1 Samuel 24:12
Julgue o SENHOR entre mim e ti, e vingue-me de ti o SENHOR: porém minha mão não será contra ti.
Julgue o SENHOR entre mim e ti, e vingue-me de ti o SENHOR: porém minha mão não será contra ti.
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13Como diz o provérbio dos antigos: Dos ímpios sairá a impiedade: assim que minha mão não será contra ti.
10Eis que viram hoje teus olhos como o SENHOR te pôs hoje em minhas mãos na cova: e disseram que te matasse, mas te poupei, porque disse: Não estenderei minha mão contra meu senhor, porque ungido é do SENHOR.
11E olha, meu pai, olha ainda a beira de teu manto em minha mão: porque eu cortei a beira de tua manto, e não te matei. Conhece, pois, e vê que não há mal nem traição em minha mão, nem pequei contra ti; contudo, tu andas à caça de minha vida para tirá-la de mim.
15O SENHOR, pois, será juiz, e ele julgará entre mim e ti. Ele veja, e sustente minha causa, e me defenda de tua mão.
17E disse a Davi: Mais justo és tu que eu, que me pagaste com bem, havendo-te eu pagado com mal.
18Tu mostraste hoje que fizeste comigo bem; pois não me mataste, havendo-me o SENHOR posto em tuas mãos.
19Porque quem achará a seu inimigo, e o deixará ir saro e salvo? O SENHOR te pague com bem pelo que neste dia fizeste comigo.
30E acontecerá que quando o SENHOR fizer com meu senhor conforme todo aquele bem que falou de ti, e te mandar que sejas chefe sobre Israel,
31Então, senhor meu, não te será isto em tropeço e turbação de coração, o que tenhas derramado sangue sem causa, ou que meu senhor se tenha vingado por si mesmo. Guarde-se, pois, meu senhor, e quando o SENHOR fizer bem a meu senhor, lembra-te de tua serva.
23E quanto às palavras que eu e tu falamos, seja o SENHOR entre mim e ti para sempre.
41Se afiar minha reluzente espada, E minha mão arrebatar o juízo, Eu voltarei a vingança a meus inimigos, E darei o pagamento aos que me aborrecem.
6E tua serva tinha dois filhos e os dois brigaram no campo; e não havendo quem os separasse, feriu o um à outra, e o matou.
7E eis que toda a parentela se levantou contra tua serva, dizendo: Entrega ao que matou a seu irmão, para que lhe façamos morrer pela vida de seu irmão a quem ele matou, e tiremos também o herdeiro. Assim apagarão a brasa que me restou, não deixaram a meu marido nome nem remanescente sobre a terra.
4Então disseram: Nunca nos caluniaste, nem oprimi, nem tomaste algo da mão de nenhum homem.
33E bendito seja teu bom-senso, e bendita tu, que me impediste hoje de ir derramar sangue, e de vingar-me por minha própria mão:
6E disse aos seus: o SENHOR me guarde de fazer tal coisa contra meu senhor, o ungido do SENHOR, que eu estenda minha mão contra ele; porque é o ungido do SENHOR.
8Farás, pois, misericórdia com teu servo, já que trouxeste teu servo a aliança do SENHOR contigo: e se maldade há em mim mata-me tu, que não há necessidade de levar-me até teu pai.
24Por isso diz o Senhor DEUS dos exércitos, o Poderoso de Israel: Ah, tomarei satisfações quanto aos meus adversários, e me vingarei de meus inimigos.
29Poder há em minha mão para fazer-vos mal; mas o Deus de vosso pai me falou de noite dizendo: Guarda-te que não fales a Jacó descomedidamente.
10E o rei disse: Ao que falar contra ti, traze-o a mim, que não te tocará mais.
3SENHOR, meu Deus, se eu fiz isto: se há perversidade em minhas mãos;
4Se eu paguei [com] mal ao que tinha paz comigo (mas fiz escapar ao que me oprimia sem causa);
9E ele me voltou a dizer: Eu te rogo que te ponhas sobre mim, e me mates, porque me tomam angústias, e toda minha alma está ainda em mim.
27Assim que, eu nada pequei contra ti, mas tu fazes mal comigo fazendo-me guerra: o SENHOR, que é o juiz, julgue hoje entre os filhos de Israel e os filhos de Amom.
26Agora, pois, senhor meu, vive o SENHOR e vive tua alma, que o SENHOR te impediu que viesses a derramar sangue, e vingar-te por tua própria mão. Sejam, pois, como Nabal teus inimigos, e todos os que procuram mal contra meu senhor.
21Jura-me, pois, agora pelo SENHOR, que não cortarás minha descendência depois de mim, nem apagarás meu nome da casa de meu pai.
13Por outra parte, haveria eu feito traição contra minha vida (pois que ao rei nada se lhe esconde), e tu mesmo estarias contra mim.
23E o SENHOR pague a cada um sua justiça e sua lealdade: que o SENHOR havia te entregue hoje em minha mão, mas eu não quis estender minha mão sobre o ungido do SENHOR.
24Assim o SENHOR me recompensou conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos perante seus olhos.
28E eu te rogo que perdoes a tua serva esta ofensa; pois o SENHOR de certo fará casa firme a meu senhor, porquanto meu senhor faz as guerras do SENHOR, e mal não se achou em ti em teus dias.
16Pois o rei ouvirá, para livrar à sua serva da mão do homem que me quer exterminar a mim, e a meu filho juntamente, da propriedade de Deus.
11Quanto mais aos homens maus que mataram a um homem justo em sua casa, e sobre sua cama? Agora, pois, não tenho eu de demandar seu sangue de vossas mãos, e tirar-vos da terra?
12Tu a cortarás então a mão, não a perdoará teu olho.
13O SENHOR faça assim a Jônatas, e isto acrescente. Mas se a meu pai parecer bem fazer-te mal, também te o revelarei, e te enviarei, e te irás em paz: e seja o SENHOR contigo, como foi com meu pai.
14Eu, porém, eis que estou em vossas mãos: fazei de mim como parecer melhor e mais correto aos vossos olhos.
41Então serás livre de meu juramento, quando houveres chegado à minha linhagem; e se não a derem a ti, serás livre de meu juramento.
33[Mas] o SENHOR não o deixa em suas mãos; nem também o condenará, quando for julgado.
24Julga-me conforme a tua justiça, SENHOR meu Deus; e não deixes eles se alegrarem de mim.
13Mais eis que bati minhas mãos por causa de tua ganância que cometeste, e por causa de teu sangue, que houve no meio de ti.
7Tu sabes que eu não sou mau; todavia ninguém há que [me] livre de tua mão.
21Afasta tua mão de sobre mim, e teu terror não me espante.
7Eis que meu terror não te espantará, nem minha mão será pesada sobre ti.
23Mas tu, SENHOR, conheces todo o plano deles contra mim para me matar; não perdoes sua maldade, nem apagues o pecado deles de diante de tua presença, e tropecem diante de ti; faze [assim] com eles no tempo de tua ira.
20Mas, ó SENHOR dos exércitos, justo juiz, que provas os sentimentos e pensamentos, veja eu tua vingança deles; porque a ti mostrei minha causa.
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
22Que minha escápula caia do meu ombro, e meu braço se quebre de sua articulação.
10Tira teu tormento de sobre mim; estou consumido pelo golpe de tua mão.
33Não há entre nós árbitro que ponha sua mão sobre nós ambos,