Jó 6:3
Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
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1Mas Jó respondeu, dizendo:
2Oh se pesassem justamente minha aflição, e meu tormento juntamente fosse posto em uma balança!
4Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim, cujo veneno meu espírito bebe; e temores de Deus me atacam.
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
25Pois aquilo eu temia tanto veio a mim, e aquilo que tinha medo me aconteceu.
7Minha alma se recusa tocar [essas coisas] , que são para mim como comida detestável.
8Ah se meu pedido fosse realizado, e se Deus [me] desse o que espero!
9Que Deus me destruísse; ele soltasse sua mão, e acabasse comigo!
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
11Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
6Fez-me habitar em lugares escuros, como os que já morrera há muito tempo.
7Cercou-me por todos lados, e não posso sair; tornou pesados os meus grilhões.
23Ah se minhas palavras fossem escritas! Ah se fossem escritas em um livro!
16Por isso agora minha alma se derrama em mim; dias de aflição têm me tomado.
20Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado?
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
6Ainda que eu fale, minha dor não cessa; e se eu me calar, em que me alivio?
7Na verdade agora ele me tornou exausto; tu assolaste toda a minha companhia.
6Sabei, pois, que foi Deus que me transtornou, e [com] sua rede me cercou.
19Lançou-me na lama, e fiquei semelhante ao pó e à cinza.
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
2Até hoje minha queixa é uma amargura; a mão [de Deus] sobre mim é mais pesada que meu gemido.
16Quebrou os meus dentes com cascalho, cobriu-me de cinzas.
17E afastou minha alma da paz, fez-me esquecer da boa vida.
18Então eu disse: Pereceram minha força e minha esperança no SENHOR.
4Porque minhas maldades ultrapassam minha cabeça; elas [são] como carga pesada demais para mim.
11Desviou meus caminhos, e fez-me em pedaços; deixou-me desolado.
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
12Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
18Ele não me permite respirar; em vez disso, me farta de amarguras.
23Porque o castigo de Deus era um assombro para mim, e eu não teria poder contra sua majestade.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
3Pois tu me lançaste no profundo, no meio dos mares, e a correnteza me cercou; todas as tuas ondas e tuas vagas passaram sobre mim.
36Certamente eu o carregaria sobre meu ombro, e o poria em mim como uma coroa.
6Meus dias são mais rápidos que a lançadeira do tecelão, e perecem sem esperança.
9Cercou meus caminhos com pedras lavradas, retorceu as minhas veredas.
53Tentaram tirar minha vida na masmorra, e lançaram pedras sobre mim.
54As águas inundaram sobre minha cabeça; eu disse: É o meu fim.
18Porque estou cheio de palavras, e o espírito em meu ventre me obriga.
13Desde o alto ele enviou fogo em meus ossos, o qual os dominou; ele estendeu uma rede a meus pés, fez-me voltar para trás; tornou-me assolada, sofrendo dores o dia todo.
9Sua medida é mais comprida que a terra, e mais larga que o mar.
2Até quando atormentareis minha alma, e me quebrantareis com palavras?
10Porque minha vida foi destruída pela aflição, e meus anos pelos suspiros; minha força descaiu por minha maldade; e meus ossos se enfraqueceram.
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
15Minha força se secou como um caco de barro, e minha língua está grudada no céu da boca; e tu me pões no pó da morte;
6Já estou cansado do meu gemido; toda a noite eu inundo a minha cama; com minhas lágrimas molho meu leito.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
12Porque inúmeros males me cercaram; minhas maldades me prenderam, e eu não pude as ver; elas são muito mais do que os cabelos de minha cabeça, e meu coração me desamparou.
13Seus flecheiros me cercaram-me, partiu meus rins, e não [me] poupou; meu fel derramou em terra.
11Ou trevas, para que não vejas; e inundação de água te cobre.