Marcos 13:28
E aprendei a parábola da figueira: Quando já seu ramo se vai fazendo tenro, e brota folhas, bem sabeis que já o verão está perto.
E aprendei a parábola da figueira: Quando já seu ramo se vai fazendo tenro, e brota folhas, bem sabeis que já o verão está perto.
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32Aprendei a parábola da figueira: “Quando os seus ramos já ficam verdes, e as folhas brotam, sabeis que o verão [está] perto”.
33Assim também vós, quando virdes todas estas coisas, sabei que já está perto, às portas.
34Em verdade vos digo que esta geração não passará, até que todas estas coisas aconteçam.
28Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima, e levantai vossas cabeças, porque vosso resgate está perto.
29E disse-lhes uma parábola: Olhai a figueira, e todas as árvores;
30Quando vós vedes elas já brotando, sabeis por vós mesmos que o verão já está perto.
31Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o Reino de Deus já está perto.
29Assim também vós, quando virdes suceder estas coisas, sabei que já está perto às portas.
30Em verdade vos digo, que não passará esta geração, até que todas estas coisas aconteçam.
13E vendo de longe uma figueira que tinha folhas, [veio ver] se acharia alguma coisa nela; mas ao chegar perto dela, nada achou, a não ser folhas, pois não era o tempo de figos.
14Então Jesus lhe disse: Nunca mais ninguém coma fruto de ti! E seus discípulos ouviram isso.
6E dizia esta parábola: Um certo [homem] tinha uma figueira plantada em sua vinha, e veio até ela para buscar fruto, e não achou.
7E disse ao que cuidava da vinha: Eis que há três anos, que venho para buscar fruto nesta figueira, e não [o] acho; corta-a; por que ainda ocupa inutilmente a terra?
19Quando ele viu uma figueira perto do caminho, veio a ela, mas nada nela achou, a não ser somente folhas. E disse-lhe: Nunca de ti nasça fruto, jamais!E imediatamente a figueira se secou.
20Os discípulos viram, e ficaram maravilhados, dizendo: Como a figueira se secou de imediato?
28Pois a terra de si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, depois o grão cheio na espiga.
29E quando o fruto se mostra pronto, logo mete a foice, pois a colheita chegou.
26E então verão ao Filho do homem vir nas nuvens, com grande poder e glória.
27E então enviará seus anjos, e juntará seus escolhidos dos quatro ventos, desde a extremidade da terra, até a extremidade do céu.
5Porque antes da ceifa, quando a flor já se acabou, e as uvas brotam prestes a amadurecer, então ele podará as vides com a foice e, tendo cortado os ramos, ele os tirará [dali] .
26E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.
30Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”
31Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo.
32De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna [tamanha] árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos.
32Mas, depois de semeado, cresce, e se torna a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de maneira que os pássaros do céu podem fazer ninhos sob a sua sombra.
20E passando pela manhã, viram que a figueira estava seca desde as raízes.
21Pedro se lembrou disso, e disse-lhe: Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste, se secou.
13A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
18Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:
13E as estrelas do céu caíram sobre a terra como a figueira lança de si seus figos verdes, abalada por um grande vento.
33Olhai, vigiai, e orai; porque não sabeis quando será o tempo.
44Porque cada árvore se conhece por seu próprio fruto; que não se colhem figos dos espinheiros, nem tiram uvas dos abrolhos.
9E se der fruto, [deixa-a ficar] ; se não, tu a cortarás depois.
34Quando chegou o tempo dos frutos, enviou seus servos aos lavradores, para receberem os frutos que a ele pertenciam.
14E quando virdes a abominação da desolação, que foi dita pelo profeta Daniel, estar onde não deve, (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judeia, fujam para os montes.
19Semelhante é ao grão da mostarda, que um homem, tomando-o, lançou-o em sua horta; e cresceu, e fez-se uma grande árvore, e as aves dos céus fizeram ninhos em seus ramos.
24E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,
20Portanto vós os conhecereis pelos seus frutos.
18Orai, porém, que não aconteça vossa fuga no inverno.
40Vós, pois, também estejais prontos; porque o Filho do homem virá à hora que não imaginais.
9E também o machado já está posto à raiz das árvores; portanto, toda árvore que não dá bom fruto, se corta e lança no fogo.
11Esta é, pois, a parábola: a semente é a palavra de Deus.
6Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.
32Não sendo ainda seu tempo, ela se cumprirá; e seu ramo não florescerá.
4Dize-nos, quando serão estas coisas? E que sinal haverá de quando todas estas coisas se acabarão?
10E disseram as árvores à figueira: Anda tu, reina sobre nós.
11E respondeu a figueira: Tenho de deixar minha doçura e meu bom fruto, para ir a ser grande sobre as árvores?
15E outro anjo saiu do templo, clamando em alta voz ao que estava sentado sobre a nuvem: Envia a tua foice, e ceifa; pois chegou a ti a hora de ceifar, porque a plantação da terra [já] está madura.
9E seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Que parábola é esta?