Provérbios 8:3
Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
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20A sabedoria grita pelas ruas; nas praças ela levanta sua voz.
21Ela clama nas encruzilhadas, onde [passam] muita gente; às entradas das portas, nas cidades ela diz suas mensagens:
1Por acaso a sabedoria não clama, e a inteligência não solta sua voz?
2Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.
2Ela sacrificou seu sacrifício, misturou seu vinho, e preparou sua mesa.
3Mandou suas servas, [e] está convidando desde os pontos mais altos da cidade, dizendo:
4Qualquer um que for ingênuo, venha aqui.Aos que têm falta de entendimento, ela diz:
13A mulher louca é causadora de tumultos; [ela é] tola, e não sabe coisa alguma.
14E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
15Para chamar aos que passam pelo caminho, e passam por suas veredas, [dizendo] :
16Qualquer um que for ingênuo, venha aqui! E aos que tem falta de entendimento, ela diz:
8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
9No crepúsculo, ao entardecer do dia, no escurecer da noite e nas trevas.
10E eis que uma mulher lhe [saiu] ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração.
11Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.
12De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
13Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe:
34Bem-aventurado [é] o homem que me ouve; que vigia em minhas portas diariamente, que guarda as ombreiras de minhas entradas.
4Varões, eu vos clamo; [dirijo] minha voz aos filhos dos homens.
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
31Dai a ela conforme o fruto de suas mãos, e que suas obras a louvem às portas [da cidade] .
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
7Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
19Assim me disse o SENHOR: Vai, e põe-te à porta dos filhos do povo, pela qual entram e saem os reis de Judá, e a todas as portas de Jerusalém,
20E dize-lhes: Ouvi a palavra do SENHOR, vós reis de Judá, e todo Judá, e todos os moradores de Jerusalém que entrais por esta portas;
6Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
23Seu marido é famoso às portas [da cidade] , quando ele se senta com os anciãos da terra.
17Seus caminhos são caminhos agradáveis; e todas as suas veredas são paz.
18Ela é uma árvore de vida para os que dela pegam; e bem-aventurados são todos os que a retêm.
2Põe-te à porta da casa do SENHOR, e clama ali esta palavra, e dize: Ouvi palavra do SENHOR, toda Judá, vós que entrais por estas portas para adorar ao SENHOR!
25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.
26Porque ela derrubou a muitos feridos; e o total dos mortos por ela [foram] muitos.
27A casa dela são caminhos para o mundo dos mortos, que descem para as câmaras da morte.
2Por isso me levantarei, e percorrerei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.
3Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram. [Eu lhes perguntei] : Vistes a quem minha alma ama?
19Abri para mim as portas da justiça; entrarei por elas [e] louvarei ao SENHOR.
20Esta é a porta do SENHOR, pela qual os justos entrarão.
18Porque sua casa se inclina para a morte, e seus caminhos para os mortos.
7Tal como a fonte jorra suas águas, assim também ela constantemente jorra sua malícia; violência e destruição se ouve nela; continuamente há enfermidade e feridas perante mim.
16Então uma mulher sábia deu vozes na cidade, dizendo: Ouvi, ouvi; rogo-vos que digais a Joabe se chegue a aqui, para que eu fale com ele.
26E já que amanhecia, a mulher veio, e caiu diante da porta da casa daquele homem onde seu senhor estava, até que foi de dia.
4E as portas da rua se fecharem, enquanto se abaixa o ruído da moedura; e se levantar a voz das aves, e todas as vozes do canto se encurvarem.
21Ela o convenceu com suas muitas palavras sedutoras; com a lisonja de seus lábios ela o persuadiu.
2Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
10Dia e noite cercam sobre seus muros; perversidade e opressão há dentro dela.
11Coisas destrutivas [estão] dentro dela; e a falsidade e o engano não sai de suas praças.
7Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram; eles me bateram [e] me feriram; os guardas dos muros tiraram de mim o meu véu.
8Exalta-a, e ela te exaltará; quando tu a abraçares, ela te honrará.
10[Outras pessoas, ou ele] : Quem é esta, que aparece como o nascer do dia, bela como a lua, brilhante como o sol, formidável como bandeiras [de exércitos] ?
9Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e se ela for uma porta, então a cercaremos com tábuas de cedro.