Rute 2:13
E ela disse: Senhor meu, ache eu favor diante de teus olhos; porque me consolaste, e porque falaste ao coração de tua serva, não sendo eu como uma de tuas criadas.
E ela disse: Senhor meu, ache eu favor diante de teus olhos; porque me consolaste, e porque falaste ao coração de tua serva, não sendo eu como uma de tuas criadas.
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1E tinha Noemi um parente de seu marido, homem poderoso e rico, da família de Elimeleque, o qual se chamava Boaz.
2E Rute a moabita disse a Noemi: Rogo-te que me deixes ir ao campo, e colherei espigas atrás daquele a cujos olhos achar favor. E ela lhe respondeu: Vai, filha minha.
3Foi, pois, e chegando, tirou espigas no campo atrás dos ceifeiros: e aconteceu porventura, que o terreno era de Boaz, o qual era da parentela de Elimeleque.
4E eis que Boaz veio de Belém, e disse aos ceifeiros: O SENHOR seja convosco. E eles responderam: O SENHOR te abençoe.
5E Boaz disse a seu criado o supervisor dos ceifeiros: De quem é esta moça?
6E o criado, supervisor dos ceifeiros, respondeu e disse: É a moça de Moabe, que voltou com Noemi dos campos de Moabe;
7E disse: Rogo-te que me deixes colher e juntar atrás dos ceifeiros entre os feixes; entrou, pois, e está desde pela manhã até agora, menos um pouco que se deteve em casa.
8Então Boaz disse á Rute: Ouve, filha minha, não vás a tirar espigas em outro campo, nem passes daqui: e aqui estarás com minhas moças.
9Olha bem o campo que colherem, e segue-as: porque eu mandei aos moços que não te toquem. E se tiveres sede, vai aos vasos, e bebe da água que os moços tirarem.
10Ela então baixando seu rosto inclinou-se à terra, e disse-lhe: Por que achei favor em teus olhos para que tu me reconheças, sendo eu estrangeira?
11E respondendo Boaz, disse-lhe: Por certo se me declarou tudo o que fizeste com tua sogra depois da morte de teu marido, e que deixando teu pai e tua mãe e a terra de onde nasceste, vieste a um povo que não conheceste antes.
12O SENHOR recompense tua obra, e tua remuneração seja cheia pelo SENHOR Deus de Israel, que vieste para cobrir-te debaixo de suas asas.
9Então ele disse: Quem és? E ela respondeu: Eu sou Rute tua serva: estende a borda de tua capa sobre tua serva, porquanto és parente próximo.
10E ele disse: Bendita sejas tu do SENHOR, filha minha; que fizeste melhor tua última bondade que a primeira, não indo atrás dos rapazes, sejam pobres ou ricos.
11Agora, pois, não temas, filha minha: eu farei contigo o que tu disseres, pois que toda a porta de meu povo sabe que és mulher virtuosa.
12E agora, ainda que seja certo que eu sou parente próximo, contudo isso há parente mais próximo que eu.
13Repousa esta noite, e quando for de dia, se ele te redimir, bem, redima-te; mas se ele não te quiser redimir, eu te redimirei, vive o SENHOR. Descansa, pois, até a manhã.
14E depois que repousou a seus pés até a manhã, levantou-se, antes que ninguém pudesse conhecer a outro. E ele disse: Não se saiba que tenha vindo mulher à eira.
14E Boaz lhe disse à hora de comer: Achega-te aqui, e come do pão, e molha teu bocado no vinagre. E sentou-se ela junto aos ceifeiros, e ele lhe deu grãos tostados, e comeu até que se fartou e lhe sobrou.
15Levantou-se logo para tirar espigas. E Boaz mandou a seus criados, dizendo: Colha também espigas entre os feixes, e não a envergonheis;
16Antes lançareis de propósito dos feixes, e a deixareis que colha, e não a repreendais.
18E tomou-o, e veio à cidade; e sua sogra viu o que havia colhido. Tirou também logo o que lhe havia sobrado depois de farta, e deu-lhe.
19E disse-lhe sua sogra: Onde tiraste espigas hoje? e onde trabalhaste? Bendito seja o que te reconheceu. E ela declarou à sua sogra o que lhe havia acontecido com aquele, e disse: O nome do homem com quem hoje trabalhei é Boaz.
20E disse Noemi à sua nora: Seja ele bendito do SENHOR, pois que não recusou aos vivos a benevolência que teve para com os finados. Disse-lhe depois Noemi: Nosso parente é aquele homem, e de nossos remidores é.
21E Rute moabita disse: a mais disto me disse: Junta-te com meus criados, até que tenham acabado toda minha colheita.
22E Noemi respondeu a Rute sua nora: Melhor é, filha minha, que saias com suas criadas, que não que te encontrem em outro campo.
23Esteve, pois, junto com as moças de Boaz tirando espigas, até que a colheita das cevadas e a dos trigos foi acabada; mas com sua sogra habitou.
1E disse-lhe sua sogra Noemi: Filha minha, não tenho de buscar descanso a ti, para que fiques bem?
2Não é Boaz nosso parente, com cujas moças tu tens estado? Eis que ele aventa esta noite a os grãos de cevada.
3Tu te lavarás, pois, e te ungirás, e vestindo-te tuas vestes, passarás à eira; mas não te darás a conhecer ao homem até que ele tenha acabado de comer e de beber.
15E que eu vim agora para dizer isto ao rei meu senhor, é porque o povo me pôs medo. Mas tua serva disse: Falarei agora ao rei: talvez ele faça o que sua serva diga.
16Pois o rei ouvirá, para livrar à sua serva da mão do homem que me quer exterminar a mim, e a meu filho juntamente, da propriedade de Deus.
17Tua serva, pois, disse: Que seja agora a resposta de meu senhor o rei para descanso; pois que meu senhor o rei é como um anjo de Deus para escutar o bem e o mal. Assim o SENHOR teu Deus seja contigo.
18E ela disse: Ache tua serva favor diante de teus olhos. E foi-se a mulher seu caminho, e comeu, e não esteve mais triste.
27E agora esta bênção que tua serva trouxe a meu senhor, seja dada aos criados que seguem a meu senhor.
28E eu te rogo que perdoes a tua serva esta ofensa; pois o SENHOR de certo fará casa firme a meu senhor, porquanto meu senhor faz as guerras do SENHOR, e mal não se achou em ti em teus dias.
8E Noemi disse a suas duas noras: Andai, voltai-vos cada uma à casa de sua mãe: o SENHOR faça convosco misericórdia, como a fizestes com os mortos e comigo.
9Dê-vos o SENHOR que acheis descanso, cada uma em casa de seu marido: beijou-as logo, e elas choraram a voz em grito.
12E a mulher disse: Rogo-te que fale tua criada uma palavra a meu senhor o rei. E ele disse: Fala.
14E as mulheres diziam a Noemi: Louvado seja o SENHOR, que fez que não te faltasse hoje parente, cujo nome será nomeado em Israel.
16Assim que veio à sua sogra, esta lhe disse: Que houve, minha filha? E ela lhe declarou ela tudo o que com aquele homem lhe havia acontecido.
17E disse: Estas seis medidas de cevada me deu, dizendo-me: Porque não vás vazia à tua sogra.
18Então Noemi disse: Repousa, filha minha, até que saibas como a coisa se sucede; porque aquele homem não parará até que hoje conclua o negócio.
13E disse ele a Geazi: Dize-lhe: Eis que tu tens sido prestativa por nós com todo este esmero: que queres que eu faça por ti? Tens necessidade que fale por ti ao rei, ou ao general do exército? E ela respondeu: Eu habito em meio de meu povo.
3E disse: Senhor, se agora achei favor aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo.
13Teríeis vós de esperá-los até que fossem grandes? Ficaríeis vós sem se casar por causa deles? Não, filhas minhas; que maior amargura tenho eu que vós, pois a mão do SENHOR saiu contra mim.
31Então, senhor meu, não te será isto em tropeço e turbação de coração, o que tenhas derramado sangue sem causa, ou que meu senhor se tenha vingado por si mesmo. Guarde-se, pois, meu senhor, e quando o SENHOR fizer bem a meu senhor, lembra-te de tua serva.
16Não tenhas a tua serva por uma mulher ímpia: porque pela grandeza de minhas angústias e de minha aflição falei até agora.
11E disseram todos os do povo que estavam à porta com os anciãos: Testemunhas somos. O SENHOR faça à mulher que entra em tua casa como a Raquel e a Lia, as quais duas edificaram a casa de Israel; e tu sejas ilustre em Efrata, e tenhas renome em Belém.
12Rogo-vos, pois, agora, me jureis pelo SENHOR, que como fiz misericórdia convosco, assim a fareis vós com a casa de meu pai, do qual me dareis um sinal certo;