Cântico dos Cânticos 1:3
O cheiro dos teus perfumes é agradável; teu nome é [como] perfume sendo derramado, por isso as virgens te amam.
O cheiro dos teus perfumes é agradável; teu nome é [como] perfume sendo derramado, por isso as virgens te amam.
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1¶ Cântico dos cânticos, que é de Salomão.
2[Ela] : Beije-me ele com os beijos de sua boca, porque teu amor é melhor do que o vinho.
4Toma-me contigo, [e] corramos; traga-me o rei aos seus quartos. [Moças] : Em ti nos alegraremos e nos encheremos de alegria; nos agradaremos mais de teu amor do que do vinho; [Ela] : Elas estão certas em te amar;
9Tomaste meu coração, minha irmã, minha esposa; tomaste o meu coração com um de teus olhos, com um colar de teu pescoço.
10Como são agradáveis os teus amores, minha irmã, minha esposa! São bem melhores do que o vinho; e o cheiro de teus unguentos [é melhor] que todas as especiarias.
11Favos de mel descem de teus lábios, ó esposa; mel e leite estão debaixo de tua língua; e o cheiro de teus vestidos é como o cheiro do Líbano.
12Jardim fechado és tu, minha irmã, minha esposa; manancial fechado, uma fonte selada.
13Tuas plantas são uma horta de romãs, com frutos excelentes: hena e nardo.
14Nardo, açafrão, cálamo e canela; com todo tipo de árvores de incenso: mirra, aloés, com todas as melhores especiarias.
15[Tu és] uma fonte de jardins, um poço de águas vivas que corre do Líbano.
5Tua cabeça sobre ti, como o [monte] Carmelo, e o trançado dos cabelos cabeça como púrpura; o rei está [como que] atado em [tuas] tranças.
6Como tu és bela! Como tu és agradável, ó amor em delícias!
7Esta tua estatura é semelhante à palmeira, e teus seios são [como] cachos [de uvas] .
5Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo que não acordeis nem desperteis ao amor, até que ele queira.
6[Ele] : Quem é esta, que sobe do deserto como colunas de fumaça, perfumada com mirra, incenso, e com todo tipo de pó aromático de mercador?
8Todos as tuas roupas [cheiram] a mirra, aloés e cássia; alegram-te desde os palácios de marfim.
12[Ela] : Enquanto o rei está sentado à sua mesa, meu nardo dá a sua fragrância.
13Meu amado é para mim [como] um saquinho de mirra que passa a noite entre meus seios;
14Meu amado é para mim [como] um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi.
15[Ele] : Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos são [como] pombas.
16Sua boca é [cheia] de doçura, e ele é desejável em todos os sentidos; assim é o meu amado; assim é o meu querido, ó filhas de Jerusalém.
13As laterais de seu rosto como um canteiro de especiarias, [como] caixas aromáticas; seus lábios são [como] lírios, que gotejam fragrante mirra.
5Teus dois seios são como dois filhos gêmeos da corça, que pastam entre os lírios.
6Antes do dia nascer, e das sombras fugirem, irei ao monte de mirra, e ao morro do incenso.
7Tu és bela, minha querida! Não há defeito algum em ti.
7Dize-me, amado de minha alma: onde apascentas [o teu gado] ? Onde [o] recolhes ao meio- dia? Para que ficaria eu como que coberta com um véu por entre os gados de teus colegas?
8[Ele] : Se tu, a mais bela entre as mulheres, não sabes, sai pelos rastros das ovelhas, e apascenta tuas cabras junto às tendas dos pastores.
9Eu te comparo, querida, às éguas das carruagens de Faraó.
10Agradáveis são tuas laterais da face entre os enfeites, teu pescoço entre os colares.
9[Moças] : Ó tu mais bela entre as mulheres, como é o teu amado, ao qual tu amas mais do que qualquer outro? Como é este teu amado, mais amado do que qualquer outro, pelo qual assim nos ordenas jurar?
1[Moças] : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?
2[Ela] : Meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar [seu rebanho] nos jardins, e para colher lírios.
1[Ele] : Já cheguei ao meu jardim, minha irmã, [minha] esposa; colhi minha mirra com minha especiaria; comi meu mel, bebi meu vinho com meu leite. [Autor do poema (ou os amigos dos noivos)] : Comei, amigos; bebei, ó amados, e embebedai-vos.
2[Ela] : Eu estava dormindo, mas meu coração vigiava; era a voz de meu amado, batendo: Abre-me, minha irmã, minha querida, minha pomba, minha perfeita! Porque minha cabeça está cheia de orvalho, meus cabelos das gotas da noite.
1[Ele] : Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos por trás do véu são [como] pombas; teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem do monte Gileade.
9E tua boca [seja] como o bom vinho; [Ela] : [Vinho] que se entra a meu amado suavemente, [e] faz falarem os lábios dos que dormem.
10Eu sou do meu amado, e ele me deseja.
10Meu amado me responde, e me diz: Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
14[Ela] : Vem depressa, meu amado! E faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, nas montanhas de ervas aromáticas!
2[Ele] : Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças.
13A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
14Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.
2Tu és o mais belo dos filhos dos homens; graça foi derramada em teus lábios, por isso Deus te bendisse para sempre.
9[Porém] uma é a minha pomba, minha perfeita, a única de sua mãe, a mais querida daquela que a gerou. As moças a viram, e a chamaram de bem-aventurada; as rainhas e as concubinas a elogiaram.
4[Ele] : Tu és bela, minha querida, como Tirza, agradável como Jerusalém; és formidável como bandeiras [de exércitos] .
17Já perfumei meu leito com mirra, aloés e canela.
2É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão; que desce pelas bordas de suas roupas.
12Saiamos de madrugada até às vinhas, vejamos se as videiras florescem, se suas flores estão se abrindo, se as romãzeiras já estão brotando; ali te darei os meus amores.
13As mandrágoras espalham seu perfume, e junto a nossas portas há todo tipo de excelentes frutos, novos e velhos; eu os guardei para ti, meu amado.
5Eu me levantei para abrir a meu amado; minhas mãos gotejavam mirra, e meus dedos [derramaram] mirra sobre os puxadores da fechadura.