Juízes 15:18
E tendo grande sede, clamou logo ao SENHOR, e disse: Tu deste esta grande salvação por meio de teu servo: e morrerei eu agora de sede, e cairei em mão dos incircuncisos?
E tendo grande sede, clamou logo ao SENHOR, e disse: Tu deste esta grande salvação por meio de teu servo: e morrerei eu agora de sede, e cairei em mão dos incircuncisos?
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19Então quebrou Deus uma cavidade em Leí, e saíram dali águas, e bebeu, e recuperou seu espírito, e reanimou-se. Portanto chamou seu nome daquele lugar, En-Hacoré, o qual é em Leí, até hoje.
20E julgou a Israel nos dias dos filisteus vinte anos.
14E assim que veio até Leí, os filisteus lhe saíram a receber com gritos de vitória: e o espírito do SENHOR caiu sobre ele, e as cordas que estavam em seus braços se tornaram como linho queimado com fogo, e as amarras se caíram de suas mãos.
15E achando uma queixada de asno fresca, estendeu a mão e tomou-a, e feriu com ela a mil homens.
16Então Sansão disse: Com a queixada de um asno, um amontoado, dois amontoados; Com a queixada de um asno feri mil homens.
17E acabando de falar, lançou de sua mão a queixada, e chamou a aquele lugar Ramate-Leí.
19E ele lhe disse: Rogo-te me dês a beber um pouco de água, que tenho sede. E ela abriu um odre de leite e deu-lhe de beber, e voltou-lhe a cobrir.
20E ele lhe disse: Fica-te à porta da tenda, e se alguém vier, e te perguntar, dizendo: Há aqui alguém? Tu responderás que não.
17Davi teve um desejo, e disse: Quem me dera beber da água do poço de Belém, que está junto à porta!
18E aqueles três irromperam pelo acampamento dos filisteus, e tiraram água do poço de Belém, que está junto à porta, tomaram dela, e a trouxeram a Davi. Davi, porém não a quis beber; em vez disso, derramou-a ao SENHOR,
19E disse: Deus me proíba de fazer isto! Beberia eu o sangue destes homens com suas vidas? Pois eles arriscaram suas vidas para a trazerem.Por isso ele não a quis beber. Isto fizeram aqueles três guerreiros.
15E Davi teve desejo, e disse: Quem me dera a beber da água da cisterna de Belém, que está à porta!
16Então os três valentes irromperam pelo acampamento dos filisteus, e tiraram água da cisterna de Belém, que estava à porta; e tomaram, e trouxeram-na a Davi: mas ele não a quis beber, mas derramou-a ao SENHOR, dizendo:
17Longe seja de mim, ó SENHOR, que eu faça isto. Eis de beber eu o sangue dos homens que foram com perigo de sua vida? E não quis bebê-la. Os três valentes fizeram isto.
21E não tinham sede, [quando] ele os levava pelos desertos; fez correr para eles água da rocha; e quando ele fendia as rochas, águas manavam delas.
9E ele me voltou a dizer: Eu te rogo que te ponhas sobre mim, e me mates, porque me tomam angústias, e toda minha alma está ainda em mim.
25Eu cavei, e bebi as águas; e com as plantas dos meus pés secarei todos os rios do Egito.
15E entrando aos de Sucote, disse: Eis aqui a Zeba e a Zalmuna, sobre os quais me escarnecestes, dizendo: Está já a mão de Zeba e de Zalmuna em tua mão, para que demos nós pão a teus homens cansados?
4E ele se foi pelo deserto um dia de caminho, e veio e sentou-se debaixo de um junípero; e desejando morrer, disse: Basta já, ó SENHOR, tira minha alma; que não sou eu melhor que meus pais.
6E foi o número dos que lamberam as águas, achegando-a com a mão à boca, trezentos homens: e todo aquele resto do povo se dobrou sobre seus joelhos para beber as águas.
11E acharam no acampamento um homem egípcio, o qual trouxeram a Davi, e deram-lhe pão que comesse, e a beber água;
12Deram-lhe também um pedaço de massa de figos secos, e dois cachos de passas. E logo que comeu, voltou nele seu espírito; porque não havia comido pão nem bebido água em três dias e três noites.
17Então o criado correu até ela, e disse: Rogo-te que me dês a beber um pouco de água de teu cântaro.
18E ela respondeu: Bebe, meu senhor; e apressou-se a baixar seu cântaro sobre sua mão, e lhe deu a beber.
19Então abriu Deus seus olhos, e viu uma fonte de água; e foi, e encheu o odre de água, e deu de beber ao jovem.
15Minha força se secou como um caco de barro, e minha língua está grudada no céu da boca; e tu me pões no pó da morte;
15Ele partiu as rochas no deserto, e [lhes] deu de beber como que de abismos profundos.
6Eis que eu estou diante de ti ali sobre a rocha em Horebe; e ferirás a rocha, e sairão dela águas, e beberá o povo. E Moisés o fez assim em presença dos anciãos de Israel.
3Vendo pois que não me defendíeis, pus minha alma em minha palma, e passei contra os filhos de Amom, e o SENHOR os entregou em minha mão: por que pois subistes hoje contra mim para lutar comigo?
17Os pobres e necessitados buscam águas, mas nada [acham] ; sua língua se seca de sede. Eu, o SENHOR, os ouvirei; eu, o Deus de Israel, não os desampararei.
5Famintos e sedentos, suas almas neles desfaleciam.
25Ele pediu água, e deu-lhe ela leite; Em taça de nobres lhe apresentou manteiga.
7Passados alguns dias, secou-se o ribeiro; porque não havia chovido sobre a terra.
41Ele abriu uma rocha, e dela saíram águas; [e] correram [como] um rio pelos lugares secos;
3Assim que o povo teve ali sede de água, e murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito para matar-nos de sede a nós, e a nossos filhos e a nossos gados?
7Ele beberá do ribeiro no caminho, então levantará a cabeça.
26Então falou Davi aos que junto a ele estavam, dizendo: Que farão ao homem que vencer a este filisteu, e tirar a humilhação de Israel? Porque quem é este filisteu incircunciso, para que provoque aos esquadrões do Deus vivente?
6Então ele olhou, e eis que a sua cabeceira uma torta cozida sobre as ascuas, e um vaso de água: e comeu e bebeu e voltou-se a dormir.
15E clamaram os filhos de Israel ao SENHOR; e o SENHOR lhes suscitou salvador, a Eúde, filho de Gera, benjamita, o qual era canhoto. E os filhos de Israel enviaram com ele um presente a Eglom rei de Moabe.
6Disse, pois, Jônatas a seu criado que lhe trazia as armas: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos: talvez fará o SENHOR por nós; que não é difícil ao SENHOR salvar com multidão ou com pouco número.
36E Gideão disse a Deus: Se hás de salvar a Israel por minha mão, como disseste,
28Então clamou Sansão ao SENHOR, e disse: Senhor DEUS, lembra-te agora de mim, e esforça-me, te rogo, somente esta vez, ó Deus, para que de uma vez tome vingança dos filisteus, por meus dois olhos.
24Eu cavei e bebi as águas alheias, e sequei com as plantas de meus pés todos os rios de lugares bloqueados.
15Que te fez caminhar por um deserto grande e espantoso, de serpentes ardentes, e de escorpiões, e de sede, onde nenhuma água havia, e ele te tirou água da rocha de pederneiras;
8E parou-se, e deu vozes aos esquadrões de Israel, dizendo-lhes: Para que saís a dar batalha? não sou eu o filisteu, e vós os servos de Saul? Escolhei dentre vós um homem que venha contra mim:
28A comida me venderás por dinheiro e comerei: a água também me darás por dinheiro, e beberei: somente passarei a pé;
11E vieram três mil homens de Judá à caverna da penha de Etã, e disseram a Sansão: Não sabes tu que os filisteus dominam sobre nós? Por que nos fizeste isto? E ele lhes respondeu: Eu lhes fiz como eles me fizeram.
4Então disse Saul a seu escudeiro: Tira tua espada, e passa-me com ela, porque não venham estes incircuncisos, e me passem, e me escarneçam. Mas seu escudeiro não queria, porque tinha grande temor. Então Saul tomou a espada, e lançou-se sobre ela.