Salmos 56:8
Tu contaste as voltas que dei por causa de meu sofrimento; põe minhas lágrimas em teu odre; não estão elas em teu livro?
Tu contaste as voltas que dei por causa de meu sofrimento; põe minhas lágrimas em teu odre; não estão elas em teu livro?
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16Pois então tu contarias meus passos, e não ficarias vigiando meu pecado.
17Minha transgressão estaria selada numa bolsa, e tu encobririas minhas perversidades.
6Eles se reúnem e se escondem; eles espiam os meus passos, como que esperando a [morte] de minha alma.
7Por acaso eles escaparão em [suas] maldades? Derruba com ira aos povos, ó Deus.
2Diante dele derramo meu pedido; diante dele contei minha angústia.
3Estando meu espírito angustiado em mim, tu conheceste meu percurso; no caminho em que eu andava esconderam um laço de armadilha para mim.
3Minhas lágrimas têm sido [meu] alimento dia e noite, porque o dia todo me dizem: Onde [está] o teu Deus?
1SENHOR, tu me examinas e me conheces.
2Tu sabes o meu sentar e o meu caminhar; de longe entendes meus pensamentos.
3Tu cercas o meu andar e meu deitar; conheces desde antes os meus caminhos.
4Mesmo não havendo [ainda] palavra [alguma] em minha língua, eis, SENHOR, que já sabes tudo.
5Tu me envolves por detrás e pela frente, e pões tua mão sobre mim.
12Ouve a minha oração, SENHOR; e dá ouvidos ao meu clamor; não te cales de minhas lágrimas, porque eu sou [como] um peregrino para contigo; estrangeiro, como todos os meus pais.
16Teus olhos viram meu corpo [ainda] sem forma, e tudo estava escrito em teu livro; [até] os dias estavam determinados quando nenhum deles [ainda] havia.
17Como são preciosos para mim os teus pensamentos, Deus! Como é grande a quantidade deles!
18[Se] eu os contasse, seriam muito mais [numerosos] que a areia; [quando] acordo, ainda estou contigo.
8Porque tu, [SENHOR] , livraste minha alma da morte, meus olhos das lágrimas, e meu pé do tropeço.
26Por que escreves contra mim amarguras, e me fazes herdar as transgressões de minha juventude?
27Também pões meus pés no tronco, e observas todos os meus caminhos. Tu pões limites às solas dos meus pés.
9No dia em que eu clamar, então meus inimigos se voltarão para trás; isto eu sei, que Deus [está] comigo.
7Tu [és] meu esconderijo, tu me guardas da angústia; tu me envolves de canções alegres de liberdade. (Selá)
4Tu mantiveste abertas as pálpebras dos meus olhos; eu estava perturbado, e não conseguia falar.
5Tu, Deus, sabes como sou tolo; e meus pecados não estão escondidos perante ti.
7Em tua bondade eu me alegrarei e ficarei cheio de alegria, porque tu viste minha situação miserável; tu reconheceste as angústias de minha alma.
5Tu os alimentas com pão de lágrimas, e lhes faz beber lágrimas com grande medida.
56Ouviste minha voz: não escondas o teu ouvido ao meu suspiro, ao meu clamor.
4Por acaso ele não vê meus caminhos, e conta todos os meus passos?
9SENHOR, todo o meu sofrimento está diante de ti, e meu gemido não te é oculto.
6Já estou cansado do meu gemido; toda a noite eu inundo a minha cama; com minhas lágrimas molho meu leito.
2Pois tu és o Deus de minha força. Por que tu me rejeitas? Por que ando em sofrimento pela opressão do inimigo?
7Para onde eu escaparia de teu Espírito? E para onde fugiria de tua presença?
8Se eu subisse até os céus, lá tu [estás] ; se eu fosse me deitar no mundo dos mortos, eis que tu [também ali estarias] .
20Meus amigos zombam de mim, [mas] meus olhos estão derramando para Deus.
8Porém meus olhos [estão voltados] para ti, ó Senhor DEUS; em ti confio; não desampares minha alma.
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
3Mas tu, SENHOR, me conheces; tu me vês, e provas o meu coração para contigo. Arranca-os como a ovelhas para o matadouro, e reserva-os para o dia da matança.
11Ele pôs meus pés no tronco, e observa todas as minhas veredas.
9Tem misericórdia de mim, SENHOR, porque eu estou angustiado; meus olhos, minha alma e meu ventre foram consumidos pelo sofrimento.
9Direi a Deus, minha rocha: Por que tu te esqueces de mim? Por que eu ando em sofrimento pela opressão do inimigo?
28Porém eu sei o teu sentar, o teu sair, o teu entrar, e o teu furor contra mim.
1Guarda-me, ó Deus; porque eu confio em ti.
8Sai para longe de mim, todos vós praticantes de maldade; porque o SENHOR já ouviu a voz do meu choro.
3Já estou cansado de clamar, minha garganta enrouqueceu; meus olhos desfaleceram, enquanto espero pelo meu Deus.
8Guarda-me como a pupila do olho; esconde-me debaixo da sombra de tuas asas,
21Eles me ouvem gemendo, [porém] não tenho consolador. Todos meus inimigos, quando ouvem minha aflição se alegram, pois tu o fizeste. Quando tu trouxeres o dia que anunciaste, eles serão como eu.
22Toda a maldade deles venha diante de ti, e faze com eles assim como fizeste comigo por causa de todas as minhas transgressões; pois meus gemidos são muitos, e meu coração está desfalecido.
136Ribeiros d'água descem de meus olhos, porque eles não guardam tua lei.
20Clamo a ti, porém tu não me respondes; eu fico de pé, porém tu ficas [apenas] olhando para mim.
17Porque eu estou prestes a ficar como manco, e minha dor está continuamente perante mim.