Provérbios 7:6
Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
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7E vi entre os simples, prestei atenção entre os jovens, um rapaz que tinha falta de juízo;
8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
9No crepúsculo, ao entardecer do dia, no escurecer da noite e nas trevas.
10E eis que uma mulher lhe [saiu] ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração.
5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
6Eu abri a porta ao meu amado, porém meu amado já tinha saído e ido embora; minha alma como que saía [de si] por causa de seu falar. Eu o busquei, mas não o achei; eu o chamei, mas ele não me respondeu.
7Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram; eles me bateram [e] me feriram; os guardas dos muros tiraram de mim o meu véu.
12De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
13Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe:
7Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
9Meu amado é semelhante ao corço, ou ao filhote de cervos; eis que está atrás de nossa parede, olhando pelas janelas, observando pelas grades.
14E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
1Eu fiz um pacto com meus olhos; como, pois, eu olharia com cobiça para a virgem?
7E agora, filhos, escutai-me; e não vos desvieis das palavras de minha boca.
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
24Para te protegerem da mulher má, das lisonjas da língua da estranha.
25Não cobices a formosura dela em teu coração; nem te prenda em seus olhos.
26Porque pela mulher prostituta [chega-se a pedir] um pedaço de pão; e a mulher de [outro] homem anda à caça de uma alma preciosa.
4E fez à casa janelas largas por de dentro, e estreitas por de fora.
9Se foi meu coração se deixou seduzir por [alguma] mulher, ou se estive espreitei à porta de meu próximo,
34Bem-aventurado [é] o homem que me ouve; que vigia em minhas portas diariamente, que guarda as ombreiras de minhas entradas.
10[Outras pessoas, ou ele] : Quem é esta, que aparece como o nascer do dia, bela como a lua, brilhante como o sol, formidável como bandeiras [de exércitos] ?
11[Ele ou ela] : Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale; para ver se as videiras estavam floridas, [e se] as romãzeiras brotavam.
1Durante as noites busquei em minha cama a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.
2Por isso me levantarei, e percorrerei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.
3Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram. [Eu lhes perguntei] : Vistes a quem minha alma ama?
4Pouco [depois] de me afastar deles, logo achei a quem minha alma ama. Eu o segurei, e não o deixei ir embora, até eu ter lhe trazido à casa de minha mãe, ao cômodo daquela que me gerou.
32Quando eu [a] vi, aprendi em meu coração, e ao olhá [-la] , recebi instrução:
25Decidi em meu coração conhecer, investigar e buscar a sabedoria e a razão; e saber o mal que há na tolice e na loucura das maluquices.
7Fico alerta e estou como um pardal solitário sobre o telhado.
3E disse-lhes: Não se abram as portas de Jerusalém até que o sol aqueça; e enquanto ainda estiverem presentes, fechem as portas, e [as] trancai. E ponham-se guardas dos moradores de Jerusalém, cada um em sua guarda, e cada um diante de sua casa.
7E levou-me à porta do pátio; então olhei, e eis que havia um buraco na parede.
50Até que o SENHOR preste atenção, e veja desde os céus.
51Meus olhos afligem minha alma, por causa de todas as filhas de minha cidade.
3Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
20E por que tu, filho meu, andarias perdido pela estranha, e abraçarias o peito da [mulher] alheia?
25Teus olhos olhem direito; tuas pálpebras estejam corretas diante de ti.
33Teus olhos verão [coisas] estranhas, e teu coração falará perversidades;
26Se olhei para o sol quando brilhava, e à lua quando estava bela,
27E meu coração se deixou enganar em segredo, e minha boca beijou minha mão,
17Já perfumei meu leito com mirra, aloés e canela.
25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.
21Ela clama nas encruzilhadas, onde [passam] muita gente; às entradas das portas, nas cidades ela diz suas mensagens:
10[Ela] : Eu sou um muro, e meus seios como torres; então eu era aos olhos dele, como aquela que encontra a paz.
1[Moças] : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?
12Saiamos de madrugada até às vinhas, vejamos se as videiras florescem, se suas flores estão se abrindo, se as romãzeiras já estão brotando; ali te darei os meus amores.
27Olha isto:(diz o pregador, enquanto ele procurava entender [as coisas] , uma por uma)
16- Para te livrar da mulher estranha, e da pervertida, [que] lisonjeia com suas palavras;
4Meu amado meteu sua mão pelo buraco [da porta] , e meu interior se estremeceu por ele.