Marcos 5:3
que morava nas sepulturas, e nem mesmo com correntes conseguiam prendê-lo;
que morava nas sepulturas, e nem mesmo com correntes conseguiam prendê-lo;
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4pois muitas vezes fora preso com grilhões e correntes; mas as correntes eram por ele feitas em pedaços, os grilhões eram esmigalhados, e ninguém o conseguia controlar.
5E sempre dia e noite andava gritando pelos montes e pelas sepulturas, e ferindo-se com pedras.
6Quando ele viu Jesus de longe, correu e prostrou-se diante dele.
7E gritou em alta voz: Que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Imploro-te por Deus que não me atormentes.
8(Pois [Jesus] havia lhe dito: “Sai deste homem, espírito imundo”.)
9Então perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E respondeu: Legião é o meu nome, porque somos muitos.
10E rogava-lhe muito que não os expulsasse daquela terra.
11Havia ali perto dos montes uma grande manada de porcos pastando.
12E todos [aqueles ] demônios rogaram-lhe, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.
13Imediatamente Jesus lhes permitiu. Então aqueles espíritos imundos saíram para entrar nos porcos; e a manada lançou-se abaixo no mar; (eram quase dois mil) e afogaram-se no mar.
1E chegaram ao outro lado do mar, à terra dos Gadarenos.
2Assim que [Jesus] saiu do barco, veio das sepulturas ao seu encontro um homem com um espírito imundo,
26E navegaram para a terra dos gadarenos, que é vizinha à Galileia.
27E saindo ele à terra, veio da cidade ao seu encontro um homem, que já de muito tempo atrás tinha demônios, e não andava vestido, e não parava em casa nenhuma, mas [ficava entre] as sepulturas.
28E vendo a Jesus, e exclamando, prostrou-se diante dele, e disse com grande voz: O que eu tenho contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Peço-te que não me incomodes.
29Porque mandava ao espírito imundo que saísse daquele homem; porque muitas vezes ele o tomava. E o mantinham preso com cadeias e prendedores de pés; mas ele, quebrando o que lhe prendia, era levado pelo demônio aos desertos.
30E perguntou-lhe Jesus, dizendo: Qual é teu nome?E ele disse: Legião; (porque muitos demônios tinham entrado nele).
31E rogavam-lhe que não os mandasse ir para o abismo.
32E havia ali uma manada de muitos porcos, que comiam no monte; e rogaram-lhe que lhes concedesse entrar neles; e ele lhes concedeu.
33E os demônios, saindo daquele homem, entraram nos porcos; e a manada se lançou de um precipício no lago, e se afogou.
23E havia na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, que gritou,
24dizendo: Ah, que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Bem sei quem és: o Santo de Deus.
25Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele.
26E o espírito imundo, provocando convulsão nele, e gritando em alta voz, saiu dele.
27Assim todos ficaram admirados, e perguntavam entre si: Que é isto? Que novo ensinamento é este que, com autoridade, ordena até aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem?
28E quando chegou à outra margem, à terra dos gergesenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados que tinham saído dos sepulcros. Eles eram tão ferozes que ninguém podia passar por aquele caminho.
29E eis que gritaram, dizendo: Que temos contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui nos atormentar antes do tempo?
30Enquanto isso longe deles estava uma manada de muitos porcos pastando.
31E os demônios rogaram-lhe, dizendo: Se nos expulsares, permite-nos entrar naquela manada de porcos.
15Então aproximaram-se de Jesus, e viram o endemoninhado sentado, vestido, e em sã consciência o que tivera a legião; e ficaram apavorados.
16E os que haviam visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e sobre os porcos.
17Então começaram a rogar-lhe que saísse do território deles.
18Quando [Jesus] entrava no barco, o que fora endemoninhado rogou-lhe que estivesse com ele.
19Jesus se recusou, porém lhe disse: Vai para a tua casa, aos teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor fez contigo, e [como] teve misericórdia de ti.
33E estava na Sinagoga um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, e clamou com grande voz,
34Dizendo: Ah, que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste a nos destruir? Bem sei quem és: o Santo de Deus.
35E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e, sai dele. E o demônio, derrubando-o no meio [de todos] , saiu dele, sem lhe fazer dano algum.
35E saíram para ver o que acontecera, e vieram a Jesus; e acharam ao homem, do qual os demônios tinham saído, vestido e em pleno juízo, sentado aos pés de Jesus; e temeram.
36E contaram-lhes também os que o tinham visto, como aquele endemoninhado havia sido liberto.
39E eis que um espírito o toma, e de repente ele grita, e o convulsiona até a boca espumar, e dificilmente sai dele quando o maltrata.
20Então trouxeram-no a ele. E quando o viu, logo o espírito o fez ter uma convulsão e, caindo em terra, rolava, e espumava.
11E os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele, e exclamavam: Tu és o Filho de Deus.
38E aquele homem, do qual os demônios tinham saído, lhe rogou para que pudesse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:
34Ele curou muitos que se achavam mal de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios. Ele não deixava os demônios falarem, porque o conheciam.
16E o homem em quem estava o espírito maligno saltou sobre eles, e os dominando, foi mais forte do que eles; de tal maneira que eles fugiram nus e feridos daquela casa.
27Ninguém pode roubar os bens do valente, quando se entra na casa dele, se antes não amarrar ao valente; depois disso roubará a sua casa.
24Quando o espírito imundo tem saído da pessoa, ele anda por lugares secos, buscando repouso; e não [o] achando, diz: Voltarei para minha casa, de onde saí.
25Quando Jesus viu que a multidão corria e se ajuntava, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno, sai dele, e nunca mais entres nele!
26Então [o espírito] , gritando, e fazendo-o ter muita convulsão, saiu. E [o menino] ficou como morto, de maneira que muitos diziam que estava morto.
18E onde quer que o toma, faz-lhe ter convulsões, solta espuma, range os dentes, e vai ficando rígido. Eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, mas não conseguiram.