Lamentações 1:2
Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
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1¶ Como se senta solitária a cidade que era tão populosa! A grande entre as nações tornou-se como viúva, a senhora de províncias tornou-se tributária.
3Judá foi em cativeiro com aflição e grande servidão; ela habitou entre as nações, e não achou descanso; todos os seus perseguidores a alcançaram entre lugares estreitos.
4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.
5Seus adversários estão no comando, seus inimigos prosperam; pois o SENHOR a afligiu por causa de suas muitas transgressões; suas criancinhas foram em cativeiro diante do inimigo.
6Foi embora toda a beleza da filha de Sião; seus príncipes se tornaram como cervos que não encontram pasto, que tentam fugir sem força diante do perseguidor.
7Jerusalém, nos dias de sua aflição, e de suas rebeliões, lembrou-se de todas as suas melhores coisas, que tinha nos tempos antigos; quando seu povo caiu nas mãos do adversário, não houve quem a ajudasse; os adversários a viram, [e] zombaram de sua queda.
8Jerusalém pecou gravemente; por isso ela se tornou impura; todos os que a honravam a desprezaram, porque viram sua nudez; e ela suspirou, e se virou para trás.
9Sua impureza está em suas saias; nunca se lembrou de sua fim; por isso ela desceu espantosamente, sem ter consolador. Olha, SENHOR, minha aflição, porque o inimigo tem se engrandecido.
10O adversário estendeu sua mão o inimigo para [tomar] todas as suas coisas mais valiosas; pois ela viu que entraram no santuário as nações das quais mandaste que não entrassem em tua congregação.
11Todo o seu povo anda suspirando em busca de pão; deram todas as suas coisas mais preciosas em troca de comida para sobreviverem. ) Olha, SENHOR, e vê que estou desprezada.
12Por acaso não vos [comove] , todos vós que passais pelo caminho? Olhai, e vede se há dor como a minha dor que me veio, com que o SENHOR me tem afligiu no dia do ardor de sua ira.
15O Senhor derrotou todos os meus fortes em meio de mim; convocou contra mim um ajuntamento para quebrar os meus rapazes; o Senhor tem pisado a virgem filha de Judá como [se fosse] um lagar.
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
17Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
18O SENHOR é justo; eu que me rebelei contra sua boca. Ouvi, pois, todos os povos, e vede minha dor; minhas virgens e meus rapazes foram em cativeiro.
19Clamei a meus amantes, porém eles me enganaram; meus sacerdotes e meus anciãos pereceram na cidade; pois buscam comida para si tentarem sobreviver. )
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
18De todos os filhos que ela gerou, nenhum há que a guie mansamente; e de todos os filhos que ela criou, nenhum há que a segure pela mão.
19Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? Assolação e ruína; fome e espada; por meio de quem te consolarei?
17Portanto tu lhes dirás esta palavra: Corram meus olhos em lágrimas noite e dia, e não cessem; porque a virgem filha de meu povo está quebrada de grande quebrantamento, [de] praga muito dolorosa.
4Por isso eu disse: Desviai vossa vista de mim, [pois] chorarei amargamente; não insistais em me consolar pela destruição da filha do meu povo.
8Chora tu como a virgem vestida de saco por causa do marido de sua juventude.
20Sobe ao Líbano, e clama, levanta tua voz em Basã, e grita desde Abarim; porque todos teus amantes estão destruídos.
2A virgem Israel caiu, não poderá mais se levantar; abandonada está sobre sua terra, ninguém há que a levante.
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
17Então os filhos da Babilônia vieram até ela à cama dos amores, e a contaminaram com suas prostituições; e ela também se contaminou com eles; então sua alma desgostou deles.
10Porém ela foi levada em cativeiro; também suas crianças foram despedaçadas nas esquinas de todas as ruas; e sobre seus nobres lançaram sortes, e todos seus maiorais foram aprisionados com grilhões.
8Portanto lamentarei e uivarei, e andarei descalço e nu; farei uivos como de chacais, e lamentos como de filhotes de avestruzes.
9Porque suas feridas são incuráveis, que já chegaram até Judá; [isto] já chegou até a porta do meu povo, até Jerusalém.
10Ela está esvaziada, devastada e arruinada; os corações desmaiam, os joelhos tremem, os lombos doem, e os rostos deles todos ficam abatidos.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
14Todos os teus amantes se esqueceram de ti [e] não te buscam; pois te feri [com] ferida de inimigo, [com] castigo [como] de [alguém] cruel, por causa da grandeza de tua maldade, e da multidão de teus pecados.
9Suas portas foram lançadas por terra, destruiu e quebrou seus ferrolhos; sua rei e seus príncipes estão entre as nações onde não há a Lei; nem seus profetas acham visão alguma do SENHOR.
18O coração deles clamou ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, derrama lágrimas como um ribeiro dia e noite; não te dês descanso, nem cessem as meninas de teus olhos.
1Ah, se minha cabeça se tornasse em águas, e meus olhos em um manancial de águas! Então eu choraria dia e noite pelos mortos da filha de meu povo.
3Mandou suas servas, [e] está convidando desde os pontos mais altos da cidade, dizendo:
7E ela correrá atrás de seus amantes, mas não os alcançará; ela os buscará, mas não os achará. Então dirá: Irei, e me voltarei ao meu primeiro marido; porque era melhor para mim então do que agora.
15Que [direito] tem minha amada em minha casa, visto que muitos têm feito tão grandes abominações? Podem carnes “santificadas” te livrar, de modo que te alegras com tua maldade?
9Agora por que gritas tanto? Não há rei em ti? Pereceu teu conselheiro, para que tenhas sido tomada por dores como as de parto?
10E agora deixarei exposta sua loucura diante dos olhos de seus amantes, e ninguém a livrará de minha mão.
3Seus príncipes no meio dela são leões que rugem; seus juízes são lobos da noite que nada deixam para a manhã [seguinte] .
7Eis que os embaixadores deles estão gritando de fora; os mensageiros de paz estão chorando amargamente.
17Como guardas dos campos, assim eles estão ao redor contra ela; pois ela se rebelou contra mim,diz o SENHOR.
22Eis que todas as mulheres que restaram na casa do rei de Judá serão levadas aos príncipes do rei da Babilônia; e elas mesmas dirão: Os teus amigos te enganaram, e prevaleceram contra ti; teus pés se atolaram na lama, e eles se viraram para trás.
13Que testemunho te trarei, ou a quem te compararei, ó filha de Jerusalém? A quem te assemelharei para te consolar, ó virgem, filha de Sião? Pois teu quebrantamento é tão grande quanto o mar; quem te curará?
7E eu disse depois que ele fez tudo isto: Volta para mim; mas ela não voltou. E sua traiçoeira irmã Judá viu isto;
9Enfraqueceu-se a que teve sete filhos; a sua alma perdeu o fôlego; seu sol se lhe pôs, sendo ainda de dia; envergonhou-se, e ficou humilhada; e os que dela restarem, eu os entregarei a espada diante de seus inimigos,diz o SENHOR.
19Eis a voz do clamor da filha de meu povo, desde uma da terra distante: Por acaso não está o SENHOR em Sião? Não está nela o seu rei? Por que me provocaram à ira com suas imagens de escultura, com coisas estrangeiras inúteis?