Provérbios 7:12
De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
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5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
6Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
7E vi entre os simples, prestei atenção entre os jovens, um rapaz que tinha falta de juízo;
8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
9No crepúsculo, ao entardecer do dia, no escurecer da noite e nas trevas.
10E eis que uma mulher lhe [saiu] ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração.
11Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.
13Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe:
13A mulher louca é causadora de tumultos; [ela é] tola, e não sabe coisa alguma.
14E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
15Para chamar aos que passam pelo caminho, e passam por suas veredas, [dizendo] :
16Qualquer um que for ingênuo, venha aqui! E aos que tem falta de entendimento, ela diz:
20A sabedoria grita pelas ruas; nas praças ela levanta sua voz.
21Ela clama nas encruzilhadas, onde [passam] muita gente; às entradas das portas, nas cidades ela diz suas mensagens:
21Ela o convenceu com suas muitas palavras sedutoras; com a lisonja de seus lábios ela o persuadiu.
22Ele foi logo após ela, como o boi vai ao matadouro; e como o louco ao castigo das prisões.
2Ela sacrificou seu sacrifício, misturou seu vinho, e preparou sua mesa.
3Mandou suas servas, [e] está convidando desde os pontos mais altos da cidade, dizendo:
4Qualquer um que for ingênuo, venha aqui.Aos que têm falta de entendimento, ela diz:
2Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.
3Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.
26Porque ela derrubou a muitos feridos; e o total dos mortos por ela [foram] muitos.
27A casa dela são caminhos para o mundo dos mortos, que descem para as câmaras da morte.
27Porque a prostituta é [como] uma cova profunda, e a estranha [como] um poço estreito.
28Também ela fica espreitando como um ladrão, e acrescenta transgressores entre os homens.
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
26E eu encontrei uma coisa mais amarga que a morte: a mulher cujo coração são redes e armadilhas, e suas mãos são amarras; quem for bom perante Deus escapará dela; mas o pecador ficará preso nela.
24Para te protegerem da mulher má, das lisonjas da língua da estranha.
25Não cobices a formosura dela em teu coração; nem te prenda em seus olhos.
26Porque pela mulher prostituta [chega-se a pedir] um pedaço de pão; e a mulher de [outro] homem anda à caça de uma alma preciosa.
32[Mas foste] como uma mulher adúltera, que em lugar de seu marido recebe a estranhos.
16- Para te livrar da mulher estranha, e da pervertida, [que] lisonjeia com suas palavras;
3Porque os lábios da mulher pervertida gotejam mel; e sua boca é mais suave que o azeite.
4Porém seu fim é mais amargo que o absinto; é afiado como a espada de dois fios.
5Os pés dela descem à morte; seus passos pegam o mundo dos mortos.
6Para que não ponderes a vereda da vida, os percursos delas são errantes, e tu não os conhecerás.
20Assim é o caminho da mulher adúltera: ela come, limpa sua boca, e diz: Não fiz mal algum.
18Porque sua casa se inclina para a morte, e seus caminhos para os mortos.
11Coisas destrutivas [estão] dentro dela; e a falsidade e o engano não sai de suas praças.
17Seus caminhos são caminhos agradáveis; e todas as suas veredas são paz.
20E por que tu, filho meu, andarias perdido pela estranha, e abraçarias o peito da [mulher] alheia?
14A boca da mulher pervertida é uma cova profunda; aquele contra quem o SENHOR se irar cairá nela.
16Tentar contê-la é como tentar conter o vento, ou impedir que o óleo escorra de sua mão direita.
7Tal como a fonte jorra suas águas, assim também ela constantemente jorra sua malícia; violência e destruição se ouve nela; continuamente há enfermidade e feridas perante mim.
29Desde ali espia a comida; seus olhos avistam de longe.
6Portanto eis que cercarei teu caminho com espinhos, e levantarei uma parede de sebe, de modo que ela não poderá achar suas veredas.
9É melhor morar num canto do terraço do que numa casa espaçosa com uma mulher briguenta.
10E agora deixarei exposta sua loucura diante dos olhos de seus amantes, e ninguém a livrará de minha mão.
2Por isso me levantarei, e percorrerei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.