Jó 10:7
Tu sabes que eu não sou mau; todavia ninguém há que [me] livre de tua mão.
Tu sabes que eu não sou mau; todavia ninguém há que [me] livre de tua mão.
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8Tuas mãos me fizeram e me formaram por completo; porém agora tu me destróis.
6Para que investigues minha perversidade, e pesquises meu pecado?
28[Ainda] teria pavor de todas as minhas dores; [pois] sei que não me terás por inocente.
29Se eu já estou condenado, então para que eu sofreria em vão?
13Porém estas coisas escondeste em teu coração; eu sei que isto esteve contigo:
14Se eu pecar, tu me observarás, e não absolverás minha culpa.
3SENHOR, meu Deus, se eu fiz isto: se há perversidade em minhas mãos;
7Eis que meu terror não te espantará, nem minha mão será pesada sobre ti.
8Certamente tu disseste a meus ouvidos, e eu ouvi a voz de tuas palavras,
9[Que diziam] : Eu sou limpo e sem transgressão; sou inocente, e não tenho culpa.
20Se pequei, o eu que te fiz, ó Guarda dos homens? Por que me fizeste de alvo de dardos, para que eu seja pesado para mim mesmo?
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
10Tira teu tormento de sobre mim; estou consumido pelo golpe de tua mão.
7Ali o íntegro pleitearia com ele, e eu me livraria para sempre de meu Juiz.
12Julgue o SENHOR entre mim e ti, e vingue-me de ti o SENHOR: porém minha mão não será contra ti.
13Como diz o provérbio dos antigos: Dos ímpios sairá a impiedade: assim que minha mão não será contra ti.
23Ou: Livrai-me da mão do opressor? Ou: Resgatai-me das mãos dos violentos?
17Apesar de não haver injustiça em minhas mãos, e de minha oração ser pura.
4Meu Deus, livra-me da dominação do perverso, das mãos do injusto e cruel;
2Direi a Deus: Não me condenes; faz-me saber por que brigas comigo.
3[Parece] -te bem que [me] oprimas, que rejeites o trabalho de tuas mãos, e favoreças o conselho dos perversos?
27Para que saibam que esta é a tua mão; e que assim tu a fizeste.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
8Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares?
2E não entres em juízo com teu servo; porque nenhum ser vivo será justo diante de ti.
12Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
14E eu também te reconhecerei; pois tua mão direita te terá livrado.
35E dizes: Sou inocente, pois certamente sua ira já se afastou de mim. Eis que eu disputarei em juízo contigo, porque disseste: Não tenho pecado.
15Meus tempos estão em tuas mãos; livra-me da mão dos meus inimigos e daqueles que me perseguem.
21Afasta tua mão de sobre mim, e teu terror não me espante.
6Sabei, pois, que foi Deus que me transtornou, e [com] sua rede me cercou.
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.
3Tu [já] provaste o meu coração, tu [me] visitaste de noite; tu me investigaste, [e] nada achaste; decidi [que] minha boca não transgredirá.
11Deus me entregou ao perverso, e me fez cair nas mãos dos malignos.
30Ele libertará até ao que não é inocente, que será livrado pela pureza de tuas mãos.
5Tu me envolves por detrás e pela frente, e pões tua mão sobre mim.
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
23Porém [agora estarei] continuamente contigo; tu tens segurado minha mão direita.
2Na verdade sei que é assim; mas como pode o ser humano ser justo diante de Deus?
32Ensina-me o que não vejo; se fiz alguma maldade, nunca mais a farei?
21Tu te tornaste cruel para comigo; com a força de tua mão tu me atacas.
23Porque eu sei que me levarás à morte; e à casa determinada a todos os viventes.
5Tu, Deus, sabes como sou tolo; e meus pecados não estão escondidos perante ti.
27Eu soube teu assentar-te, teu sair e teu entrar, e teu furor contra mim.
24Corrige-me, SENHOR, porém com moderação; não em tua ira, para que não me destruas.
16Mas eu não me apressei para deixar de ser ser pastor após ti, nem desejei o dia de calamidade, tu o sabes. O que saiu de minha boca foi em tua presença.
11Não venha sobre mim o pé dos arrogantes, e que a não dos perversos não me mova.
4Contra ti, somente contra ti pequei, e fiz o mal segundo teus olhos; para que estejas justo no que dizeres, e puro no que julgares.
28Porém eu sei o teu sentar, o teu sair, o teu entrar, e o teu furor contra mim.
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.