Naum 2:7
Está decretado: ela será levada cativa, e suas criadas a acompanharão com voz de pombas, batendo seus peitos.
Está decretado: ela será levada cativa, e suas criadas a acompanharão com voz de pombas, batendo seus peitos.
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8Nínive é como um antigo tanque, cujas águas estão fugindo. [Dizem] : Parai, parai; porém ninguém sequer olha para trás.
6As comportas dos rios são abertas, e o palácio é arruinado.
13E ele estenderá sua mão contra o norte, e destruirá a Assíria, e tornará Nínive em desolação e em secura como deserto.
14E no meio dela os rebanhos de gado se deitarão, todas os animais das nações; também o corvo a coruja passarão a noite em seus pilares; sua voz se ouvirá nas janelas; assolação será nos umbrais, porque sua estrutura de cedro estará descoberta.
15Esta é a cidade alegre que habita segura, que diz em seu coração: Nenhuma outra há como eu sou. Como ela se tornará em desolação, [em] repouso de animais! Qualquer um que passar perto dela assoviará [e] sacudirá sua mão.
6E lançarei sobre ti coisas abomináveis, e te envergonharei, e te tornarei em ridículo público.
7E será que todos os que te virem fugirão de ti, e dirão: Nínive está destruída; quem terá compaixão dela? Onde buscarei para ti consoladores?
8És tu melhor que Nô-Amom, que estava situada entre os rios, cercada de águas, cuja fortificação era o mar, e o rio como muralha?
10Porém ela foi levada em cativeiro; também suas crianças foram despedaçadas nas esquinas de todas as ruas; e sobre seus nobres lançaram sortes, e todos seus maiorais foram aprisionados com grilhões.
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
8Portanto lamentarei e uivarei, e andarei descalço e nu; farei uivos como de chacais, e lamentos como de filhotes de avestruzes.
9Por isso a entreguei na mão de seus amantes, na mão dos filhos da Assíria, por quem tinha se apaixonado.
1¶ Como se senta solitária a cidade que era tão populosa! A grande entre as nações tornou-se como viúva, a senhora de províncias tornou-se tributária.
2Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
3Judá foi em cativeiro com aflição e grande servidão; ela habitou entre as nações, e não achou descanso; todos os seus perseguidores a alcançaram entre lugares estreitos.
4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.
5Seus adversários estão no comando, seus inimigos prosperam; pois o SENHOR a afligiu por causa de suas muitas transgressões; suas criancinhas foram em cativeiro diante do inimigo.
3Mandou suas servas, [e] está convidando desde os pontos mais altos da cidade, dizendo:
42E [ouviu-se] nela voz de multidão alegre; e junto dos homens ordinários, foram trazidos os beberrões do deserto; e puseram braceletes em suas mãos, e belas coroas sobre suas cabeças.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
30E farão ouvir sua voz sobre ti; gritarão amargamente, lançarão pó sobre suas cabeças, e se revolverão na cinza.
3Uiva, ó Hesbom, porque Ai é destruída; clamai, ó filhas de Rabá, vesti-vos de sacos, lamentai, e rodeai pelas cercas, porque Malcã irá em cativeiro, seus sacerdotes e juntamente seus príncipes.
2Pois será que, como o pássaro vagueante, lançado do ninho, assim serão as filhas de Moabe junto aos vaus de Arnom.
1Desce, e senta-te no pó da terra, ó virgem filha da Babilônia; senta-te no chão; já não há [mais] trono, ó filha dos caldeus; pois nunca mais serás chamada de tenra e delicada.
2Toma as pedras de moer, e mói farinha; descobre o teu véu, expõe as pernas, descobre as coxas, [e] passa os rios.
16E os sobreviventes que deles escaparem estarão pelos montes como pombas dos vales, todos gemendo, cada um por sua maldade.
7Por isso levarão os bens que acumularam e seus pertences ao ribeiro dos salgueiros.
19Um vento os atou em suas asas, e se envergonharão por causa de seus sacrifícios.
17Eis que o SENHOR te lançará fora, ó homem, e te agarrará!
7Por isso agora serão os primeiros a serem levados presos ao cativeiro, e o banquete dos que vivem no conforto se acabará.
10E agora deixarei exposta sua loucura diante dos olhos de seus amantes, e ninguém a livrará de minha mão.
9Vós expulsais as mulheres de meu povo de suas queridas casas; de suas crianças tirastes minha glória para sempre.
39E te entregarei na mão deles; e eles destruirão tua câmara, derrubarão teus altares, e te despirão de teus vestidos; e tomarão as joias de teu ornamento, e te deixarão nua e descoberta.
16Toma uma harpa, rodeia a cidade, ó prostituta esquecida; toca boa música, [e] canta várias canções, para que tu sejas lembrada.
9Suas portas foram lançadas por terra, destruiu e quebrou seus ferrolhos; sua rei e seus príncipes estão entre as nações onde não há a Lei; nem seus profetas acham visão alguma do SENHOR.
10Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
11Tremendo virão do Egito como um pássaro, e da terra da Assíria como uma pomba; e eu os farei habitar em suas casas, diz o SENHOR.
20Sobe ao Líbano, e clama, levanta tua voz em Basã, e grita desde Abarim; porque todos teus amantes estão destruídos.
9Agora por que gritas tanto? Não há rei em ti? Pereceu teu conselheiro, para que tenhas sido tomada por dores como as de parto?
10Sofre dores e contorce-te, ó filha de Sião, como mulher em trabalho de parto; porque agora sairás da cidade, e morarás no campo, e virás até a Babilônia; [porém] ali tu serás livrada, ali o SENHOR te redimirá da mão de teus inimigos.
10E naquele dia,diz o SENHOR, haverá voz de clamor desde a porta dos peixes, lamentação desde a segunda parte [da cidade] , e grande quebrantamento desde os morros.
14Com roupas bordadas a levarão ao Rei; as virgens atrás dela, suas companheiras, serão trazidas a ti.
22O vento apascentará a todos os teus pastores, e teus amantes irão em cativeiro; então certamente te envergonharás e te humilharás por causa de toda a tua maldade.
23Tu, que habitas no Líbano, que fazes teu ninho nos cedros: como gemerás quando te vierem as dores, os sofrimentos como de mulher em parto!
27Levantai bandeira na terra, tocai trombeta entre as nações, preparai nações contra ela; convocai contra ela os reinos de Ararate, Mini, e Asquenaz; ordenai contra ela capitães, fazei subir cavalos como gafanhotos eriçados.
6Passai-vos a Társis; uivai, moradores do litoral!
8Quem são estes que vêm voando como nuvens, e como pombas às suas janelas?
18Teus pastores cochilam, ó rei da Assíria, teus nobres descansam; teu povo se espalhou pelos montes, e ninguém o ajuntará.
14Porém eis que eu a atrairei, e a levarei ao deserto, e falarei a seu coração.