Lamentações 5:3
Órfãos somos sem pai, nossas mães são como viúvas.
Órfãos somos sem pai, nossas mães são como viúvas.
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1Lembra-te, SENHOR, do que tem nos acontecido; presta atenção e olha nossa humilhação.
2Nossa herança passou a ser de estrangeiros, nossas casas de forasteiros.
4Bebemos nossa água por dinheiro; nossa lenha temos que pagar.
5Perseguição sofremos sobre nossos pescoços; estamos cansados, mas não temos descanso.
6Nós nos rendemos aos egípcios e aos assírios para nos saciarmos de pão.
7Nossos pais pecaram, e não existem mais; porém nós levamos seus castigos.
8Servos passaram a nos dominar; ninguém há que [nos] livre de suas mãos.
9Com risco de vida trazemos nosso pão, por causa da espada do deserto.
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
3Também havia quem dizia: Colocamos em penhor nossas terras, nossas vinhas, e nossas casas, para comprarmos trigo durante a fome.
4E havia quem dizia: Pedimos emprestado até para o tributo do rei [sobre] nossas terras e nossas vinhas.
5Agora, pois, nossa carne é como a carne de nossos irmãos, [e] nossos filhos como seus filhos; porém eis que nós sujeitamos nossos filhos e nossas filhas por servos, e até [algumas] de nossas filhas estão subjugadas, que não estão em poder de nossas mãos, e outros têm para si nossas terras e nossas vinhas.
6Eles matam a viúva e o estrangeiro, e tiram a vida dos órfãos.
11Deixa teus órfãos, eu os criarei; e em mim confiarão tuas viúvas.
3Honra às viúvas que verdadeiramente são viúvas.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
7Desprezaram ao pai e à mãe em ti; trataram ao estrangeiro com opressão no meio de ti; oprimiram ao órfão e à viúva em ti.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
5[Ele é] o pai dos órfãos, e juiz que defende as viúvas; Deus na habitação de sua santidade.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
16Se eu neguei aos pobres o que eles desejavam, ou fiz desfalecer os olhos da viúva;
17E se comi meu alimento sozinho, e o órfão não comeu dele
3Levam o asno do órfão; penhoram o boi da viúva.
9E eis que nossos pais caíram à espada, nossos filhos e nossas filhas e nossas mulheres são cativas por isto.
9Sejam seus filhos órfãos, e sua mulher seja viúva.
24Pois a vergonha consumiu o trabalho de nossos pais desde nossa juventude; suas ovelhas, suas vacas, seus filhos e suas filhas.
15Não nos tem já como por estranhas, pois que nos vendeu, e ainda consumiu de todo nosso valor?
15Porque nós, estrangeiros e peregrinos somos diante de ti, como todos nossos pais; e nossos dias qual sombra sobre a terra, e não dão espera.
15Acabou a alegria de nosso coração; nossa dança se tornou em luto.
16Caiu a coroa de nossa cabeça; ai agora de nós, porque pecamos.
17Por isso nosso coração ficou fraco, por isso nossos olhos escureceram;
8Suas viúvas se multiplicaram mais que a areia dos mares; eu lhes trouxe sobre a mãe dos rapazes um destruidor ao meio dia; sobre ela eu fiz cair de angústia e terrores.
45Tu nos tornaste como escória e rejeito no meio dos povos.
22A nenhuma viúva nem órfão afligireis.
17Por causa disso o Senhor não terá alegria em seus rapazes, e não terá piedade de seus órfãos e de suas viúvas; porque todos eles são hipócritas e malfeitores, e toda boca fala tolices; nem com tudo isto sua ira cessará, e sua mão ainda está estendida.
5E a que é verdadeiramente viúva, e deixada sozinha, espera em Deus, e persevera de noite e de dia em rogos e orações.
9O SENHOR guarda os estrangeiros; sustenta o órfão e a viúva; mas põe dificuldades ao caminho dos perversos.
4Seus filhos estarão longe da salvação; na porta são despedaçados, e não há quem os livre.
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
10Apalpamos as paredes como cegos, e como se não tivéssemos olhos andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como se fosse noite; entre os fortes estamos como mortos.
11Todos nós bramamos como ursos, e continuamente gememos como pombas; esperamos pela justiça, e nada [acontece] ; [esperamos] pela salvação, [porem] ela está longe de nós.
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
3Os assírios não nos salvarão; não cavalgaremos sobre cavalos, e nunca mais chamaremos à obra de nossas mãos de nossos deuses; porque em ti o órfão alcançará misericórdia.
17Quanto a nós, desfaleceram-se nossos olhos [esperando] por socorro para nós; aguardávamos atentamente uma nação que não podia salvar.
18Caçaram nossos passos, de modo que não podíamos andar por nossas ruas; achegou-se o nosso fim, nossos dias se completaram, pois nosso fim veio.
20Por que te esquecerias de nós para sempre e nos abandonarias por tanto tempo?
9Vós expulsais as mulheres de meu povo de suas queridas casas; de suas crianças tirastes minha glória para sempre.
47Medo e cova vieram sobre nós, devastação e destruição.
20Ó SENHOR, reconhecemos nossa perversidade, a maldade de nossos pais; pois pecamos contra ti.