Juízes 1:7
Então disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, cortados os polegares de suas mãos e de seus pés, colhiam as migalhas debaixo de minha mesa: como eu fiz, assim Deus me pagou. E meteram-no em Jerusalém, de onde morreu.
Então disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, cortados os polegares de suas mãos e de seus pés, colhiam as migalhas debaixo de minha mesa: como eu fiz, assim Deus me pagou. E meteram-no em Jerusalém, de onde morreu.
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4E subiu Judá, e o SENHOR entregou em suas mãos aos cananeus e aos perizeus; e deles feriram em Bezeque dez mil homens.
5E acharam a Adoni-Bezeque em Bezeque, e lutaram contra ele: e feriram aos cananeus e aos perizeus.
6Mas Adoni-Bezeque fugiu; e seguiram-no, e prenderam-no, e cortaram-lhe os polegares das mãos e dos pés.
56Assim, pois, Deus pagou a Abimeleque o mal que fez contra seu pai matando a seus setenta irmãos.
57E ainda todo aquele mal dos homens de Siquém devolveu Deus sobre suas cabeças: e a maldição de Jotão, filho de Jerubaal, veio sobre eles.
8E combateram os filhos de Judá a Jerusalém, e a tomaram, e puseram à espada, e puseram a fogo a cidade.
8E contou-lhes em Bezeque; e foram os filhos de Israel trezentos mil, e trinta mil os homens de Judá.
9E ele me voltou a dizer: Eu te rogo que te ponhas sobre mim, e me mates, porque me tomam angústias, e toda minha alma está ainda em mim.
10Eu então me pus sobre ele, e matei-o, porque sabia que não podia viver depois de sua queda: e tomei a coroa que tinha em sua cabeça, e o bracelete que trazia em seu braço, e trouxe-os aqui a meu senhor.
24E quando tiraram estes reis a Josué, chamou Josué a todos os homens de Israel, e disse aos principais da gente de guerra que haviam vindo com ele: Chegai e ponde vossos pés sobre os pescoços destes reis. E eles se aproximaram, e puseram seus pés sobre os pescoços deles.
17E quebrava os queixos do perverso, e de seus dentes tirava a presa.
7E Gideão disse: Pois quando o SENHOR entregar em minha mão a Zeba e a Zalmuna, eu trilharei vossa carne com espinhos e abrolhos do deserto.
31Tirou também o povo que estava nela, e o pôs ao trabalho de serras, e de trilhos de ferro, e de machados de ferro; e os fez passar por fornos de tijolos: e o mesmo fez a todas as cidades dos filhos de Amom. Voltou-se logo Davi com todo o povo a Jerusalém.
9Faze a eles como a Midiã, como a Sísera, como a Jabim no ribeiro de Quisom,
5E vindo à casa de seu pai em Ofra, matou a seus irmãos os filhos de Jerubaal, setenta homens, sobre uma pedra: mas restou Jotão, o menor filho de Jerubaal, que se escondeu.
12Então Davi mandou aos rapazes, e eles os mataram, e cortaram-lhes as mãos e os pés, e penduraram-nos sobre o tanque, em Hebrom. Logo tomaram a cabeça de Is-Bosete, e enterraram-na no sepulcro de Abner em Hebrom.
39Os consumirei, e os ferirei, e não se levantarão; E cairão debaixo de meus pés.
16Então o levou-o; e eis que estavam dispersos sobre a face de toda aquela terra, comendo e bebendo e fazendo festa, por toda aquela grande presa que haviam tomado da terra dos filisteus, e da terra de Judá.
7E chegastes a este lugar, e saiu Seom rei de Hesbom, e Ogue rei de Basã, diante de nós para lutar, e os ferimos;
17E o rei pôs à porta a aquele príncipe sobre cuja mão ele se apoiava: e atropelou-lhe o povo à entrada, e morreu, conforme o que havia dito o homem de Deus, o que falou quando o rei desceu a ele.
25E tomaram dois príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe: e mataram a Orebe na penha de Orebe, e a Zeebe o mataram no lagar de Zeebe: e depois que seguiram aos midianitas, trouxeram as cabeças de Orebe e de Zeebe a Gideão da outra parte do Jordão.
3E o SENHOR nosso Deus entregou também em nossa mão a Ogue rei de Basã, e a todo seu povo, ao qual ferimos até não restar dele ninguém.
7E quando as cartas chegaram a eles, tomaram aos filhos do rei, e degolaram setenta homens, e puseram suas cabeças em cestos, e enviaram-nas a Jezreel.
24Para que o crime dos setenta filhos de Jerubaal, e o sangue deles, viesse a se pôr sobre Abimeleque seu irmão que os matou, e sobre os homens de Siquém que corroboraram as mãos dele para matar a seus irmãos.
10Que quando um me deu novas, dizendo: Eis que Saul é morto imaginando-se que trazia boas novas, eu o prendi, e lhe matei em Ziclague em pago da nova.
11Faze a eles [e] a seus nobres como a Orebe, e como Zeebe; e a todos os seus príncipes como a Zebá, e como a Zalmuna,
15E achando uma queixada de asno fresca, estendeu a mão e tomou-a, e feriu com ela a mil homens.
3Enviou, pois, a dizer Adoni-Zedeque rei de Jerusalém, a Hoão rei de Hebrom, e a Pirã rei de Jeremote, e a Jafia rei de Laquis, e a Debir rei de Eglom:
7Para se vingarem das nações, e repreenderem aos povos.
7E tirarei seu sangue de sua boca, e suas abominações dentre seus dentes; porém os que restarem serão para nosso Deus, e serão como príncipes em Judá; e Ecrom será como o jebuseu.
9E eu disse: Não vos apascentarei; a que morrer, morra; e a que se perder, se perca; e as que restarem, que uma devore a carne da outra.
31Mas os servos de Davi feriram dos de Benjamim e dos de Abner, trezentos e sessenta homens, que morreram. Tomaram logo a Asael, e sepultaram-no no sepulcro de seu pai em Belém.
5E eles responderam ao rei: Daquele homem que nos destruiu, e que tramou contra nós, para nos exterminar sem deixar nada de nós em todo aquele termo de Israel;
11E vieram três mil homens de Judá à caverna da penha de Etã, e disseram a Sansão: Não sabes tu que os filisteus dominam sobre nós? Por que nos fizeste isto? E ele lhes respondeu: Eu lhes fiz como eles me fizeram.
38Eu os perfurei, que não puderam mais se levantar; caíram debaixo dos meus pés.
29E em chegando à sua casa, toma uma espada, pegou sua concubina, e despedaçou-a com seus ossos em doze partes, e enviou-as por todos os termos de Israel.
18Logo disse a Zeba e a Zalmuna: Que maneira de homens tinham aqueles que matastes em Tabor? E eles responderam: Como tu, tais eram aqueles nem mais nem menos, que apareciam filhos de rei.
21Então disse Zeba e Zalmuna: Levanta-te tu, e mata-nos; porque como é o homem, tal é sua valentia. E Gideão se levantou, e matou a Zeba e a Zalmuna; e tomou os adornos de crescentes que seus camelos traziam ao pescoço.
14E tomou um jovem dos de Sucote, e perguntando-lhe, ele lhe deu por escrito os principais de Sucote e seus anciãos, setenta e sete homens.
15E entrando aos de Sucote, disse: Eis aqui a Zeba e a Zalmuna, sobre os quais me escarnecestes, dizendo: Está já a mão de Zeba e de Zalmuna em tua mão, para que demos nós pão a teus homens cansados?
20E veio-lhe assim; porque o povo lhe atropelou à entrada, e morreu.
10E Zeba e Zalmuna estavam em Carcor, e com eles seu exército de como quinze mil homens, todos os que haviam restado de todo aquele acampamento dos orientais: e os mortos haviam sido cento vinte mil homens que tiravam espada.