Jó 7:12
Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
13Quando eu digo: Minha cama me consolará; meu leito aliviará minhas queixa,
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
18E o visites a cada manhã, e a cada momento o proves?
19Até quando não me deixarás, nem me liberarás até que eu engula minha saliva?
20Se pequei, o eu que te fiz, ó Guarda dos homens? Por que me fizeste de alvo de dardos, para que eu seja pesado para mim mesmo?
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?
3Pois tu me lançaste no profundo, no meio dos mares, e a correnteza me cercou; todas as tuas ondas e tuas vagas passaram sobre mim.
4E eu disse: Lançado estou de diante de teus olhos; porém voltarei a ver o teu santo templo.
5As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou; as algas se enrolaram à minha cabeça.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
14Tornarias as pessoas como como os peixes do mar, como répteis que não têm quem os governe?
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
3Assim também me deram por herança meses inúteis, e me prepararam noites de sofrimento.
4Quando eu me deito, pergunto: Quando me levantarei? Mas a noite se prolonga, e me canso de me virar [na cama] até o amanhecer.
6Já estou cansado do meu gemido; toda a noite eu inundo a minha cama; com minhas lágrimas molho meu leito.
6Para que investigues minha perversidade, e pesquises meu pecado?
7Tu sabes que eu não sou mau; todavia ninguém há que [me] livre de tua mão.
7Um abismo chama [outro] abismo, ao ruído de suas cascatas; todos as tuas ondas e vagas têm passado sobre mim.
16Se [minha cabeça] se exaltar, tu me caças como um leão feroz, e voltas a fazer em coisas extraordinárias contra mim.
17Renovas tuas testemunhas contra mim, e multiplicas tua ira sobre mim; combates vêm sucessivamente contra mim.
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
7O teu furor pesa sobre mim, e [me] oprimiste com todas as tuas ondas. (Selá)
16Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo?
8Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares?
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.
2Direi a Deus: Não me condenes; faz-me saber por que brigas comigo.
7Cercou-me por todos lados, e não posso sair; tornou pesados os meus grilhões.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
24Por que escondes teu rosto, e me consideras teu inimigo?
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
16Pois então tu contarias meus passos, e não ficarias vigiando meu pecado.
4Tu mantiveste abertas as pálpebras dos meus olhos; eu estava perturbado, e não conseguia falar.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
3Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
1Poderás tu pescar ao leviatã com anzol, ou abaixar sua língua com uma corda?
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
20Clamo a ti, porém tu não me respondes; eu fico de pé, porém tu ficas [apenas] olhando para mim.
7Fico alerta e estou como um pardal solitário sobre o telhado.
3Por que somos considerados animais, e tolos em vossos olhos?
18Ele não me permite respirar; em vez disso, me farta de amarguras.
28[Ainda] teria pavor de todas as minhas dores; [pois] sei que não me terás por inocente.
22Levantas-me sobre o vento, [e] me fazes cavalgar [sobre ele] ; e dissolves o meu ser.
22Chama, e eu responderei; ou eu falarei, e tu me responde.
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
15Não permitas que as correntes de águas me cubram, e que a profundeza não me devore, nem o poço feche sua boca sobre mim.