Jó 25:4
Como, pois, o ser humano seria justo para com Deus? E como seria puro aquele que nasce de mulher?
Como, pois, o ser humano seria justo para com Deus? E como seria puro aquele que nasce de mulher?
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13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
14O que é o homem, para que seja puro? E o nascido de mulher, para que seja justo?
15Eis que [Deus] não confia em seus santos, nem os céus são puros diante de seus olhos;
16Quanto menos o homem, abominável e corrupto, que bebe a maldade como água?
17Seria o ser humano mais justo que Deus? Seria o homem mais puro que seu Criador?
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
4Quem tirará algo puro do imundo? Ninguém.
5Eis que até a luz não tem brilho; nem as estrelas são puras diante de seus olhos.
6Quanto menos o ser humano, que é uma larva, e o filho de homem, que é um verme.
2Na verdade sei que é assim; mas como pode o ser humano ser justo diante de Deus?
3Ainda se quisesse disputar com ele, não conseguiria lhe responder uma coisa sequer em mil.
3Por acaso suas tropas têm número? E sobre quem não se levanta sua luz?
9Quem poderá dizer: “Purifiquei meu coração; estou limpo de meu pecado”?
1O homem, nascido de mulher, é curto de dias, e farto de inquietação;
3Porque disseste: Para que ela te serve? [Ou] : Que proveito terei dela mais que meu pecado?
14Que faria eu quando Deus se levantasse? E quando ele investigasse [a causa] , o que eu lhe responderia?
4Pois disseste: Minha doutrina é pura, e eu sou limpo diante de teus olhos.
9[Que diziam] : Eu sou limpo e sem transgressão; sou inocente, e não tenho culpa.
29Se eu já estou condenado, então para que eu sofreria em vão?
30Ainda que me lave com água de neve, e limpe minhas mãos com sabão,
2E não entres em juízo com teu servo; porque nenhum ser vivo será justo diante de ti.
3É útil ao Todo-Poderoso que sejas justo? Ganha ele alguma coisa se teus caminhos forem perfeitos?
4Por acaso ele te repreende [e] vem contigo a juízo por causa de teu temor [a ele] ?
5[Ou] não será por causa de tua grande malícia, e de tuas maldades que não têm fim?
3Por que somos considerados animais, e tolos em vossos olhos?
23Quem lhe indica o seu caminho? Quem poderá lhe dizer: Cometeste maldade?
4Contra ti, somente contra ti pequei, e fiz o mal segundo teus olhos; para que estejas justo no que dizeres, e puro no que julgares.
5Eis que em perversidade fui formado, e em pecado minha mãe me concebeu.
6Se tu pecares, que [mal] farás contra ele? Se tuas transgressões se multiplicarem, que [mal] lhe farás?
7Se fores justo, que lhe darás? Ou o que ele receberá de tua mão?
4Aquele que é limpo de mãos, e puro de coração, que não entrega sua alma para as coisas vãs, nem jura enganosamente.
2Pois qual é a porção [dada] por Deus acima, e a herança [dada] pelo Todo-Poderoso das alturas?
3Pereça o dia em que nasci, e a noite [em que] se disse: Um homem foi concebido.
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
8Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares?
4Tens tu olhos de carne? Vês tu como o ser humano vê?
5Se um homem for justo, e fizer juízo e justiça;
3Por acaso Deus perverteria o direito, ou o Todo-Poderoso perverteria a justiça?
4Se teus filhos pecaram contra ele, ele também os entregou ao castigo por sua transgressão.
23Pois ele não precisa observar tanto ao homem para que este possa entrar em juízo com Deus.
7Lembra-te agora, qual foi o inocente que pereceu? E onde os corretos foram destruídos?
6Desta maneira, também Davi afirma que bendito é aquele a quem Deus atribui justiça independentemente das obras:
6Porém todos nós somos como um imundo, e todas as nossas justiças são como roupas contaminadas; e todos nós caímos como uma folha, e nossas culpas nos levam como o vento.
2Lava-me bem de minha perversidade, e purifica-me de meu pecado.
12Há gente que é pura aos seus [próprios] olhos, mas que não foi lavada de sua imundície;
3Ou se tocar a homem impuro em qualquer impureza sua de que é impuro, e não o deixar de ver; se depois chega a sabê-lo, será culpável.
12Quem pode entender [seus próprios] erros? Limpa-me dos que [me] são ocultos.
6De maneira nenhuma! De outro modo, como Deus julgará o mundo?
21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.
13Teus olhos são puros demais para veres o mal, e não podes observar a opressão; ora, por que olharias aos enganadores, e calarias quando o perverso devora ao mais justo que ele?