Jó 41:18
Cada um de seus roncos faz resplandecer a luz, e seus olhos são como os cílios do amanhecer.
Cada um de seus roncos faz resplandecer a luz, e seus olhos são como os cílios do amanhecer.
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19De sua boca saem tochas, faíscas de fogo saltam dela.
20De suas narinas sai fumaça, como de uma panela fervente ou de um caldeirão.
21Seu fôlego acende carvões, e de sua boca sai chama.
22A força habita em seu pescoço; diante dele salta-se de medo.
24Poderiam, por acaso, capturá-lo à vista de seus olhos, [ou] com laços furar suas narinas?
20Podes tu o espantar como a um gafanhoto? O sopro de suas narinas é terrível.
21Ele escarva a terra, alegra-se de sua força, [e] sai ao encontro das armas;
12Seus olhos são como pombas junto às correntes de águas, lavados em leite, colocados como [joias] .
13As laterais de seu rosto como um canteiro de especiarias, [como] caixas aromáticas; seus lábios são [como] lírios, que gotejam fragrante mirra.
14Suas mãos são [como] anéis de ouro com pedras de crisólitos; seu abdome [como] o brilhante marfim, coberto de safiras.
13Quem descobrirá sua vestimenta superficial? Quem poderá penetrar sua couraça dupla?
14Quem poderia abrir as portas de seu rosto? Ao redor de seus dentes há espanto.
15Seus fortes escudos são excelentes; cada um fechado, como um selo apertado.
16Um está tão próximo do outro, que vento não pode entrar entre eles.
17Estão grudados uns aos outros; estão tão travados entre si, que não se podem separar.
9Subiu fumaça de suas narinas, E de sua boca fogo consumidor, Pelo qual se acenderam carvões.
8Fumaça subiu de seu nariz, e fogo consumidor saiu de sua boca; carvões foram acesos por ele.
32Ele faz brilhar o caminho atrás de si; faz parecer ao abismo com cabelos grisalhos.
4E houve resplendor como o da luz; raios brilhantes saíam de sua mão; e ali sua força estava escondida.
5A praga ia adiante dele, e a pestilência seguia seus pés.
13Do resplendor de sua presença Se acenderam brasas ardentes.
3Por acaso suas tropas têm número? E sobre quem não se levanta sua luz?
21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.
2Podes pôr um anzol em seu nariz, ou com um espinho furar sua queixada?
3Quando ele fazia brilhar sua lâmpada sobre minha cabeça, e eu com sua luz caminhava pelas trevas,
12Por que o teu coração te arrebata, e por que centelham teus olhos,
4Será como a luz da manhã quando sai o sol, Da manhã sem nuvens; Quando a erva da terra brota Por meio do resplendor depois da chuva.
32Ele cobre as mãos com o relâmpago, e dá ordens para que atinja o alvo.
33O trovão anuncia sua presença; o gado também [prenuncia a tempestade] que se aproxima.
17Ele torna sua cauda dura como o cedro, e os nervos de suas coxas são entretecidos.
18Seus ossos são [como] tubos de bronze; seus membros, como barras de ferro.
12Do brilho de sua presença suas nuvens se espalharam, [e também] a saraiva, e as brasas de fogo.
17E [tua] vida será mais clara que o meio-dia; ainda que haja trevas, tu serás como o amanhecer.
3E os olhos dos que vem não se ofuscarão; e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
24Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?
7Certamente a luz é agradável, e ver o sol é bom para os olhos.
5Na verdade, a luz dos perverso se apagará, e a faísca de seu fogo não brilhará.
6A luz se escurecerá em sua tenda, e sua lâmpada sobre ele se apagará.
18Por acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?
30Eis que estende sobre ele sua luz, e cobre as profundezas do mar.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
22Quando o sol volta a brilhar, [logo] se recolhem, e vão se deitar em suas tocas.
21Porque seus olhos estão sobre os caminhos do homem, e ele vê todos os seus passos.
14E a cabeça e os cabelos dele eram brancos como a lã, brancos como a neve; e seus olhos como chama de fogo;
9Com o sopro de Deus eles perecem, e pelo vento de sua ira são consumidos.
13Quanto à semelhança dos animais, sua aparência era como pedaços de carvão acesos, como aparência de tochas acesas; o fogo se movia entre os animais; e brilhava intensamente, e do fogo saíam relâmpagos.
15Por acaso sabes tu quando Deus dá ordem a elas, e faz brilhar o relâmpago de sua nuvem?
30Não escapará das trevas; a chama secará seus ramos, e ao sopro de sua boca desparecerá.
12Seus olhos mais vermelhos que o vinho, E os dentes mais brancos que o leite.
15E as profundezas das águas foram vistas, e os fundamentos do mundo foram descobertos por tua repreensão, SENHOR, pelo sopro do vento do teu nariz.