Salmos 88:6
Puseste-me na cova mais profunda, nas trevas [e] nas profundezas.
Puseste-me na cova mais profunda, nas trevas [e] nas profundezas.
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3Porque minha alma está cheia de aflições, e minha vida está quase no mundo dos mortos.
4Já estou contado entre os que descem à cova; tornei-me um homem sem forças.
5Abandonado entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, aos quais tu já não te lembra mais, e já estão cortados [para fora do poder] de tua mão.
7O teu furor pesa sobre mim, e [me] oprimiste com todas as tuas ondas. (Selá)
8Afastaste de mim os meus conhecidos, fizeste-me abominável para com eles; estou preso, e não posso sair.
6Fez-me habitar em lugares escuros, como os que já morrera há muito tempo.
3Pois o inimigo persegue minha alma, atropela na terra a minha vida; [e] me obriga a viver na escuridão, como os que há muito [tempo] morreram.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
3Pois tu me lançaste no profundo, no meio dos mares, e a correnteza me cercou; todas as tuas ondas e tuas vagas passaram sobre mim.
4E eu disse: Lançado estou de diante de teus olhos; porém voltarei a ver o teu santo templo.
5As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou; as algas se enrolaram à minha cabeça.
6Desci aos fundamentos dos montes; a terra trancou suas fechaduras a mim para sempre; porém tu tiraste minha vida da destruição, ó SENHOR meu Deus.
3SENHOR, tu levantaste minha alma para fora do mundo dos mortos; tu guardaste minha vida, para que eu não descesse à sepultura.
55Invoquei o teu nome, SENHOR, desde a cova profunda.
14Por que tu, SENHOR, rejeitas minha alma, e escondes tua face de mim?
15Tenho sido afligido e estou perto da morte desde a minha juventude; tenho sofrido teus temores, e estou desesperado.
16Os ardores de tua ira têm passado por mim; teus terrores me destroem.
13Pois grande é a tua bondade para comigo, e tu resgataste minha alma das profundezas do mundo dos mortos.
7Um abismo chama [outro] abismo, ao ruído de suas cascatas; todos as tuas ondas e vagas têm passado sobre mim.
2Afundei-me em um profundo lamaçal, onde não se pode ficar em pé; entrei nas profundezas das águas, e a corrente está me levando.
1Das profundezas clamo a ti, SENHOR.
6As cordas do mundo dos mortos me rodearam, e laços de morte me tomaram desprevenido.
6Prepararam uma rede de armadilha para os meus passos, minha alma [estava] abatida; cavaram perante mim uma cova, [porém] eles mesmos caíram nela. (Selá)
2Guiou-me e levou-me a trevas, e não à luz.
15Porém tu serás derrubado ao mundo dos mortos, às profundezas da cova.
20Tu, que me fizeste ver muitos males e aflições, voltarás a me dar vida; e voltarás a me tirar dos abismos da terra.
53Tentaram tirar minha vida na masmorra, e lançaram pedras sobre mim.
5Cordas do mundo dos mortos me envolveram; laços de morte me confrontaram.
13Se eu esperar, o mundo dos mortos será minha casa; nas trevas estenderei minha cama.
10Por causa de tua irritação e tua ira; porque tu me levantaste e me derrubaste.
3Cordas da morte me cercaram, e angústias do mundo dos mortos me encontraram; achei opressão e aflição.
7Responde-me depressa, SENHOR; porque meu espírito está muito fraco; não escondas tua face de mim, pois eu seria semelhante aos que descem à cova.
8Se eu subisse até os céus, lá tu [estás] ; se eu fosse me deitar no mundo dos mortos, eis que tu [também ali estarias] .
9Porém aqueles que procuram assolar a minha alma irão para as profundezas da terra.
19Lançou-me na lama, e fiquei semelhante ao pó e à cinza.
1A ti, SENHOR, rocha minha, eu clamo; não te silencies para comigo; para que não [aconteça de, se] tu calares quanto a mim, eu não [me torne] semelhante aos que descem à cova.
11Tua bondade será contada na sepultura? Tua fidelidade na perdição?
12Serão conhecidas tuas maravilhas nas trevas? E tua justiça na terra do esquecimento?
17Eis que para meu [próprio] bem tive grande amargura; tu, porém, com amor livraste minha alma da cova do perecimento; porque lançaste para trás de ti todos os meus pecados.
18Porque o mundo dos mortos não te louvará, [nem] a morte te glorificará; nem esperarão em tua fidelidade os que descem a cova.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
18Afastaste de mim meu amigo e meu companheiro; meus conhecidos [estão em] trevas.
14Livra-me do lamaçal, e não me deixes afundar; seja eu resgatado dos que me odeiam, e das profundezas das águas.
15Não permitas que as correntes de águas me cubram, e que a profundeza não me devore, nem o poço feche sua boca sobre mim.
16Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo?
15Minha força se secou como um caco de barro, e minha língua está grudada no céu da boca; e tu me pões no pó da morte;
2Ele me tirou de uma cova de tormento, de um lamaceiro de barro; e pôs os meus pés sobre uma rocha; ele firmou meus passos.
18Certamente tu os fazes escorregarem, [e] os lança em assolações.
8À cova te farão descer, e morrerás da morte dos que morrem no meio dos mares.
3Estando meu espírito angustiado em mim, tu conheceste meu percurso; no caminho em que eu andava esconderam um laço de armadilha para mim.