Lucas 16:6
E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.
E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.
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7Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser [meu] mordomo.
3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.
4Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
41[Jesus] disse: Um certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentas moedas de prata, e o outro cinquenta.
42E eles, não tendo com que pagar, perdoou-lhes [a dívida] de ambos. Dize pois, qual destes o amará mais?
23Por isso o Reino dos céus é comparável a um certo rei, que quis fazer acerto de contas com os seus servos.
24E começando a fazer acerto de contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos.
25Como ele não tinha com que pagar, o seu senhor mandou que ele, sua mulher, filhos, e tudo quanto tinha fossem vendidos para se fazer o pagamento.
26Então aquele servo caiu e ficou prostrado diante dele, dizendo: “Senhor, tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
28Todavia, depois daquele servo sair, achou um servo, colega seu, que lhe devia cem denários; então o agarrou e o sufocou, dizendo: “Paga-me o que [me] deves!”
29Então o seu colega se prostrou diante dos seus pés, e lhe suplicou, dizendo: “Tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
30Mas ele não quis. Em vez disso foi lançá-lo na prisão até que pagasse a dívida.
16Antes que fossem estas coisas, vinham ao amontoado [de grão] de vinte [medidas] , e obtinham [somente] dez; vinham ao lagar para tirar cinquenta [vasos] do lagar, mas obtinham [somente] vinte.
24E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.
25E eles lhe disseram: Senhor, ele [já] tem dez minas.
15E aconteceu que, quando ele voltou, tendo tomado o reino, disse que lhe chamassem a aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganho fazendo investimentos.
16E veio o primeiro, dizendo: Senhor, tua mina rendeu outras dez minas.
11Devolvei a eles hoje mesmo suas terras, suas vinhas, seus olivais, e suas casas; e a centésima parte do dinheiro e do trigo, do vinho e do azeite que exigis deles.
16E propôs-lhes uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico tinha frutificado bem.
17E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.
18E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros, e construirei maiores, e ali juntarei toda esta minha colheita, e estes meus bens.
7E qual de vós terá um servo, lavrando ou apascentando [gado] que, voltando do campo, logo lhe diga: Chega, e senta [à mesa] .
8E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, come e bebe tu.
22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;
13Ele, porém, respondeu a um deles: “Amigo, nada de errado estou fazendo contigo. Não concordaste tu comigo por um denário?
14Toma o que é teu, e vai embora; e quero dar a este último tanto quanto a ti.
6E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, dizendo: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques ao azeite e ao vinho.
2Ele entrou em acordo com os trabalhadores por um denário ao dia, e os mandou à sua vinha.
12Disse, pois: Um certo homem nobre partiu para uma terra distante.
13E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Investi até que eu venha;
19E disse também a este: E tu [governarás] cinco cidades.
20E veio outro, dizendo: Eis aqui tua mina, que guardei em um lenço.
35E partindo-se no outro dia, tirou dois dinheiros, e os deu para o hospedeiro; e disse-lhe: Cuide dele; e tudo o que gastares a mais, eu te pagarei quando voltar.
10E eis que para os operários teus servos, cortadores da madeira, ei dado vinte mil coros de trigo em grão, e vinte mil coros de cevada, e vinte mil batos de vinho, e vinte mil batos de azeite.
16Porém ele lhe disse: Um certo homem fez um grande jantar, e convidou a muitos.
3E ele lhe disse: Vai, e pede para ti vasos emprestados de todos teus vizinhos, vasos vazios, não poucos.
26E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?
28Por isso, tirai dele o talento, e dai-o ao que tem dez talentos”.
14Também tomará vossas terras, vossas vinhas, e vossos bons olivais, e os dará a seus servos.
15Ele tomará o dízimo de vossas sementes e vossas vinhas, para dar a seus eunucos e a seus servos.
32Assim o seu senhor o chamou, e lhe disse: “Servo mau! Toda aquela dívida te perdoei, porque me suplicaste.
21E aquele servo, ao voltar, anunciou estas coisas a seu senhor. Então o chefe da casa, irritado, disse a seu servo: Sai depressa pelas ruas e praças da cidade, e traze aqui aos pobres, e aleijados, e mancos e cegos.
22E o servo disse: Senhor, está feito como mandaste, e ainda há lugar.
8E chegando o anoitecer, o senhor da vinha disse ao seu mordomo: “Chama aos trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando dos últimos, até os primeiros”.
18Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19Muito tempo depois, o senhor daqueles servos veio, e fez contas com eles.
22Até cem talentos de prata, e até cem coros de trigo, e até cem batos de vinho, e até cem batos de azeite; e sal sem limite.