Jó 38:26
Para chover sobre a terra [onde] havia ninguém, [sobre] o deserto, onde não há gente,
Para chover sobre a terra [onde] havia ninguém, [sobre] o deserto, onde não há gente,
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27Para fartar [a terra] deserta e desolada, e para fazer crescer aos renovos da erva.
28Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?
24Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?
25Quem repartiu um canal às correntezas de águas, e caminho aos relâmpagos dos trovões,
27Ele traz para cima as gotas das águas, que derramam a chuva de seu vapor;
28A qual as nuvens destilam, gotejando abundantemente sobre o ser humano.
29Poderá alguém entender a extensão das nuvens, [e] os estrondos de seu pavilhão?
6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.
10Ele é o que dá a chuva sobre a face da terra, e envia águas sobre os campos.
7Ele faz as nuvens subirem desde os confins da terra, faz os relâmpagos com a chuva; ele produz os ventos de seus tesouros.
16Quando ele dá sua voz, há um grande estrondo de águas no céu, e faz subir as nuvens desde os confins da terra; ele faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento de seus tesouros.
11Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, [e] por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago.
12Então elas se movem ao redor segundo sua condução, para que façam quanto ele lhes manda sobre a superfície do mundo, na terra;
22Por acaso há entre as inutilidades das nações alguém que faz chover? Ou podem os céus dar chuvas? Não és [somente] tu, SENHOR, nosso Deus? Por isso em ti esperamos, pois tu fazes todas estas coisas.
26Quando ele fez lei para a chuva, e caminho para o relâmpago dos trovões,
34Ou podes levantar tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?
35Podes tu mandar relâmpagos, para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?
7Além disso eu vos retive a chuva três meses antes da colheita; e fiz chover sobre uma cidade, e sobre outra cidade não fiz chover; sobre um campo choveu; mas o outro campo sobre o qual não choveu, se secou;
33Ele torna os rios em deserto, e as saídas de águas em terra seca.
34A terra frutífera em salgada, pela maldade dos que nela habitam.
35Ele torna o deserto em lagoa, e a terra seca em nascentes de águas.
10Porque tal como a chuva e a neve desce dos céus, e para lá não volta, mas rega a terra, e a faz produzir, brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come;
26E farei com que elas e os lugares ao redor de meu monte sejam bênção; e farei descer a chuva em seu tempo; chuvas de bênção serão.
1Pedi, vós, ao SENHOR chuva no tempo da chuva tardia; o SENHOR faz relâmpagos, e lhes dará chuva abundante, e erva no campo a cada um.
13Quando ele pronuncia sua voz, [logo] há ruído de águas no céu, e faz subir vapores dos confins da terra; faz os relâmpagos com a chuva, e faz sair o vento de seus tesouros.
15Eis que, [quando] ele detém as águas, elas se secam; [quando] ele as deixa sair, elas transtornam a terra.
32Ele cobre as mãos com o relâmpago, e dá ordens para que atinja o alvo.
18Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em tanques de águas, e a terra seca em mananciais de águas.
5E antes que toda planta do campo existisse na terra, e antes que toda erva do campo nascesse; porque ainda não havia o SENHOR Deus feito chover sobre a terra, nem havia homem para que lavrasse a terra;
6Mas subia da terra um vapor, que regava toda a face da terra.
8Ele amarra as águas em suas nuvens, todavia a nuvem não se rasga debaixo dela.
8Ele que cobre o céu com nuvens, que prepara chuva para a terra, que faz os montes produzirem erva;
4Pois o chão se rachou, por não haver chuva na terra; envergonhados estão os trabalhadores, [e] cobrem suas cabeças.
4Abre um poço onde não há morador, lugares esquecidos por quem passa a pé; pendurados longe da humanidade, vão de um lado para o outro.
37Quem pode enumerar as nuvens com sabedoria? E os odres dos céus, quem pode os despejar?
17Porque o SENHOR disse assim: Não vereis vento, nem vereis chuva, e este vale será cheio de água, e bebereis vós, e vossos animais, e vossos gados.
7Pois a terra que absorve a chuva que com frequência vem sobre ela, e produz vegetação proveitosa para aqueles por quem e lavrada, recebe a bênção de Deus.
4Ele repreende o mar, e o faz secar; e deixa secos todos os rios. Basã e o Carmelo se definham, e a flor do Líbano murcha.
3Ao qual envia por debaixo de todos os céus; e sua luz até os confins da terra.
6Pois será como um arbusto no deserto, e não sente quando vier o bem; ao invés disso morará nas securas no deserto, em terra salgada e inabitável.
6Ao qual eu dei a terra desabitada por casa, e a terra salgada por suas moradas.
2Por que razão quando eu vim ninguém apareceu? Chamei, e ninguém respondeu. Por acaso minha mão se encurtou tanto, que já não posso resgatar? Ou não há [mais] poder em mim para livrar? Eis que com minha repreensão faço secar o mar, torno os rios em deserto, até federem seus peixes por não haver água, e morrem de sede.
13Ele rega os montes desde seus cômodos; a terra se farta do fruto de tuas obras.
11Ele tapa os rios desde suas nascentes, e faz o oculto sair para a luz.
21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.
10Enche seus regos de [águas] , fazendo-as descer em suas margens; com muita chuva a amoleces, [e] abençoas o que dela brota.
8O fogo e a saraiva, a neve e o vapor; o vento tempestuoso, que executa sua palavra.
3Se as nuvens estiverem cheias, há chuva sobre a terra; e se a árvore cair, seja para ou sul ou seja para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ela ficará.
15Aos montes e morros tornarei em deserto, e toda sua erva farei secar; e tornarei aos rios em ilhas, e as lagoas secarei.
10Por isso que os céus detêm o orvalho de vós, e a terra detém seus frutos.