Jó 29:7
Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
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2Ah quem me dera que fosse como nos meses passados! Como nos dias em que Deus me guardava!
3Quando ele fazia brilhar sua lâmpada sobre minha cabeça, e eu com sua luz caminhava pelas trevas,
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
5Quando o Todo-Poderoso ainda estava comigo, meus filhos ao redor de mim;
6Quando eu lavava meus passos com manteiga, e da rocha me corriam ribeiros de azeite!
8Os rapazes me viam, e abriam caminho; e os idosos se levantavam, e ficavam em pé;
19Assim me disse o SENHOR: Vai, e põe-te à porta dos filhos do povo, pela qual entram e saem os reis de Judá, e a todas as portas de Jerusalém,
6Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
7E vi entre os simples, prestei atenção entre os jovens, um rapaz que tinha falta de juízo;
8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
13E de noite saí pela porta do Vale até a fonte do Dragão e à porta do Esterco; e observei os muros de Jerusalém que estavam fendidos, e suas portas estavam consumidas a fogo.
14E passei à porta da Fonte, e ao tanque do rei; e não houve lugar por onde o animal em que eu estava montado pudesse passar.
15Então de noite subi pelo vale, e observei o muro; então voltei, e entrei pela porta do Vale, e assim me retornei.
11O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
28Ando escurecido, mas não pelo sol; levanto-me na congregação, e clamo por socorro.
14E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
15Para chamar aos que passam pelo caminho, e passam por suas veredas, [dizendo] :
37Eu lhe diria o número de meus passos, e como um príncipe eu me chegaria a ele.
2Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.
3Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
12Os que se sentam à porta falam [mal] de mim; e os bebedores de álcool cantam [piadas] contra mim.
21Ela clama nas encruzilhadas, onde [passam] muita gente; às entradas das portas, nas cidades ela diz suas mensagens:
14Vestia-me de justiça, e ela me envolvia; e meu juízo era como um manto e um turbante.
15Eu era olhos para o cego, e pés para o manco.
16Aos necessitados eu era pai; e a causa que eu não sabia, investigava com empenho.
25Eu escolhia o caminho para eles, e me sentava à cabeceira; e habitava como rei entre as tropas, como o consolador dos que choram.
26Se olhei para o sol quando brilhava, e à lua quando estava bela,
27E meu coração se deixou enganar em segredo, e minha boca beijou minha mão,
12À direita os jovens se levantam; empurram meus pés, e preparam contra mim seus caminhos de destruição.
15Por isso saí para te encontrar; para buscar apressadamente a tua face, e te achei.
2Por isso me levantarei, e percorrerei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.
28Porém eu sei o teu sentar, o teu sair, o teu entrar, e o teu furor contra mim.
7Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram; eles me bateram [e] me feriram; os guardas dos muros tiraram de mim o meu véu.
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
21Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
3Ah se eu soubesse como poderia achá-lo! [Então] eu me chegaria até seu trono.
12De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
2Eu porém, quase que meus pés se desviaram; quase nada [faltou] para meus passos escorregarem.
32Quando eu [a] vi, aprendi em meu coração, e ao olhá [-la] , recebi instrução:
26Quando eu esperava o bem, então veio o mal; quando eu esperava a luz, veio a escuridão.
17Não me sentei em companhia de zombadores, nem [com eles] me alegrei; por causa de tua mão, eu me sentei sozinho, pois me encheste de indignação.
27Eu soube teu assentar-te, teu sair e teu entrar, e teu furor contra mim.
5Guiando meu andar em teus caminhos, para que meus passos não tropecem.
25Decidi em meu coração conhecer, investigar e buscar a sabedoria e a razão; e saber o mal que há na tolice e na loucura das maluquices.
7Se meus passos se desviaram do caminho, e meu coração seguiu meus olhos, e se algo se apegou às minhas mãos,
9Cercou meus caminhos com pedras lavradas, retorceu as minhas veredas.
34Bem-aventurado [é] o homem que me ouve; que vigia em minhas portas diariamente, que guarda as ombreiras de minhas entradas.
10Disse eu: No melhor de minha vida, irei às portas do mundo dos mortos; privado estou do resto dos meus anos.
7Vi servos a cavalo, e príncipes que andavam [a pé] como [se fossem] servos sobre a terra.
3Estando meu espírito angustiado em mim, tu conheceste meu percurso; no caminho em que eu andava esconderam um laço de armadilha para mim.