João 8:6
E isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas inclinando-se Jesus, escrevia com o dedo na terra.
E isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas inclinando-se Jesus, escrevia com o dedo na terra.
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7E enquanto continuavam lhe perguntando, ele se endireitou, e disse-lhes: Aquele de vós que está sem pecado, [seja] o primeiro que atire pedra contra ela.
8E voltando a se inclinar, escrevia na terra.
9Porém ouvindo eles [isto] , e acusados pela [própria] consciência, saíram um a um, começando dos mais velhos até os últimos; e Jesus ficou só, e a mulher, que estava no meio.
10E endireitando-se Jesus, e não vendo a ninguém além da mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
11E disse ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai, e não peques mais.
2E pela manhã cedo voltou ao Templo, e todo o povo veio a ele; e sentando-se, ensinava-os.
3E trouxeram-lhe os escribas e fariseus uma mulher tomada em adultério;
4E pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi tomada no momento em que estava adulterando.
5E na Lei nos mandou Moisés, que as tais sejam apedrejadas; tu pois que dizes?
59Então tomaram pedras para atirarem nele. Mas Jesus se escondeu, e saiu do Templo, atravessando por meio deles, e assim se foi.
7E os escribas e fariseus prestavam atenção nele, se o curaria no sábado; para encontrarem [motivo] de o acusarem.
8Pois ele bem sabia dos seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão definhada: Levanta-te, e põe-te em pé no meio. E ele, levantando-se, pôs-se de pé.
46Quem de vós me convence de pecado? E se digo a verdade, por que não credes em mim?
2E prestavam atenção nele, se o curaria no sábado, para o acusarem.
6Quando pois lhes disse: Eu sou, voltaram para trás, e caíram em terra.
7Voltou pois a lhes perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno.
3E os chefes dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas, porém ele nada respondia.
4E outra vez Pilatos lhe perguntou, dizendo: Não respondes nada? Olha quantas [coisas] testemunham contra ti!
3E eis que alguns dos escribas disseram entre si: Ele blasfema.
4Mas Jesus, vendo seus pensamentos, disse: Por que pensais o mal em vossos corações?
29Saiu pois Pilatos até eles fora, e disse: Que acusação trazeis contra este homem?
22Porém conhecendo Jesus seus pensamentos, respondeu, e disse-lhes: O que vós imaginais em vossos corações?
6E estavam ali sentados alguns escribas, que pensavam em seus corações:
7Por que este [homem] fala essas blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?
8Imediatamente Jesus percebeu em seu espírito que assim pensavam em si mesmos. Então perguntou-lhes: Por que pensais assim em vossos corações?
51Por acaso nossa Lei julga ao homem sem primeiro o ouvir, e entender o que faz?
20Estas palavras falou Jesus junto à arca do tesouro, ensinando no Templo; e ninguém o prendeu, porque sua hora ainda não era chegada.
3Mas ele lhes respondeu: O que Moisés vos mandou?
54armando-lhe ciladas, e procurando caçar alguma coisa de sua boca, para o poderem acusar.
34Eles responderam, e lhe disseram: Tu és todo nascido em pecados, e nos ensina? E o lançaram fora.
32Respondeu-lhes Jesus: Muitas boas obras de meu Pai vos tenho mostrado; por qual obra destas me apedrejais?
40E respondendo Jesus, disse-lhe: Simão, uma coisa tenho que te dizer;E ele disse: Dize-a, Mestre.
2E alguns dos fariseus lhes disseram: Por que fazeis o que não é lícito fazer nos sábados?
30Mas ele, passando por meio deles, foi embora.
18Mas Jesus, entendendo a sua malícia, disse: Por que me tentais, hipócritas?
19Não vos deu Moisés a Lei? Mas ninguém de vós cumpre a Lei. Por que procurais me matar?
5E Jesus lhes respondeu: Foi pela dureza dos vossos corações que ele vos escreveu este mandamento.
13Disseram-lhe pois os Fariseus: Tu testemunhas de ti mesmo; teu testemunho não é verdadeiro.
21Por que perguntas a mim? Pergunta aos que o ouviram, que é o que lhes falei. Eis que estes sabem que é o que tenho dito.
23E ele, entendendo a astúcia deles, disse-lhes: Por que me tentais?
6(Mas ele disse isto para o testar; pois ele bem sabia o que havia de fazer.)
10E eis que havia ali um homem que tinha uma mão definhada; e eles, a fim de o acusarem, perguntaram-lhe: É lícito curar nos sábados?
32E ele olhava em redor, para ver quem havia lhe feito isso.
12Perguntaram-lhe pois: Quem é o homem que te disse: Toma teu leito e anda?
26E ele lhe disse: O que está escrito na Lei? Como tu [a] lês?
7E responderam que não sabiam de onde [era] .
7Eles lhe disseram: Por que, pois, Moisés mandou [lhe] dar carta de separação, e divorciar-se dela?
45Não penseis que eu vos tenha de acusar para com o Pai; o que vos acusa é Moisés, em quem vós esperais.
34Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou outros te disseram de mim?
13Então Pilatos, ouvindo este dito, levou fora a Jesus, e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Litóstrotos, [ou pavimento] , e em hebraico Gabatá.