] em minha descida a cova? Por acaso o pó da terra te louvará, ou anunciará tua fidelidade?
3SENHOR, tu levantaste minha alma para fora do mundo dos mortos; tu guardaste minha vida, para que eu não descesse à sepultura.
10Farás tu milagres aos mortos? Ou mortos se levantarão, e louvarão a ti? (Selá)
11Tua bondade será contada na sepultura? Tua fidelidade na perdição?
3Porque minha alma está cheia de aflições, e minha vida está quase no mundo dos mortos.
4Já estou contado entre os que descem à cova; tornei-me um homem sem forças.
5Abandonado entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, aos quais tu já não te lembra mais, e já estão cortados [para fora do poder] de tua mão.
6Puseste-me na cova mais profunda, nas trevas [e] nas profundezas.
17Eis que para meu [próprio] bem tive grande amargura; tu, porém, com amor livraste minha alma da cova do perecimento; porque lançaste para trás de ti todos os meus pecados.
18Todos os reis das nações, eles todos, jazem com honra, cada um em sua própria casa.
19Porém tu és lançado de tua sepultura, como um ramo repugnante, [como] as roupas dos que foram mortos, traspassados à espada; [como] os que descem às pedras da cova, como um corpo pisoteado.
20Não se juntará a eles na sepultura, porque destruíste tua terra, [e] mataste a teu povo; a semente dos malignos não será nomeada para sempre.
16Descerão aos ferrolhos do mundo dos mortos? Descansaremos juntos no pó da terra?
10Porque tu não deixarás a minha alma no mundo dos mortos, nem permitirás que teu Santo veja corrupção.
6Desci aos fundamentos dos montes; a terra trancou suas fechaduras a mim para sempre; porém tu tiraste minha vida da destruição, ó SENHOR meu Deus.
21Que esperam a morte, e ela não chega, e que a buscam mais que tesouros;
22Que saltam de alegram e ficam contentes quando acham a sepultura?
48Que homem vive, que não experimente a morte? Escaparia a alma dele do poder do mundo dos mortos? (Selá)
20Então eu te farei descer com os que descem à cova, junto dos povos do passado; e te porei nas profundezas da terra, como os lugares desertos antigos, com os que descem à cova, para que não sejas habitada; então darei glória na terra dos viventes.
15Porém tu serás derrubado ao mundo dos mortos, às profundezas da cova.
9O mundo dos mortos desde [suas] profundezas se agitou por causa de ti, para sair ao teu encontro em tua chegada; por causa de ti ele despertou aos mortos, todos os líderes da terra, e fez levantar de seus tronos a todos os reis das nações.
27Pois tu não abandonarás minha alma no mundo dos mortos, nem entregarás a teu santo, para que veja corrupção.
8À cova te farão descer, e morrerás da morte dos que morrem no meio dos mares.
24Porém não se estende a mão para quem está em ruínas, quando clamam em sua opressão?
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
17SENHOR, não me deixes envergonhado, pois eu clamo a ti; que os perversos se envergonhem, calem-se eles no mundo dos mortos.
17Foram reveladas a ti as portas da morte, ou viste as portas da sombra de morte?
9Porém aqueles que procuram assolar a minha alma irão para as profundezas da terra.
2Por isso eu considerei os mortos, que já morreram, serem mais merecedores de elogios do que os vivos, que ainda vivem.
32Finalmente ele é levado à sepultura, e no túmulo fazem vigilância.
15Mas Deus resgatará minha alma, [para longe] do poder do mundo dos mortos, pois ele me tomará [para si] . (Selá)
1A ti, SENHOR, rocha minha, eu clamo; não te silencies para comigo; para que não [aconteça de, se] tu calares quanto a mim, eu não [me torne] semelhante aos que descem à cova.
18Porém [aquele que a ouve] não sabe que ali estão os mortos; os convidados dela estão nas profundezas do mundo dos mortos.
23Seus sepulcros foram postos do lado da cova, e sua companhia está ao redor de seu sepulcro; todos eles foram mortos, caídos pela espada, e causaram terror na terra dos viventes.
20Tu, que me fizeste ver muitos males e aflições, voltarás a me dar vida; e voltarás a me tirar dos abismos da terra.
8Se eu subisse até os céus, lá tu [estás] ; se eu fosse me deitar no mundo dos mortos, eis que tu [também ali estarias] .
5Porque os vivos sabem que vão morrer; mas os mortos não sabem coisa alguma, nem também tem mais recompensa; pois a lembrança deles já foi esquecida.
14Eu os resgatarei do poder do mundo dos mortos; eu os livrarei da morte. Onde estão, Ó morte, tuas pestilências? Onde está, ó mundo dos mortos, tua perdição? A compaixão será escondida de meus olhos.
14Eles estão mortos, não [voltarão] a viver; fantasmas não ressuscitarão; por isso tu os visitaste e os destruíste, e eliminaste toda a memória deles.
13Pois grande é a tua bondade para comigo, e tu resgataste minha alma das profundezas do mundo dos mortos.
18É verdade que o SENHOR me castigou, porém ele não me entregou à morte.
17Pois na sua morte, ele nada tomará [consigo] ; nem sua glória o seguirá descendo com ele.
9A nuvem se esvaece, e passa; assim também quem desce ao mundo dos mortos nunca voltará a subir.
5Cordas do mundo dos mortos me envolveram; laços de morte me confrontaram.
14Por isso o mundo dos mortos alargou seu apetite, e sua boca se abriu tanto que não se pode medir, para que caia a nobreza de [Jerusalém] , sua multidão, com todo o seu ruído [de festa] , e com os que nela festejam.
3Pois o inimigo persegue minha alma, atropela na terra a minha vida; [e] me obriga a viver na escuridão, como os que há muito [tempo] morreram.