Jó 24:12
Desde a cidade as pessoas gemem, e as almas dos feridos clamam; Mas Deus não dá atenção ao erro.
Desde a cidade as pessoas gemem, e as almas dos feridos clamam; Mas Deus não dá atenção ao erro.
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11Entre suas paredes espremem o azeite; pisam os lagares, e [ainda] têm sede.
10A cidade da confusão está quebrada; todas as casas estão fechadas; ninguém pode entrar.
11Um clamor de lamento por causa do vinho [se ouve] nas ruas; toda a alegria se escureceu; o prazer da terra sumiu.
12[Só] restou assolação na cidade; o portão foi feito em ruínas.
13Há os que se opõem à luz; não conhecem seus caminhos, nem permanecem em suas veredas.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
12Eles dizem às suas mães: Onde está o trigo e o vinho?, enquanto desfalecem como feridos pelas ruas da cidade, derramando suas almas no colo de suas mães.
24Porém não se estende a mão para quem está em ruínas, quando clamam em sua opressão?
25Por acaso eu não chorei pelo que estava em dificuldade, [e] minha alma não se angustiou pelo necessitado?
10Dia e noite cercam sobre seus muros; perversidade e opressão há dentro dela.
11Coisas destrutivas [estão] dentro dela; e a falsidade e o engano não sai de suas praças.
22Ele apenas sente as dores em sua própria carne, e lamenta por sua própria alma.
9[Os aflitos] clamam por causa da grande opressão; eles gritam por causa do poder dos grandes.
12Ali clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus.
11Porque a pedra clamará desde a parede, e a trave desde a estrutura de madeiras lhe responderá.
12Ai daquele que edifica a cidade com sangues, e do que estabelece a vila com perversidade!
18Se saio ao campo, eis os mortos a espada; e se entro na cidade, eis os doentes de fome; e até os profetas e os sacerdotes andam rodeando na terra, e nada sabem.
19Rejeitaste a Judá por completo? Tua alma detesta a Sião? Por que nos feriste [de modo] que não haja cura para nós? Esperávamos paz, mas nada há de bom; [esperávamos] tempo de cura, e eis o terror!
1Revelação sobre o vale da visão:O que há contigo, agora, para que tenhas subido toda aos terraços?
2Tu cheia de barulhos, cidade tumultuada, cidade alegre! Teus mortos não morreram pela espada, nem morreram na guerra.
11Tornaram-no em desolação, e lamenta a mim, desolado; toda a terra está desolada, porque ninguém há que pense [nisso] no coração.
11Livra os que estão tomados para a morte, os que estão sendo levados para serem mortos;
12Então as cidades de Judá e os moradores de Jerusalém irão, e clamarão aos deuses a quem queimam incensos; porém de maneira nenhuma poderão os salvar no tempo de sua calamidade.
21Jovens e velhos jazem por [pelas] ruas; minhas virgens e meus rapazes caíram à espada; tu [os] mataste no dia de tua ira, degolaste sem ter compaixão.
25Nas trevas andam apalpando, sem terem luz; e os faz cambalear como a bêbados.
20Os teus filhos desmaiaram, jazem nas entradas de todos os caminhos, como um antílope numa rede; cheios estão do furor do SENHOR, e da repreensão de teu Deus.
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
39Por que o homem vivente se queixa da punição de seus próprios pecados?
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.
14E não clamam a mim com seus corações quando gemem sobre suas camas; eles se reúnem para o trigo e o vinho, [porém] de mim se afastam.
12Porque ele investiga os derramamentos de sangue, [e] lembra-se deles; não se esquece do clamor dos que sofrem.
1Ai da cidade sanguinária, toda cheia de mentiras e de saques; o roubo não cessa.
12E será naquele tempo, que farei busca em Jerusalém com lâmpadas, e punirei os homens que estão acomodados como sedimentos de vinho, os quais dizem em seu coração: O SENHOR nem fará bem nem mal.
7Eis que os embaixadores deles estão gritando de fora; os mensageiros de paz estão chorando amargamente.
12Por acaso não vos [comove] , todos vós que passais pelo caminho? Olhai, e vede se há dor como a minha dor que me veio, com que o SENHOR me tem afligiu no dia do ardor de sua ira.
17Os tolos foram afligidos por causa de seu caminho de transgressões e por suas perversidades.
4A terra chora [e] se murcha; o mundo enfraquece [e] se murcha; estão enfraquecidos os mais elevados do povo da terra;
22Ouçam-se gritos de suas casas, quando tu trouxeres tropas contra eles de repente; pois cavaram uma cova para me prender, e armaram laços para meus pés.
9A aparência de seus rostos dão testemunho contra eles, e mostram abertamente seus pecados; assim como Sodoma, não os disfarçam. Ai da alma deles, porque estão fazendo mal a si mesmos.
6Portanto assim diz o Senhor DEUS: Ai da cidade sanguinária, cuja sujeira está nela, e cuja sujeira não saiu dela! Tira dela pedaço por pedaço, não caia sorte sobre ela.
16Nas trevas vasculham as casas, de dia eles se trancam; não conhecem a luz.
4Então clamareis ao SENHOR, mas ele não vos responderá; ao invés disso esconderá sua face diante de vós naquele tempo, pois praticastes maus atos.
9Porque suas feridas são incuráveis, que já chegaram até Judá; [isto] já chegou até a porta do meu povo, até Jerusalém.
7O suco de uva chora, a vinha se enfraquece; todos os alegres de coração [agora] suspiram.
16E seja tal homem como as cidades que o SENHOR assolou sem se arrepender; e ouça gritos de manhã, e clamores ao meio dia;
19Clamei a meus amantes, porém eles me enganaram; meus sacerdotes e meus anciãos pereceram na cidade; pois buscam comida para si tentarem sobreviver. )
20Olha, SENHOR, que estou angustiada; tormentam-se minhas entranhas, meu coração está transtornado em meio de mim, pois gravemente me rebelei; de fora desfilhou [-me] a espada, de dentro está como a morte.
29Do ruído dos cavaleiros e dos flecheiros, [os moradores de] todas as cidades fugirão; entrarão nos bosques, e subirão em penhascos; todas as cidades ficarão abandonadas, e não haverá nelas morador algum.
12Lamentai-vos batendo em vossos peitos por causa dos campos agradáveis e das vides frutíferas;
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.