Provérbios 26:23
Como um vaso de fundição coberto de restos de prata, [assim] são os lábios inflamados e o coração maligno.
Como um vaso de fundição coberto de restos de prata, [assim] são os lábios inflamados e o coração maligno.
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24Aquele que odeia dissimula em seus lábios, mas seu interior abriga o engano;
25Quando ele [te] falar agradavelmente com sua voz, não acredites nele; porque há sete abominações em seu coração;
26Cujo ódio está encoberto pelo engano; sua maldade será descoberta na congregação.
21O carvão é para as brasas, e a lenha para o fogo; e o homem difamador para acender brigas.
22As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem ao interior do ventre.
27O homem maligno cava o mal, e em seus lábios [há] como que um fogo ardente.
3O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o SENHOR prova os corações.
4O malfeitor presta atenção ao lábio injusto; o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna.
20A língua do justo [é como] prata escolhida; o coração dos perversos [vale] pouco.
2Porque o coração deles imagina destruição, e os lábios deles falam de opressão.
28A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.
4Tira as escórias da prata, e sairá um vaso para o fundidor.
18Aquele que esconde o ódio [tem] lábios mentirosos; e o que produz má fama é tolo.
24Afasta de ti a perversidade da boca; e põe para longe de ti a corrupção dos lábios.
18O coração que trama planos malignos, pés que se apressam a correr para o mal;
6Fiéis são as feridas [feitas] por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.
2Cada um fala falsidade ao seu próximo, [com] lábios elogiam falsamente; falam com duas intenções no coração.
3Que o SENHOR corte a todos os lábios que falam falsos elogios, [e toda] língua que fala grandes [mentiras] .
7A boca do tolo é sua [própria] destruição, e seus lábios [são] armadilha para sua alma.
8As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem até o interior do ventre.
7Os lábios dos sábios derramam conhecimento; mas o coração dos tolos não [age] assim.
3Eles afiam suas línguas como a cobra; veneno de serpentes [há] debaixo de seus lábios. (Selá)
22Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas dos que falam a verdade são seu prazer.
3Porque os lábios da mulher pervertida gotejam mel; e sua boca é mais suave que o azeite.
32Os lábios do justo sabem o que é agradável; mas a boca dos perversos [é cheia] de perversidades.
11A palavra dita em tempo apropriado é [como] maçãs de ouro em bandejas de prata.
20O perverso de coração nunca encontrará o bem; e quem distorce [as palavras de] sua língua cairá no mal.
18Emudeçam os lábios mentirosos, que falam coisas duras contra o justo, com arrogância e desprezo.
13Suas gargantas são sepulcro aberto; com suas línguas enganam; veneno de serpentes está sob seus lábios.
14Suas bocas estão cheias de maldição e amargura.
15Há ouro, e muitos rubis; mas os lábios do conhecimento são joia preciosa.
21Sua boca é agradável como a manteiga, mas seu coração [deseja] a guerra; suas palavras [parecem] mais suaves que o azeite, mas são espadas prontas para o ataque.
29O fole já se queimou, o chumbo já se consumiu pelo fogo; em vão é feita a fundição, pois os maus não são arrancados.
6A língua também [é] um fogo, o mundo da injustiça; assim a língua está posta entre os nossos membros, contaminando todo o corpo, e inflamando o curso da natureza, e sendo inflamada pelo inferno.
18Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,
13Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falar falsidade.
30Ele fecha seus olhos para imaginar perversidades; ele aperta os lábios para praticar o mal.
7Sua boca está cheia de maldição, e de enganos, e de falsidade; debaixo de sua língua há sofrimento e maldade.
21[Como] o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem [é provado] pelos louvores que lhe dizem.
11Depois põe [a panela] vazia sobre suas brasas, para que se esquente, e seu cobre queime, e se funda sua imundícia no meio dela, e se consuma sua sujeira.
2Tua língua planeja maldades; [é] como navalha afiada, que gera falsidades.
7Porque minha boca declarará a verdade; e meus lábios abominam a maldade.
22Tua prata se tornou em escórias; teu vinho se misturou com água.
9Porque não há verdade na boca deles; seu interior são meras destruições; a garganta deles é uma sepultura aberta; com suas línguas elogiam falsamente.
3Meu coração se esquentou dentro de mim, fogo se acendeu em minha meditação; [então] eu disse com minha língua:
23O coração do sábio dá prudência à sua boca; e sobre seus lábios aumentará a instrução.
23O vento norte traz a chuva; [assim como] a língua caluniadora [traz] a ira no rosto.
22Como se funde a prata no meio do forno, assim sereis fundidos no meio dela; e sabereis que eu, o SENHOR, derramei meu furor sobre vós.
26Os pensamentos do mau são abomináveis ao SENHOR, mas ele se agrada das palavras dos puros.
14Perversidades há em seu coração; todo o tempo ele trama o mal; anda semeando brigas.