Salmos 102:7
Fico alerta e estou como um pardal solitário sobre o telhado.
Fico alerta e estou como um pardal solitário sobre o telhado.
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3Porque os meus dias têm se desfeito como fumaça; e meus ossos se têm se queimado como [n] um forno.
4Meu coração, tal como a erva, está tão ferido e seco, que me esqueci de comer meu pão.
5Por causa da voz do meu gemido, meus ossos têm se grudado à minha carne.
6Estou semelhante a uma ave no deserto, estou como uma coruja num lugar desabitado.
13Fiquei esperando até a manhã; como um leão ele quebrou todos os meus ossos; desde o dia até a noite tu me acabarás.
14Como o grou, [ou] a andorinha, assim eu fazia barulho; [e] gemia como uma pomba; ao alto eu levantava meus olhos. Ó SENHOR, estou oprimido! Sê tu minha segurança!
8Os meus inimigos me insultam o dia todo; os que me odeiam juram [maldições] contra mim.
9Porque estou comendo cinza como [se fosse] pão, e misturo minha bebida com lágrimas,
3Até o pardal acha casa, e a andorinha ninho para si, onde ponha filhotes perto de teus altares, ó SENHOR dos exércitos, Rei meu e Deus meu.
6Então eu digo: Ah, quem me dera se eu tivesse asas como uma pomba! Eu voaria, e pousaria.
7Eis que eu fugiria para longe, e ficaria no deserto. (Selá)
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
12Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
6Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
52Sem motivo meus inimigos me caçam como a um passarinho.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
22Porque estou aflito e necessitado; e meu coração está ferido dentro de mim.
23Eu vou como a sombra, que declina; estou sendo sacudido como um gafanhoto.
4E eu disse: Lançado estou de diante de teus olhos; porém voltarei a ver o teu santo templo.
11Meus dias [têm sido] como a sombra, que declina; e eu estou secando como a erva.
1No SENHOR eu confio; como, pois, tu dizeis à minha alma: Fugi para vossa montanha, [como] um pássaro?
6Ele tem me posto por ditado de povos, e em meu rosto é onde eles cospem.
7Por isso meus olhos se escureceram de mágoa, e todos os membros de meu corpo são como a sombra.
1Sobre minha guarda estarei, e sobre a fortaleza ficarei, e vigiarei para ver o que ele me falará, e o que eu responderei à minha queixa.
9Não é minha herança para mim uma ave de rapina de muitas cores? Não estão contra ela aves de rapina ao redor? Vinde, ajuntai-vos, todas os animais do campo, vinde para devorá-la.
28Ando escurecido, mas não pelo sol; levanto-me na congregação, e clamo por socorro.
29Tornei-me irmão dos chacais, e companheiro dos avestruzes.
11Por causa de todos os meus adversários eu fui humilhado até entre os meus próximos; e fui feito horrível entre os meus conhecidos; os que me veem na rua fogem de mim.
12No coração [deles] eu fui esquecido, como se [estivesse] morto; me tornei como um vaso destruído.
14Servi de escárnio a todo o meu povo, de canção ridícula deles o dia todo.
6Minha alma [espera ansiosamente] pelo Senhor, mais que os guardas [esperam] pela manhã, [mais] que os vigilantes pelo alvorecer.
7Meus olhos estão desolados de mágoa, [e] têm se envelhecido por causa de todos os meus adversários.
8Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar.
20Insultos têm quebrado meu coração, e estou fraquíssimo; e esperei compaixão, porém [houve] nenhuma; [também esperei] por pessoas que me consolassem, mas não os achei.
13Abriram contra mim suas bocas, [como] leão que despedaça e ruge.
14Eu me derramei como água, e todos os meus ossos se soltaram uns dos outros; meu coração é como cera, [e] se derreteu por entre meus órgãos.
10Porque meus inimigos falam contra mim, e os que espiam minha alma tomam conselhos juntos uns com os outros;
17Porque eu estou prestes a ficar como manco, e minha dor está continuamente perante mim.
8E ele gritou [como] um leão: Senhor, na torre de vigia estou continuamente de dia; e em minha guarda me ponho durante noites inteiras.
4Tu mantiveste abertas as pálpebras dos meus olhos; eu estava perturbado, e não conseguia falar.
8Guarda-me como a pupila do olho; esconde-me debaixo da sombra de tuas asas,
19Até quando não me deixarás, nem me liberarás até que eu engula minha saliva?
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
1Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim; porque minha alma confia em ti, e eu me refugio sob a sombra de tuas asas, até que os [meus] problemas passem de mim.
13Desde o alto ele enviou fogo em meus ossos, o qual os dominou; ele estendeu uma rede a meus pés, fez-me voltar para trás; tornou-me assolada, sofrendo dores o dia todo.
8Porém meus olhos [estão voltados] para ti, ó Senhor DEUS; em ti confio; não desampares minha alma.
15Meus olhos [estão] continuamente [voltados] para o SENHOR, porque ele tirará meus pés da rede de caça.
6Eles se reúnem e se escondem; eles espiam os meus passos, como que esperando a [morte] de minha alma.
25Vi, e eis que nenhum homem havia; e todas as aves do céu tinham fugido.
12Armou seu arco, e me pôs como alvo para a flecha.