João 11:48
Se assim o deixamos, todos crerão nele, e virão os romanos, e nos tomarão tanto o lugar quanto a nação.
Se assim o deixamos, todos crerão nele, e virão os romanos, e nos tomarão tanto o lugar quanto a nação.
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47Então os sacerdotes e os fariseus juntaram o conselho, e disseram: Que faremos? Porque este homem faz muitos sinais.
49E Caifás, um deles, que era sumo sacerdote daquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis;
50Nem considerais que nos convém, que um homem morra pelo povo, e toda a nação não pereça.
51E ele não disse isto de si mesmo; mas que, como era o sumo sacerdote daquele ano, profetizou que Jesus morreria pelo povo.
57E os sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem de que, se alguém soubesse onde ele estava, o denunciasse, para que o pudessem prender.
13dizendo: Falai: “Os discípulos dele vieram de noite, e o furtaram enquanto estávamos dormindo”.
14E, se isto for ouvido pelo governador, nós o persuadiremos, e vos manteremos seguros.
14Porque nós o ouvimos dizer que este Jesus Nazareno vai destruir este lugar, e mudar os costumes que Moisés nos entregou.
31E eles argumentavam entre si, dizendo: Se dissermos do céu, ele dirá: Por que, pois, não crestes nele?
32Porém, se dissermos dos homens, tememos ao povo, porque todos consideravam que João era verdadeiramente profeta.
5E eles discutiam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Por que, então, vós não [o] crestes?
6E se dissermos: Dos homens, todo o povo nos apedrejará; pois estão convencidos de que João era profeta.
48Por acaso algum dos chefes ou dos fariseus creu nele?
26Mas se dissermos: “Dos seres humanos”, temos medo da multidão, pois todos consideram João como profeta.
42Contudo ainda até muitos dos chefes também creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus; por não serem expulsos da sinagoga.
30Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não o entregaríamos a ti.
31Disse-lhes pois Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo vossa lei. Disseram-lhe pois os Judeus: Não nos é lícito matar a alguém.
38E agora, eu vos digo, afastai-vos destes homens, e deixai-os; porque se este conselho ou esta obra for humana, ela se desfará.
44E alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele.
45Vieram pois os oficiais dos sacerdotes e fariseus; e eles lhes disseram: Por que não o trouxestes?
11Mas os Príncipes dos Sacerdotes agitaram a multidão, para que, ao invés disso, lhes soltasse a Barrabás.
42Salvou outros, a si mesmo não pode salvar. Se é Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele.
31E muitos da multidão creram nele, e diziam: Quando o Cristo vier, fará ainda mais sinais do que os que este tem feito?
32Ouviram os fariseus que a multidão murmurava estas coisas sobre ele; e os fariseus e os chefes dos Sacerdotes mandaram oficiais para prendê-lo.
19Disseram pois os fariseus entre si: Vedes que nada aproveitais? Eis que o mundo vai após ele.
10E os chefes dos sacerdotes se aconselharam de também matarem a Lázaro,
11Porque muitos dos judeus iam por causa dele, e criam em Jesus.
14E era Caifás o que havia aconselhado aos judeus de que convinha que um homem morresse pelo povo.
2E os chefes dos sacerdotes, e os escribas procuravam um meio de o matar, pois eles temiam ao povo.
6O qual também tentou profanar o Templo; ao qual também prendemos, e quisemos julgar conforme a nossa Lei.
7Mas tendo vindo sobre [nós] o comandante Lísias, com grande violência, tirou [-o] das nossas mãos;
18Os escribas e os chefes dos sacerdotes ouviram isso, e buscavam uma maneira de o matar; pois o temiam, porque toda a multidão estava admirada do ensino dele.
3Então os chefes dos sacerdotes, os escribas, e os anciãos do povo se reuniram na casa do sumo sacerdote, que se chamava Caifás.
4E conversaram a fim de, usando mentira, prenderem Jesus, e [o] matarem.
5Porém diziam: Não na festa, para que não haja tumulto entre o povo.
16Dizendo: O que faremos a estes homens? Porque um sinal notório foi feito por eles, manifesto a todos os que habitam em Jerusalém, e não podemos negar.
12Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os Judeus clamavam, dizendo: Se soltas a este, não és amigo de César; qualquer que se faz Rei, contradiz a César.
20Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus.
53Então desde aquele dia se aconselhavam juntos para o matarem.
20E como os chefes dos sacerdotes, e nossos líderes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram.
12E incitaram ao povo, aos anciãos e aos escribas; e vieram sobre [Estêvão] , e o detiveram, e o levaram ao Supremo Conselho.
25Diziam, pois, alguns dos de Jerusalém: Não é este ao que procuram matar?
24Quando o [sumo] sacerdote, o chefe da guarda do Templo, e os chefes dos sacerdotes ouviram estas palavras, eles duvidaram deles quanto o que aquilo viria a ser.
32Que o Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos, e creiamos!Os que estavam crucificados com ele também o insultavam.
49Porém os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo.
46E procuravam prendê-lo, mas temeram as multidões, pois elas o consideravam profeta.
11Pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso em nossos olhos”?
15Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Crucificarei a vosso Rei?Responderam os chefes dos sacerdotes: Não temos [outro] rei, a não ser César.
7Responderam-lhe os Judeus: Nós temos Lei, e segundo nossa Lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.
39Então procuravam outra vez prendê-lo; e ele saiu de suas mãos.