Jeremias 4:19
Ai minhas entranhas, minhas entranhas! Estou com grandes dores nas paredes do meu coração; meu coração se inquieta, não consigo me calar; porque tu, ó alma minha, ouves o som da trombeta, o clamor da guerra.
Ai minhas entranhas, minhas entranhas! Estou com grandes dores nas paredes do meu coração; meu coração se inquieta, não consigo me calar; porque tu, ó alma minha, ouves o som da trombeta, o clamor da guerra.
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20Olha, SENHOR, que estou angustiada; tormentam-se minhas entranhas, meu coração está transtornado em meio de mim, pois gravemente me rebelei; de fora desfilhou [-me] a espada, de dentro está como a morte.
21Eles me ouvem gemendo, [porém] não tenho consolador. Todos meus inimigos, quando ouvem minha aflição se alegram, pois tu o fizeste. Quando tu trouxeres o dia que anunciaste, eles serão como eu.
20Destruição sobre destruição se anuncia, pois toda a terra já está arruinada; de repente foram destruídas minhas tendas, num instante minhas cortinas.
21Até quando verei a bandeira, [e] ouvirei a voz da trombeta?
6Eu estou perturbado e abatido; ando o dia todo em sofrimento.
7Porque meus lombos ardem muito, e nada há que esteja saudável em minha carne.
8Estou enfraquecido e despedaçado; eu gemo pelo sofrimento do meu coração.
9SENHOR, todo o meu sofrimento está diante de ti, e meu gemido não te é oculto.
10Meu coração dá palpitações, e minha força me deixou; e a luz dos meus olhos já não [está] comigo.
3Por isso meus lombos estão cheios de sofrimento; fui tomado por dores, tais como as dores de parto; fiquei perturbado ao ouvir, e estou horrorizado de ver.
4Meu coração se estremece, o terror me apavora; o anoitecer, que eu desejava, [agora] me causa medo.
11Por isso meus órgãos fazem ruído por Moabe como um harpa; e meu interior por Quir- Heres.
27Minhas entranhas fervem, e não se aquietam; dias de aflição me confrontam.
16Quando eu ouvi, meu ventre se perturbou; por causa do ruído meus lábios tremeram; podridão veio em meus ossos, e em meu lugar me perturbei; descansarei até o dia da angústia, quando virá contra o povo que nos ataca.
4Meu coração sofre dores em meu interior, e terrores de morte caíram sobre mim.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
18Teu caminho e teus atos te causaram estas coisas; esta é tua maldade, tão amarga, que chega ao teu coração.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
14Eu me derramei como água, e todos os meus ossos se soltaram uns dos outros; meu coração é como cera, [e] se derreteu por entre meus órgãos.
14Por muito tempo fiquei calado, quieto estive, [e] me retive; [mas agora] darei gritos como a que está de parto, suspirando e juntamente ofegando.
19Ai de mim, por causa do meu quebrantamento! Minha ferida [me] causa grande dor. E eu havia dito: Isto de fato é uma enfermidade, e terei que suportá-la.
21Porque meu coração tem se amargurado, e meus rins têm sentido dolorosas picadas.
13Seus flecheiros me cercaram-me, partiu meus rins, e não [me] poupou; meu fel derramou em terra.
24Nós ouvimos a fama deles, e nossas mãos perderam a força; fomos tomados pela angústia, [e] dor como de mulher no parto.
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
1Disto também o meu coração treme, e salta de seu lugar.
18Até meu consolo está em tristeza; meu coração desfalece em mim.
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
16Por isso agora minha alma se derrama em mim; dias de aflição têm me tomado.
17De noite meus ossos se furam em mim, e meus pulsos não descansam.
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
10Então eu disse: Ah, Senhor DEUS! Verdadeiramente enganaste grandemente a este povo e a Jerusalém, dizendo: Tereis paz; porém a espada chega até a alma.
4Meu coração, tal como a erva, está tão ferido e seco, que me esqueci de comer meu pão.
9Tem misericórdia de mim, SENHOR, porque eu estou angustiado; meus olhos, minha alma e meu ventre foram consumidos pelo sofrimento.
3Na minha carne nada [há que esteja] saudável, por causa de tua ira; não há paz em meus ossos por causa do meu pecado.
3Até minha alma está muito aflita; e tu, SENHOR, até quando?
14Já tocaram trombeta, e prepararam tudo; porém ninguém vai à batalha, pois minha ira está sobre toda sua multidão.
4Por isso eu disse: Desviai vossa vista de mim, [pois] chorarei amargamente; não insistais em me consolar pela destruição da filha do meu povo.
12Por acaso não vos [comove] , todos vós que passais pelo caminho? Olhai, e vede se há dor como a minha dor que me veio, com que o SENHOR me tem afligiu no dia do ardor de sua ira.
13Desde o alto ele enviou fogo em meus ossos, o qual os dominou; ele estendeu uma rede a meus pés, fez-me voltar para trás; tornou-me assolada, sofrendo dores o dia todo.
19Rejeitaste a Judá por completo? Tua alma detesta a Sião? Por que nos feriste [de modo] que não haja cura para nós? Esperávamos paz, mas nada há de bom; [esperávamos] tempo de cura, e eis o terror!
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
9Então eu disse: Não me lembrarei dele, nem falarei mais em seu nome; porém [ela] foi em meu coração como um fogo ardente contido em meus ossos; resisti até me cansar, mas não pude.
9Quanto aos profetas: meu coração está quebrantado em meu interior, todos os meus ossos tremem; estou como um homem bêbado, como um homem dominado pelo vinho, por causa do SENHOR, e por causa de suas santas palavras.
56Ouviste minha voz: não escondas o teu ouvido ao meu suspiro, ao meu clamor.
5Porque assim diz o SENHOR: Ouvimos voz de tremor; há temor, e não paz.
31Por isso minha harpa passou a ser para lamentação, e minha flauta para vozes dos que choram.
9Agora por que gritas tanto? Não há rei em ti? Pereceu teu conselheiro, para que tenhas sido tomada por dores como as de parto?
2Presta atenção em mim, e responde-me; clamo por meu sofrimento, e grito,
13Fez entrar em meus rins as flechas de sua aljava.