Jonas 1:11
Então lhe disseram: O que faremos contigo, para que o mar se nos aquiete?Porque o mar cada vez mais se embravecia.
Então lhe disseram: O que faremos contigo, para que o mar se nos aquiete?Porque o mar cada vez mais se embravecia.
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12E ele lhes respondeu: Tomai-me, e lançai-me ao mar, e o mar se vos aquietará; porque eu sei que foi por minha causa que esta grande tempestade [veio] sobre vós.
13Mas os homens se esforçavam para remar, tentando voltar à terra firme; porém não conseguiam, porque o mar cada vez mais se embravecia sobre eles.
14Então clamaram ao SENHOR, e disseram: Ó SENHOR, nós te pedimos para não perecermos por causa da alma deste homem, nem ponhas sangue inocente sobre nós; porque, tu, SENHOR, fizeste como te agradou.
15Então tomaram a Jonas, e o lançaram ao mar; e o mar se aquietou de seu furor.
16Por isso aqueles homens temeram ao SENHOR [com] grande temor; e ofereceram sacrifício ao SENHOR, e prometeram votos.
3Porém Jonas se levantou para fugir da presença do SENHOR a Társis, e desceu a Jope; e achou um navio que partia para Társis. Então pagou sua passagem e entrou nele, para ir com eles a Társis [a fim de se distanciar] do SENHOR.
4Mas o SENHOR fez levantar um grande vento no mar; e fez-se uma tempestade tão grande no mar, que o navio estava a ponto de se quebrar.
5Então os marinheiros tiveram medo, e cada um clamava a seu deus; e lançaram no mar os objetos que havia no navio, para com eles diminuir o peso. Jonas, porém, havia descido ao interior do navio, e se pôs a dormir profundamente.
6E o capitão do navio se aproximou dele, e lhe disse: Que há contigo, dorminhoco? Levanta-te, e clama a teu deus; talvez ele se lembre de nós, para que não pereçamos.
7E disseram cada um a seu companheiro: Vinde, e lancemos sortes, para sabermos por causa de quem este mal [veio] sobre nós. Então lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas.
8Então eles lhe disseram: Conta-nos, por favor, por que nos este mal nos [veio] . Qual é a tua profissão, e de onde vens? Qual é a tua terra, e de que povo és?
9E ele lhes respondeu: Sou hebreu, e temo ao SENHOR, o Deus dos céu, que fez o mar e a terra.
10Então aqueles homens tiveram um grande medo, e lhe disseram: Por que fizeste isto? Pois aqueles homens sabiam que ele estava fugindo do SENHOR, porque ele já havia lhes dito.
24E eis que se levantou no mar uma tormenta tão grande que o barco era coberto pelas ondas; porém ele dormia.
25E seus discípulos se aproximaram para acordá-lo, dizendo: Senhor, salva-nos! Estamos sendo destruídos!
26E ele lhes respondeu: Por que temeis, [homens] de pouca fé? Então ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar. E houve grande calmaria.
27E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Quem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?
23E enquanto eles estavam navegando, [Jesus] adormeceu; e desceu uma tempestade de vento no lago, e enchiam-se [de água] , e corriam perigo.
24E chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo!E ele se levantou, repreendeu ao vento, e as ondas da água; e pararam, e fez-se bonança.
25E disse-lhes: Onde está vossa fé?Mas eles, temendo, maravilharam-se, dizendo uns aos outros: Quem é este, que manda até aos ventos, e à água, e lhe obedecem?
37E levantou-se uma grande tempestade de vento; as ondas atingiam por cima do barco, de maneira que já se enchia.
38[Jesus] estava na popa dormindo sobre uma almofada. Então despertaram-no, e disseram-lhe: Mestre, não te importas que pereçamos?
39Então ele se levantou, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te! E o vento se aquietou, e fez-se grande bonança.
40E perguntou-lhes: Por que sois tão covardes? Como não tendes fé?
41E ficaram muito atemorizados, e diziam uns aos outros: Quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?
28Então eles clamaram ao SENHOR em suas angústias, e ele os tirou de suas aflições.
29Ele fez cessar as tormentas, e as ondas se calaram.
30Então se alegraram, porque houve calmaria; e ele os levou ao porto que queriam [chegar] .
18E o mar se levantou, porque um grande vento soprava.
19E havendo já navegado quase vinte e cinco, ou trinta estádios, viram a Jesus andando sobre o mar, e se aproximando do barco; e temeram.
39E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.
40E tendo levantado as âncoras, deixaram [-no] ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando [-o] à praia.
41Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.
25[Porque] quando ele fala, ele faz levantar tormentas de vento, que levanta suas ondas.
26Elas sobem aos céus, [e] descem aos abismos; a alma deles se derrete de angústia.
32E quando subiram no barco, o vento se aquietou.
17O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes [para] reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e [deixaram] ir à deriva.
18E sendo muito afligidos pela tempestade, no [dia] seguinte jogaram a carga para fora [do navio] .
13E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.
14Mas não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.
15E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados [por ele] .
24E o barco já estava no meio do mar, atormentado pelas ondas, porque o vento era contrário.
29E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse [logo] .
30E [quando] os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,
26Quando os discípulos o viram andar sobre o mar, apavoraram-se, dizendo: É um fantasma! E gritaram de medo.
30Mas quando viu o vento forte, teve medo; e começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me!
10Sopraste com teu vento, cobriu-os o mar: Afundaram-se como chumbo nas impetuosas águas.
51E subiu a eles no barco, e o vento se aquietou. Eles ficaram muito espantados e maravilhados entre si,
9Tu dominas a arrogância do mar; quando suas ondas se levantam, tu as aquietas.
7Ele é o que amansa o ruído dos mares, o ruído de suas ondas, e o tumulto dos povos.