Jó 26:5
Os mortos tremem debaixo das águas com os seus moradores.
Os mortos tremem debaixo das águas com os seus moradores.
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
6O mundo dos mortos está nu diante de [Deus] , e não há cobertura para a perdição.
4A quem tens dito [tais] palavras? E de quem é o espírito que sai de ti?
11As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca.
12Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, eles não despertarão, nem se erguerão de seu sono.
9O mundo dos mortos desde [suas] profundezas se agitou por causa de ti, para sair ao teu encontro em tua chegada; por causa de ti ele despertou aos mortos, todos os líderes da terra, e fez levantar de seus tronos a todos os reis das nações.
4Abre um poço onde não há morador, lugares esquecidos por quem passa a pé; pendurados longe da humanidade, vão de um lado para o outro.
18Figura de nenhum animal que vá arrastando pela terra, forma de peixe algum que haja na água debaixo da terra:
5Os abismos os cobriram; Como pedra desceram aos profundos.
5As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou; as algas se enrolaram à minha cabeça.
6Desci aos fundamentos dos montes; a terra trancou suas fechaduras a mim para sempre; porém tu tiraste minha vida da destruição, ó SENHOR meu Deus.
16Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo?
17Foram reveladas a ti as portas da morte, ou viste as portas da sombra de morte?
5Quando me cercaram ondas de morte, E ribeiros de iniquidade me assombraram,
6As cordas do mundo dos mortos me rodearam, e laços de morte me tomaram desprevenido.
14Tornarias as pessoas como como os peixes do mar, como répteis que não têm quem os governe?
16Então apareceram as profundezas do mar, E os fundamentos do mundo foram descobertos, À repreensão do SENHOR, Ao sopro do vento de seu nariz.
14Eles estão mortos, não [voltarão] a viver; fantasmas não ressuscitarão; por isso tu os visitaste e os destruíste, e eliminaste toda a memória deles.
11Ou trevas, para que não vejas; e inundação de água te cobre.
19Os teus mortos viverão, [junto com] meu cadáver, [assim] ressuscitarão; festejai e sede alegres, vós que habitais no pó! Pois o teu orvalho [é] orvalho de luz, e a terra gerará de si [seus] mortos.
19A seca e o calor desfazem as águas da neve; [assim também] o mundo dos mortos [faz aos que] pecaram.
5Abandonado entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, aos quais tu já não te lembra mais, e já estão cortados [para fora do poder] de tua mão.
15E as profundezas das águas foram vistas, e os fundamentos do mundo foram descobertos por tua repreensão, SENHOR, pelo sopro do vento do teu nariz.
17Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio.
8À cova te farão descer, e morrerás da morte dos que morrem no meio dos mares.
25Este grande e vasto mar, nele há inúmeros seres, animais pequenos e grandes.
26Por ali andam os navios e o Leviatã que formastes, para que te alegrasses nele.
30As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela.
13E o mar entregou os mortos que nele havia; e a morte e o mundo dos mortos entregaram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as obras deles.
16Tais foram cortados antes de tempo; [sobre] o fundamento deles foi derramada uma enchente.
16As águas te viram, ó Deus; as águas te viram, [e] tremeram; também os abismos foram abalados.
7Ele junta as águas do mar como se estivessem empilhadas; aos abismos ele põe como depósitos de tesouros.
19Porque assim diz o Senhor DEUS: Quando eu te tornar uma cidade desolada, como as cidades que não se habitam; quando eu fizer subir sobre ti um abismo, e muitas águas te cobrirem,
20Então eu te farei descer com os que descem à cova, junto dos povos do passado; e te porei nas profundezas da terra, como os lugares desertos antigos, com os que descem à cova, para que não sejas habitada; então darei glória na terra dos viventes.
26Elas sobem aos céus, [e] descem aos abismos; a alma deles se derrete de angústia.
5Águas violentas teriam passado por sobre nossas almas.
14Para que todas as árvores bem [regadas] com águas não se elevem em sua estatura, nem levantem seu topo no meio dos ramos espessos, nem todas as que bebem águas se tornem poderosas de tão altas; porque todos estão entregues à morte, no meio dos filhos dos homens, para abaixo da terra.
24Esses veem as obras do SENHOR, e suas maravilhas nas profundezas.
31Ele faz ferver as profundezas como a uma panela, e faz do mar como um pote de unguento.
20Medos o tomarão como águas; um turbilhão o arrebatará de noite.
5Porque na morte não há lembrança de ti; no mundo dos mortos quem te louvará?
5Porque eles ignoram isto por sua própria vontade, que pela palavra de Deus desde os [tempos] antigos [é que] foram os céus, e [que] a terra [saiu] da água, e sobre a água continua.
6Fez-me habitar em lugares escuros, como os que já morrera há muito tempo.
19E a água desgasta as pedras, e as enxurradas levam o pó da terra, assim também tu fazes perecer a esperança do homem.
7Louvai ao SENHOR [vós] da terra: os monstros marinhos, e todos os abismos;
15Eis que, [quando] ele detém as águas, elas se secam; [quando] ele as deixa sair, elas transtornam a terra.
6O SENHOR mata, e ele dá vida: Ele faz descer ao sepulcro, e faz subir.
10Sopraste com teu vento, cobriu-os o mar: Afundaram-se como chumbo nas impetuosas águas.
3Por isso a terra lamentará, e qualquer um que morar nela desfalecerá, com os animais do campo e as aves do céu; e até os peixes do mar morrerão.
3Pois tu me lançaste no profundo, no meio dos mares, e a correnteza me cercou; todas as tuas ondas e tuas vagas passaram sobre mim.
12Vamos tragá-los vivos, como [se fosse] o mundo dos mortos; e inteiros, como os que descem à cova.