Cântico dos Cânticos 2:12
As flores aparecem na terra, o tempo da cantoria chegou; e ouve-se a voz da rolinha em nossa terra.
As flores aparecem na terra, o tempo da cantoria chegou; e ouve-se a voz da rolinha em nossa terra.
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7Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.
8[Esta é] a voz do meu amado: vede-o vindo, saltando sobre os montes, pulando sobre os morros.
9Meu amado é semelhante ao corço, ou ao filhote de cervos; eis que está atrás de nossa parede, olhando pelas janelas, observando pelas grades.
10Meu amado me responde, e me diz: Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
11Porque eis que o inverno já passou; a chuva se acabou, e foi embora.
13A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
14Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.
15Tomai-nos as raposas, as raposinhas, que danificam as vinhas, porque nossas vinhas estão florescendo.
16Meu amado é meu, e eu sou sua; ele apascenta entre os lírios.
17Antes do dia se romper, e das sombras fugirem, volta, amado meu, faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, sobre os montes de Beter.
11Vem, amado meu! Saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.
12Saiamos de madrugada até às vinhas, vejamos se as videiras florescem, se suas flores estão se abrindo, se as romãzeiras já estão brotando; ali te darei os meus amores.
13As mandrágoras espalham seu perfume, e junto a nossas portas há todo tipo de excelentes frutos, novos e velhos; eu os guardei para ti, meu amado.
15[Tu és] uma fonte de jardins, um poço de águas vivas que corre do Líbano.
16[Ela] : Levanta-te, vento norte! E vem tu, vento sul! Assopra em meu jardim, para que espalhem os seus aromas! Que meu amado venha a seu jardim, e coma de seus excelentes frutos.
14Meu amado é para mim [como] um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi.
15[Ele] : Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos são [como] pombas.
16[Ela] : Como tu és belo, meu amado! Como [tu és] agradável! E o nosso leito se enche de folhagens.
13[Ele] : Ó tu que habitas nos jardins, teus colegas prestam atenção à tua voz: faze com que eu [também possa] ouvi-la.
14[Ela] : Vem depressa, meu amado! E faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, nas montanhas de ervas aromáticas!
1[Moças] : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?
2[Ela] : Meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar [seu rebanho] nos jardins, e para colher lírios.
3Eu sou do meu amado, e meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.
4[Ele] : Tu és bela, minha querida, como Tirza, agradável como Jerusalém; és formidável como bandeiras [de exércitos] .
12Jardim fechado és tu, minha irmã, minha esposa; manancial fechado, uma fonte selada.
13Tuas plantas são uma horta de romãs, com frutos excelentes: hena e nardo.
5Teus dois seios são como dois filhos gêmeos da corça, que pastam entre os lírios.
6Antes do dia nascer, e das sombras fugirem, irei ao monte de mirra, e ao morro do incenso.
7Até a cegonha no céu conhece seus tempos certos, e a rola, o grou e a andorinha dão atenção ao tempo de sua vinda; mas meu povo não conhece o juízo do SENHOR.
12Junto a elas habitam as aves dos céus, que dão [sua] voz dentre os ramos.
1Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
2[Ele] : Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças.
3[Ela] : Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes; debaixo de sua sombra desejo muito sentar, e doce é o seu fruto ao meu paladar.
4Ele me leva à casa do banquete, e sua bandeira sobre mim é o amor.
1O deserto e o lugar seco terão prazer disto; e o lugar desabitado se alegrará e florescerá como a rosa.
2Abundantemente florescerá, e também se encherá de alegria e júbilo; a glória do Líbano lhe será dada, a honra do Carmelo e de Sarom; eles verão a glória do SENHOR, a honra de nosso Deus.
1[Ele] : Já cheguei ao meu jardim, minha irmã, [minha] esposa; colhi minha mirra com minha especiaria; comi meu mel, bebi meu vinho com meu leite. [Autor do poema (ou os amigos dos noivos)] : Comei, amigos; bebei, ó amados, e embebedai-vos.
2[Ela] : Eu estava dormindo, mas meu coração vigiava; era a voz de meu amado, batendo: Abre-me, minha irmã, minha querida, minha pomba, minha perfeita! Porque minha cabeça está cheia de orvalho, meus cabelos das gotas da noite.
1[Ele] : Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos por trás do véu são [como] pombas; teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem do monte Gileade.
5Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo que não acordeis nem desperteis ao amor, até que ele queira.
6[Ele] : Quem é esta, que sobe do deserto como colunas de fumaça, perfumada com mirra, incenso, e com todo tipo de pó aromático de mercador?
22Não temais, vós animais do campo; porque os pastos do deserto voltarão a ficar verdes, porque as árvores darão seu fruto, a figueira e a videira mostrarão seu vigor.
6Como tu és bela! Como tu és agradável, ó amor em delícias!
4Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.
5[Outras pessoas] : Quem é esta, que sobe da terra desabitada, reclinada sobre seu amado? [Ela] : Debaixo de uma macieira te despertei; ali tua mãe te fez nascer com dores; ali te fez nascer aquela que te gerou.
7Dize-me, amado de minha alma: onde apascentas [o teu gado] ? Onde [o] recolhes ao meio- dia? Para que ficaria eu como que coberta com um véu por entre os gados de teus colegas?
4E as portas da rua se fecharem, enquanto se abaixa o ruído da moedura; e se levantar a voz das aves, e todas as vozes do canto se encurvarem.
1Agora cantarei a meu amado o cântico de meu querido de sua vinha: meu amado tem uma vinha, em um morro fértil;
8[Vem] comigo do Líbano, ó esposa minha, vem comigo do Líbano; desce do cume de Amaná, do cume de Senir e de Hermom, das montanhas das leoas, dos montes dos leopardos.
18Vem [comigo] ; iremos nos embebedar de paixões até a manhã, e nos alegraremos de amores.