Lucas 16:9
E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.
E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.
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7Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.
8E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.
10Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.
11Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras [riquezas] ?
12E se nas [coisas] dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?
13Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
14E os fariseus também ouviram todas estas coisas, eles que eram avarentos. E zombaram dele.
15E disse-lhes: Vós sois os que justificais a vós mesmos diante dos seres humanos; mas Deus conhece vossos corações. Porque o que é excelente para os seres humanos é odiável diante de Deus.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser [meu] mordomo.
3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.
4Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
12E dizia também ao que tinha lhe convidado: Quando fizeres um jantar, ou uma ceia, não chames a teus amigos, nem a teus irmãos, nem a teus parentes, nem a [teus] vizinhos ricos, para que eles também em algum tempo não te convidem de volta, e tu sejas recompensado.
15E disse-lhes: Olhai, e tomai cuidado com a ganância; porque a vida de alguém não consiste na abundância dos bens que possui.
16E propôs-lhes uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico tinha frutificado bem.
17E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.
18E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros, e construirei maiores, e ali juntarei toda esta minha colheita, e estes meus bens.
19E direi à minha alma: Alma, muitos bens tens guardados, para muitos anos; descansa, come, bebe, alegra-te!
20Porém Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão tua alma; e o que tens preparado, de quem será?
21Assim [é] o que junta tesouros para si, mas não é rico em Deus.
33Vendei o que tendes, e daí esmola. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca se deprecia; onde ladrão não chega, nem a traça destrói.
24Ninguém pode servir a dois senhores; pois ou odiará um e amará outro; ou se apegará a um, e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
34E se emprestardes a aqueles de quem esperais receber de volta, que mérito tereis? Pois os pecadores também emprestam a pecadores, para voltarem a receber tanto quanto [tiverem emprestado] .
35Amai pois a vossos inimigos, e fazei o bem, e emprestai, sem disso nada esperar; e será grande vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo; porque é benigno [até] para com os ingratos e maus.
4A riqueza faz ganhar muitos amigos; mas ao pobre, até seu amigo o abandona.
5Disse-lhes também: Qual de vós que, tendo um amigo, se for a ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães.
6Porque um amigo meu veio de viagem até mim, e nada tenho para lhe apresentar.
27Devias, portanto, ter depositado o meu dinheiro como os banqueiros e, quando eu voltasse, receberia o que é meu com juros.
19Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde e a traça e a ferrugem gastam, e onde os ladrões invadem e roubam;
20Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem gastam, e onde os ladrões não invadem nem roubam.
26[O senhor respondeu:] Porque eu vos digo, que todo aquele que tiver, lhe será dado; mas ao que não tiver, até o que tem, lhe será tirado.
23Por que, então, não puseste meu dinheiro no banco; e quando eu viesse, o receberia de volta com juros?
24E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.
30Que não venha a receber de volta muito mais nestes tempos, e nos tempos vindouros [receba] a vida eterna.
12Disse, pois: Um certo homem nobre partiu para uma terra distante.
13E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Investi até que eu venha;
8Digo-vos, que ainda que ele não se levante para lhe dar por seu seu amigo, contudo, por sua teimosia ele se levantará, e lhe dará tudo quanto ele precisar.
9E eu vos digo: pedi, e será vos dado; buscai, e achareis; batei, e vos será aberto.
42E o Senhor disse: Qual é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem [seu] senhor puser sobre seus servos, para que [lhes] dê alimento no tempo certo?
15E aconteceu que, quando ele voltou, tendo tomado o reino, disse que lhe chamassem a aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganho fazendo investimentos.
16E veio o primeiro, dizendo: Senhor, tua mina rendeu outras dez minas.
47Em verdade vos digo que ele o porá sobre todos os seus bens.
30“E lançai o servo inútil às trevas de fora (ali haverá pranto e ranger de dentes)”.
3E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:
14E serás bem-aventurado, porque não eles não têm como te recompensar; pois tu serás recompensado na ressurreição dos justos.
9Mas os que querem se enriquecer caem em tentação, e [em] armadilha, e [em] muitas loucos e nocivos maus desejos, que afundam os homens em perdição e ruína.
16Porém ele lhe disse: Um certo homem fez um grande jantar, e convidou a muitos.
24Mas ai de vós, ricos, porque já tendes vosso contento.
18Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.