Mateus 9:33
Quando o demônio foi expulso, o mudo passou a falar. Então as multidões ficaram maravilhadas, e disseram: Nunca se viu algo assim em Israel!
Quando o demônio foi expulso, o mudo passou a falar. Então as multidões ficaram maravilhadas, e disseram: Nunca se viu algo assim em Israel!
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14E [Jesus] estava expulsando um demônio, e [este] era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou, e as multidões se maravilharam.
15Porém alguns deles diziam: Ele expulsa aos demônios por Belzebu, príncipe dos demônios!
31Porém eles saíram e divulgaram a notícia acerca dele por toda aquela terra.
32Enquanto eles saíam, eis que lhe trouxeram um homem mudo e endemoninhado.
22Então lhe trouxeram um endemoninhado cego e mudo; e ele o curou de tal maneira que o cego e mudo passou a falar e a ver.
23E todas as multidões se admiravam e diziam: Não é este o Filho de Davi?
24Mas quando os fariseus ouviam isso, diziam: Ele não expulsa os demônios, a não ser por Belzebu, o chefe dos demônios.
30E vieram a ele muitas multidões, que tinham consigo mancos, cegos, mudos, aleijados, e muitos outros; e os lançaram aos pés de Jesus, e ele os curou.
31Desta maneira, as multidões se maravilhavam quando viam os mudos falarem, os aleijados ficarem sãos, os mancos andarem, e os cegos verem; então glorificaram ao Deus de Israel.
25Quando Jesus viu que a multidão corria e se ajuntava, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno, sai dele, e nunca mais entres nele!
26Então [o espírito] , gritando, e fazendo-o ter muita convulsão, saiu. E [o menino] ficou como morto, de maneira que muitos diziam que estava morto.
27Então Jesus o tomou pela mão, e o ergueu; e ele se levantou.
28E quando entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que nós não conseguimos o expulsar?
37E ficavam muito admirados, dizendo: Ele faz tudo bem! Aos surdos faz ouvir, e aos mudos falar.
16[Jesus] perguntou aos escribas : O que estais discutindo com eles?
17E um da multidão respondeu: Mestre, trouxe a ti o meu filho, que tem um espírito mudo.
18E onde quer que o toma, faz-lhe ter convulsões, solta espuma, range os dentes, e vai ficando rígido. Eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, mas não conseguiram.
34Mas os fariseus diziam: É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios.
35E saíram para ver o que acontecera, e vieram a Jesus; e acharam ao homem, do qual os demônios tinham saído, vestido e em pleno juízo, sentado aos pés de Jesus; e temeram.
36E contaram-lhes também os que o tinham visto, como aquele endemoninhado havia sido liberto.
42E quando ainda vinha chegando, o demônio o derrubou, e o convulsionou. E Jesus repreendeu ao espírito imundo, e curou ao menino, e o devolveu a seu pai.
43E todos se espantavam da grandeza de Deus. E enquanto todos se maravilhavam de tudo o que Jesus fazia, ele disse a seus discípulos:
33E estava na Sinagoga um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, e clamou com grande voz,
34Ele curou muitos que se achavam mal de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios. Ele não deixava os demônios falarem, porque o conheciam.
35E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e, sai dele. E o demônio, derrubando-o no meio [de todos] , saiu dele, sem lhe fazer dano algum.
36E veio espanto sobre todos; e falavam entre si uns com os outros, dizendo: Que palavra é esta, que até aos espíritos imundos manda com autoridade e poder, e saem?
8Quando as multidões viram [isto] , ficaram maravilhadas, e glorificaram a Deus, que tinha dado tal autoridade aos homens.
25Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele.
26E o espírito imundo, provocando convulsão nele, e gritando em alta voz, saiu dele.
27Assim todos ficaram admirados, e perguntavam entre si: Que é isto? Que novo ensinamento é este que, com autoridade, ordena até aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem?
32E trouxeram-lhe um surdo que dificilmente falava, e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.
23E havia na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, que gritou,
35Imediatamente os ouvidos dele se abriram, e o que prendia sua língua se soltou, e passou a falar bem.
15Então aproximaram-se de Jesus, e viram o endemoninhado sentado, vestido, e em sã consciência o que tivera a legião; e ficaram apavorados.
16E os que haviam visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e sobre os porcos.
22E os escribas que haviam descido de Jerusalém diziam: Ele tem Belzebu, e é pelo chefe dos demônios que expulsa demônios.
23Então [Jesus] os chamou, e lhes disse por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás?
39E eis que um espírito o toma, e de repente ele grita, e o convulsiona até a boca espumar, e dificilmente sai dele quando o maltrata.
40E roguei a teus discípulos que o lançassem fora, mas não puderam.
20Então trouxeram-no a ele. E quando o viu, logo o espírito o fez ter uma convulsão e, caindo em terra, rolava, e espumava.
39Ele pregava em suas sinagogas por toda a Galileia, e expulsava os demônios.
20E muitos deles diziam: Ele tem demônio, e está fora de si; para que o ouvis?
21Diziam outros: Estas palavras não são de endemoninhado; por acaso pode um demônio abrir os olhos dos cegos?
18E Jesus o repreendeu. Então o demônio saiu dele, e o menino sarou desde aquela hora.
11E os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele, e exclamavam: Tu és o Filho de Deus.
41E também os demônios saíam de muitos, clamando, e dizendo: Tu és o Cristo, o Filho de Deus; e ele, reprendendo-os, não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Cristo.
29Porque mandava ao espírito imundo que saísse daquele homem; porque muitas vezes ele o tomava. E o mantinham preso com cadeias e prendedores de pés; mas ele, quebrando o que lhe prendia, era levado pelo demônio aos desertos.
20Então ele foi embora, e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus havia feito com ele; e todos se admiravam.
33E os demônios, saindo daquele homem, entraram nos porcos; e a manada se lançou de um precipício no lago, e se afogou.
28E quando chegou à outra margem, à terra dos gergesenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados que tinham saído dos sepulcros. Eles eram tão ferozes que ninguém podia passar por aquele caminho.